Abismo das Almas — Capítulo 31: CAPÍTULO 31 - 31 — Desafiar a escuridão

Abismo das Almas
Cap. 31
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Abismo das Almas

CAPÍTULO 31 - 31 — Desafiar a escuridão

Capítulo 31

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Capitulo 31 — Desafiar a escuridão

Abismo das Almas

Abismo

O corpo ensanguentado de Deylan cai dividido no chão, mas Skuldyr permanece de pé.

—Skuldyr (rangendo os dentes e olhando para o corpo de Deylan):Deveria ter aceitado o pacto que lhe ofereci e evitado tudo isso.(Suspirando)Fazer o quê? Não é mesmo?

Alguém grita de forma ecoada:“Time return!”

Após isso, um grande domo da cor da areia do deserto molhada e escurecida se ergue em volta de Skuldyr e do corpo de Deylan, que havia começado a sumir.

—Skuldyr (rangendo os dentes):Como pensei, às vezes uma carta é o trunfo que faz o deck ou a mão funcionar.

Tudo que estava dentro do domo começava a brilhar e se mover para trás no tempo.

Até ao instante em que Skuldyr iria atravessar Deylan, porém desta vez ele é parado por nada mais nada menos que a figura nebulosa que usava uma espada de papel para parar o ataque.

—Deylan (espantado):O que você faz aqui?

—Figura nebulosa (sorrindo agradavelmente):Eu vim te dar uma pequena ajuda.

—Skuldyr (retirando a foice e se acalmando):Esse peso no ar como areia, ele está aqui também?

??? (caminhando acariciando sua barba e se revelando por de trás da névoa):Sim, estou.

Skuldyr guarda sua foice de volta no buraco negro que ele invoca.

—Skuldyr (observando toda a área):voltaram-nos atrás no tempo. por quê?

—Figura nebulosa (sorrindo macabramente):Você destruiu uma de minhas cartas.

—Skuldyr (sorrindo):Huhu, disso eu sei. Eu queria saber o porquê? Pois você havia dito que não se importava caso eu destruísse uma de suas cartas.

—Figura nebulosa (sorrindo sinistramente):E você destruiu. Hihi.

E enquanto conversavam, Deylan cai. O mestre o observa e o segura antes que ele alcance o chão.

??? (sério):Seu corpo está começando a se dividir.

—Figura nebulosa (olhando seriamente para Skuldyr):E então você…

—Skuldyr (pronunciando algo):Dener reler teri morkilar ohh abismo permita-me retirar a morte que coloquei sobre este homem. Substitua-a com uma dor equivalente, assim eu, Skuldyr, te peço.

—Figura nebulosa (sorrindo luminosamente):Achei que você se recusaria.

—Skuldyr (sorrindo):Eu gostei dele. Além de que suas habilidades são muito interessantes. Permita-me perguntar qual o seu plano.

—Figura nebulosa (sorrindo grandiosamente):Hihi, meu plano? Hihi, meu plano é… meu plano.

—Skuldyr (rindo):Huhuhuhu, você não muda. Fico feliz por isso.

—Figura nebulosa (sorri gentilmente):Obrigada. Hihi.

??? (sério):Agora só sobra Meiy.

—Skuldyr (questiona):Meiy? É outra de suas cartas?

—Figura nebulosa (sorrindo sinistramente):Sim, ela é.

—Skuldyr (rangendo os dentes):Interessante. Este lugar está demasiadamente chato. Acho que irei com vocês. Eu posso?

??? (sério):Seria mais alguém ajudando a treiná-los.

—Figura nebulosa (sorrindo enigmaticamente):Isso é bom. Nesse caso, sim, você pode. Venha.

E assim, Skuldyr, o mestre e a figura nebulosa teleportam para a sala principal. Chegando lá, se deparam com alguém.

Em algum lugar do Abismo, onde se encontrava Meiy:

Meiy se contorcia de medo das sombras que dançavam e a cercavam. Ela tremia, chamando pela figura nebulosa, pelo mestre, por alguém que a pudesse tirar de tal sofrimento.

—Meiy (tremendo):Por favor, acenda, acenda as luzes. Eu faço qualquer coisa, mas por favor acendam as luzes. Por favor!

Ela suplicava e suplicava, mas ninguém a acudia. Ela estava no breu, sozinha, mantendo seus olhos fechados.

Ela chorava e gritava cada vez mais.

Até que depois de muito tempo, uma voz se faz ecoar.

???(de forma ecoada):Por que não abre seus olhos?

—Meiy (pensando):Será que ele voltou para me salvar?(Com a voz trêmula)Eu não posso, eu tenho medo.

??? (de forma ecoada):Do que tem medo?

—Meiy (pensando):Não, não é a voz dele.(Tremendo)Medo, tenho medo do escuro.

??? (de forma ecoada):E por que? Tem medo o que ele te fez?

—Meiy (tremendo):Monstros, tenho medo dos monstros do escuro.

??? (de forma ecoada):Quer que eu te ajude?

—Meiy (tremendo):Sim, eu quero… não.

??? (com a voz surpresa):Não?

—Meiy (chorando):Não, não é isso. É que alguém prometeu que acenderia as luzes se eu matasse três intrusos, mas mesmo depois disso ele não cumpriu sua promessa. Ele…(tremendo e gaguejando)ele me deixou presa aqui na escuridão. Ele me abandonou.

??? (de forma carinhosa):Não se preocupe, eu não vou te abandonar. Eu vou te ajudar a acender as luzes.

—Meiy (esperançosa):Promete?

??? (de forma calorosa):Prometo.

—Meiy (esperançosa):Então o que tenho que fazer para iluminar esta escuridão?

??? (de forma ecoada):Simples, muito simples. Abra os olhos.

—Meiy (assustada):Não, não, não, não, não, não, não! Isso não, por favor, não me faça olhar. Eu não quero!

??? (de forma calorosa):Tudo bem, mantenha-os fechados. Ou então use isto.

Um galho pegando fogo cai próximo a Meiy.

??? (de forma ecoada):Vamos, pegue e queime a escuridão. A afaste com sua luz.

—Meiy (com os olhos fechados tenta pegar a tocha e acaba se queimando):Ahhhhrgh! Isso queima, isso queima!

??? (de forma alegre):Pois queima! É fogo! Abra os olhos e pegue. A luz dela é imensa e afasta a escuridão que tanto temes.

E assim Meiy o faz. Ela abre os olhos, observa e pega o galho do lado certo sem se queimar. Então ela se levanta, decidida a, ou pelo menos tentar enfrentar a escuridão.

Fim da leitura

Capítulo 31 concluído

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