A Cavalaria de um Cavaleiro FracassadoVolume 12 – Prólogo – Prólogo: A Determinação da Primeira Princesa
Capítulo 57.2Uma hora antes do choque entre o Exército de Vermillion e o Exército de Kledelland.
Quando o Exército de Vermillion estabeleceu uma formação de batalha na Cidade de Caldia.
Lunaize Vermillion, a Primeira Princesa do Império de Vermillion, que fora levada para o hospital por Kurogane Ikki e a Black Knight Iris Ascaride, ouvira a resposta de seu pai, Sirius Vermillion, sobre a situação atual na cama do quarto de hospital, ou seja, que Kledelland estava avançando para Vermillion com a magia de Marionette King Or=Gaule.
Em outras palavras, o fato de que ele movera o Exército de Vermillion, armado com equipamento policial usado para supressão de distúrbios, para salvar seu país amigo Kledelland, controlado por magia.
Diante dessa decisão, ela,
“O que você disse!?”
Ergueu a voz devido à grande surpresa.
“I-isso é verdade!?”
“Sim. Como era de se esperar do Rei Sirius. Nunca estive tão orgulhoso de ter nascido em Vermillion quanto hoje.”
“......”
O jovem soldado mensageiro falou com orgulho enquanto fazia seus olhos brilharem como um menino.
Certamente, Lunaize pensou que aquela era uma escolha típica de seu pai.
Vermillion e Kledelland se comprometeram um com o outro para preencher a lacuna da história até hoje. E não houvera um momento em que Kledelland precisara da ajuda de Vermillion recentemente. E no último momento, eles viraram uma autoproteção e mudaram sua atitude rapidamente. Seu pai não era um homem que faria uma decisão tão egoísta com uma insensibilidade como aquela.
Essa era a virtude de seu pai como Rei.
―Mas mesmo assim, Lunaize declarou.
“Essa decisão de seu pai foi um grande erro”.
Não havia tanta diferença assim entre a força militar de Kledelland e Vermillion.
Se lutassem em casa, eles deveriam conseguir fazer a situação da guerra chegar a um impasse mesmo com equipamento inferior.
Além disso, Vermillion agora tinha a Black Knight.
Ela já deveria ter solicitado uma intervenção de emergência à sede da Liga.
Reforços viriam de países membros vizinhos da Liga.
Era evidente que o número daqueles reforços superaria Kledelland tanto em quantidade quanto em qualidade.
Nesse caso, eles poderiam conseguir salvar Kledelland das mãos de Marionette King com sucesso.
—Sim, tudo isso eram ilusões convenientes. Nada além de pensamento positivo.
Em primeiro lugar, não havia como os reforços se moverem imediatamente.
Talvez Vermillion precisasse manter a frente de guerra sem ajuda pelo dia inteiro.
Com pobre equipamento policial.
Além disso, poderia ser possível que o oponente fosse apenas o Exército de Kledelland, mas,
―O inimigo, eles não estavam sozinhos. Aquele demônio estava atrás de Johan e dos outros. Marionette King Or=Gaule.
Um inimigo com uma força temível que rapidamente fez de Kledelland seu próprio.
E talvez, o círculo de amigos dela também estivesse nele.
Se os oponentes também fossem aquelas pessoas e eles lutassem contra eles sem ter um poder de ataque decente, eles certamente sofreriam grandes perdas. Milhares. Não, dezenas de milhares. Com o resultado de muitas pessoas perdendo seus filhos, pais e maridos.
A situação seria pior se o inimigo tivesse um Blazer com uma força semelhante à de Stella.
Era inevitável que, com uma batalha em grande escala como essa, até pessoas comuns seriam arrastadas para ela.
Por que Haha-ue não o deteve...!?
Seu pai e Stella eram excelentes guerreiros.
Mas por isso, eles tendiam a ser corajosos demais.
Isso em si era o carisma deles, não era uma coisa ruim, mas—
Nunca, não importava o que acontecesse, um país não deveria ter a coragem como sua força motriz.
