Abismo das Almas — Capítulo 41: CAPÍTULO 41 - 41 — Fumaçã

Abismo das Almas
Cap. 41
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Abismo das Almas

CAPÍTULO 41 - 41 — Fumaçã

Capítulo 41

770 palavras~3 min de leitura

Capitulo 41 — Fumaçã

Abismo das Almas

Os candidatos, exceto os8que decidiram continuar com a prova, estavam descansando e formando suas equipes para enfrentar o general Rodric. Ao todo, eram20equipes de5membros cada. Próximo à torre do general, Nylk e os outros candidatos apresentavam-se.

—Candidato a sd #3 (comendo):Meu nome é Greyd, sou da região de Skyeast. Meu pai é médico e minha mãe professora—

—Candidado a sd #2 (deitado na grama):O nome e a região já bastam, não precisa de tudo isso. Entrar em detalhes sobre nós agora só irá gastar nosso tempo. Meu nome é Lid, sou de Skymid.

—Greyd (irritado):Quem você pensa que é para me interromper, idiota?

—Lid (levantando-se enervado):O que disse?

—Greyd (guardando seu hambúrguer):Chamei você de idiota. I-di-o-ta. É surdo por acaso?

—Lid (irritado):Eu não sou surdo, mas você será depois do que farei.

—Candidato a Sd #5 (levantando-se):Acalmem-se, vocês dois.

—Candidato a Sd #1 (o segurando):Calma, Kray, deixe os dois. Vamos ver o que acontece.

—Kray (olhando o #1):Não posso deixar uma coisa dessas acontecer entre futuros companheiros. Meu orgulho impede Ouk.

—Ouk (tirrando uma nota de 70 no bolso):Impede?

—Kray (levando a nota):Quero dizer, ah, isso é normal. É assim que surgem as melhores amizades.

—Nylk (gritando):Briiiiigahhhhhh!

Os outros candidatos rapidamente aproximaram-se para ver o que estava acontecendo. Lid e Greyd se encaravam, sacando suas armas: Lid uma espada e Greyd seu gigantesco martelo. Lid, ao testemunhar a grandeza do objeto, recitou um encantamento para sua espada para torná-la mais forte e bater de frente com a arma de Greyd.

—Ouk (subindo uma parte da escada da torre com três caixas em mãos):Façam suas apostas aqui! Quem acha que Lid vencerá, coloque seu dinheiro na caixa azul. Quem aposta no Greyd, na caixa vermelha. E quem aposta no empate, na caixa amarela. As apostas começam a partir de5 Zylks.Vamos, vamos!

Os candidatos faziam suas apostas…

Na taverna, Ráy e o general observavam.

—General Rodric (olhando seriamente para Ráy):E então, Ráy?

—Ráy (sério):Então o quê?

—General Rodric (levantando-se calmamente):Em quem você?

—Ráy (sério):Em quem eu?

—General Rodric (gritando alto e colocando com força uma nota de 1000 Zylks que racha a mesa):EM QUEM VOCÊ APOSTAHHHHHHHH!

—Ráy (bebendo seu café):Em ninguém. Não faço esse tipo de coisa, Vossa Majestade não iria gostar.

—General Rodric (em um tom debochado):Vossa Majestade não iria gostar, hmph. Admita, Ráy, diz isso porque sabe que vai perder.

Nesse momento, Ráy tem flashbacks de sua majestade.

“Não percas, é uma ordem” era o que ela dizia.

—Ráy (estardalhaçando a mesa com uma nota de 2000 Zylks):Eu não irei, em nome de minha majestade.

—Abismo — Sala da figura nebulosa.

Onde Deylan e Meiy estavam…

Os mesmos começavam a dar alguns tremeliques. Seus ferimentos estavam completamente curados, estavam prestes a acordar.

E abaixo da prisão, o247caminhava junto da criatura, ignorando o pedido de ajuda das prisioneiras, ele avançava com o único desejo de ver sua esposa. Ele e a criatura chegam à cela140.

—Prisioneiro 247 (observando a numeração da cela):Por quê? Não tem ninguém aqui.

—Criatura (tirando uma chave de sua bolsa):Se acalme, daqui a nada irá vê-la. Não se preocupe.

A criatura destranca e abre a sala, e ambos entram.

A criatura retira a máscara do247e a devolve na sua bolsa, e dela retira uma pequena lâmina.

—Criatura (olhando o 247):Me dê seu braço.

O247, sem hesitar, o entrega.

—Criatura (pronunciando algo enquanto corta o braço do 247):“Marzon arnat marzof agnir isoron noterof.”

A criatura ficou em silêncio por um tempo enquanto escrevia com a lâmina o que acabara de dizer.

O247parecia estar em transe, ele não se mexia nem por um segundo.

A criatura sussurrou algo no ouvido do247, e o mesmo avançou e, com o sangue dos cortes, desenhou um retângulo na parede da cela e, dentro do retângulo usando o sangue, ele escreveu o número14no centro.

Ele deu um recuo e o centro do retângulo começou a se avermelhar e a brilhar, dando origem a uma porta cor de vinho com uma maçaneta completamente escura e um olho amarelado alaranjado escuro acastanhado no centro, com o número14substituindo suas pupilas.

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A criatura avançou, e sussurrou para o247o fazendo sair do transe. O247começou a gritar de dor pelos cortes em seu braço, a criatura o segurou pelo pescoço e o fez ajoelhar perante a porta.

—Criatura (com a mão no pescoço do 247):Isso, grite, grite mais. Satisfaça a porta.

Os gritos e gemidos do247transformaram-se em fumaça, saindo de seu corpo e sendo absorvidos por uma gigantesca boca sorridente que surgia na porta.

O247deu seu último grito: “Ahhhhhhhhhhhhhrg!”

E então desmaiou. Em seguida, a porta some lentamente, deixando um vazio em seu lugar.

Fim da leitura

Capítulo 41 concluído

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