A política era realizada com perdas mínimas em mente, e não com os melhores resultados de guerra.
Salvar tanto Vermillion quanto Kledelland — era possível.
Eles não deveriam se apegar a expectativas tão tênues.
A melhor escolha nesta situação é descartar as emoções e realizar uma batalha defensiva com equipamento de potência máxima
Porque eles, a família imperial, carregavam as vidas do povo nas costas.
Porque eles existiam para proteger as vidas do povo.
―Preciso detê-los
Quem cuidou da atual guerra entre Kledelland e Vermillion desde o início foi ela.
Essa responsabilidade estava sobre ela.
Mas, como fazer isso?
Na reunião anterior, Or=Gaule estava mostrando um comportamento em que estava suspeitamente interessado em Stella. O que vinha do tipo de emoções que ele tinha não estava na categoria de compreensão, mas parecia impossível parar a guerra em si enquanto o inimigo estivesse interessado em Stella.
Não era mais realista mudar o equipamento do Exército de Vermillion para armas convencionais novamente e realizar uma resistência completa, porque o fato de que o Exército de Kledelland está sendo controlado já era bem conhecido pelos soldados.
Então quase tudo era tarde demais—
...Não, espera.
A cabeça inteligente de Lunaize derivou para uma solução enquanto pensava.
Ela certamente não podia mais parar a guerra.
Mas — era possível parar esta batalha.
Nesse ritmo, a Liga logo fará uma intervenção armada com um grande exército
A figura da Black Knight deveria ter visto Or=Gaule.
E aquela não era uma situação conveniente para Or=Gaule e companhia.
Enquanto Or=Gaule e os outros eram Blazers poderosos, a Liga era uma organização enorme que dividia o mundo em dois.
Lutar diretamente contra eles era uma grande desvantagem.
Antes, a chance de vencer era inexistente.
Eles seriam exterminados sem falta.
Nesse caso, naquele momento, haveria espaço para negociação.
Explicarei as razões para impedir uma intervenção forçada, assumindo a aparência de fazer guerra com o que está no Tratado da Liga, conforme planejado originalmente.
Se a escala da guerra fosse reduzida para uma guerra de representantes, então eles teriam tempo suficiente para fazer as pessoas encontrarem abrigo fora do país.
Se fosse assim, tomar o risco de enfrentar o inimigo com equipamento pobre não seria necessário.
Se o pior acontecesse, se Vermillion fosse derrotada, as vidas da população poderiam ser protegidas.
... Porém, a escolha de descartar a vantagem numérica e reduzir drasticamente as chances de vitória de Vermillion ao mesmo tempo em que diminuía as probabilidades de salvar Kledelland era...
『Relaxe, Johan! Se houver algo que você não consegue lidar sozinho, então nessa hora, eu irei e darei uma mão a você』
Sinto muito…
Lunaize se desculpou de forma pequena com uma expressão enojada enquanto recordava as palavras que devolvera a Johan, que fazia reclamações fracas sobre se realmente seria adequado para ser Rei quando eram crianças.
Juramentos e amizade... eram de pouca importância quando comparados às responsabilidades que esta pessoa carregava.
Havia apenas uma ação que ela podia fazer agora.
Com isso em seu coração, Lunaize se levantou da cama.
“Ah! Lunaize-sama, você ainda consegue se mover.”
“Preciso que diga ao diretor para preparar um helicóptero o mais rápido possível.”
“Eh!? O-o que você quer dizer――”
“Vou para Kledelland. Esta é uma ordem como Primeira Princesa.”
Lunaize ordenou com um tom de voz forte que não lhe permitia dizer sim ou não, cobrindo as palavras do jovem soldado com isso.
—Almeranto: Para a alegria de vocês, como esse prólogo é bem curto, resolvi fazer e postar logo, em vez de esperar até domingo.
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Como é uma obra que estou fazendo sozinho, posso cometer alguns erros. Caso tenha algo a relatar, por favor, avise nos comentários!
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Até semana que vem!
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