Abismo das Almas — Capítulo 46: CAPÍTULO 46 - 46 — barulheira

Abismo das Almas
Cap. 46
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Abismo das Almas

CAPÍTULO 46 - 46 — barulheira

Capítulo 46

858 palavras~4 min de leitura

Capitulo 46 — barulheira

Abismo das Almas

Abismo Prisão

Um som de uma porta se abrindo reverbera pelas paredes de toda a prisão.

Em uma das celas da prisão…

— ??? (caindo de sua cama):Ohhhhp… aiai, isso doeu! (olhando para seu companheiro de cela): Ei, que dia é hoje?

— ??? #2 (chutando uma bandeja para o velho):Eles distribuíram isso. Essa é a sua, aproveite.

— ??? (coçando a cabeça):Bandejas? Ahhhh, por quê você não me acordou? Hoje é dia do…

Em outro lugar da prisão, onde se localizava a porta que fazia aquele som estrondoso, uma porta solitária em um local habitado pela densa névoa, respirada pela porta.

Dois vultos surgem no local e batem quatro vezes na porta. Ela abre seus ameaçadores olhos, boceja e olha para os vultos.

—Porta (fixando seus olhos nos dois vultos):Para onde vocês vão?

Um dos vultos coloca um caderno na boca da porta e diz“para a sala do relatório”.

A porta mastiga o caderno, o engole, fecha seus olhos e boca, e se abre. Os dois vultos atravessam-na.

Tudo isso causou novamente sons que puderam ser ouvidos pelos habitantes da prisão.

Onde os prisioneiros da figura nebulosa se encontravam.

—Vrash (preocupada):Mas o que será isso? O que estará fazendo este som?

—??? (encostado à parede):Vai saber. Se eu fosse você, nem procurava saber. Esse lugar é estranho, apenas ignore. Faça como eu, aproveite enquanto ainda temos paz, pois mesmo que aqueles dois tenham empatado, a senhorinha demônia o matou primeiro.

—??? #2 (deitado ao chão):Mas… mas a menina morreu, então estamos a salvo.

—??? (respirando fundo):Gostaria de pensar assim, mas todos nós testemunhamos em primeira mão o poder demoníaco deste lugar e quando nós a mat…

—Rei (levantando a mão ao homem):Não se atreva.

—??? (com um leve medo):Me… me desculpe, meu rei. Não tocarei mais nesse assunto perante sua presença.

—Rei (baixando a mão):Que assim seja e se mantenha.

Vrash sente sua cabeça doer e começa a escutar vários sussurros acompanhados de flashes de memória de várias pessoas gritando em uma floresta que parecia estar coberta por uma areia alaranjada e vermelha.

—Sussurros (de forma ecoada e incômoda):Morte, morte, você trouxe morte, morte, você, você, você é a culpada pela morte deles. Você matou pessoas inocentes.

—Vrash (segurando sua cabeça e se apoiando a uma parede):Estávamos apenas fazendo o que tinha que ser feito pelo nosso reino, eliminando aqueles demônios, aqueles monstros (tonta e enjoada): Eu não, eu não matei ninguém, apenas livrei o mundo de uma praga.

O rei, vendo a situação de Vrash, se aproxima.

—Rei (entregando um copo do que parecia ser água a Vrash):Beba e se acalme, Vrash. Resista, não deixe isso afetar você.

—Vrash (bebendo a água):Não deixarei, meu rei, não se preocupe.

Na sala ao lado…

—??? #2 (deitado na sua cama):E aí, você conseguiu?

—??? (tossindo sangue):Coff, coff. É uma mulher difícil, mas vou continuar. E quando ela baixar a guarda, eu conseguirei que ela aceite o pacto.

Acima da prisão, na caverna da figura nebulosa, onde Deylan e Meiy se encontravam.

Meiy começava a acordar, acompanhada de uma forte dor em sua cabeça.

—Meiy (com a mão na testa):Arghhhh, isso dói. Arghhhh. (olhando em volta): Ahh. (dando um golpe na bochecha de Deylan): É você? O que você tá fazendo aqui? O que eu estou fazendo aqui? Onde é aqui? Que lugar é esse?

—Deylan (massageando sua bochecha):Isso doeu.

—Meiy (em um tom frio):A culpa é tua por me assustares.

—Deylan (dando o bilhete deixado pela figura a Meiy):Minha? Arff, tanto faz. Eu estou tão perdido quanto você. A única coisa que temos é esse bilhete deixado por ele.

—Meiy (lendo o bilhete):Conheçam-se e libertem-se. Ela quer que nós nos conheçamos para quê?

—Deylan (se cobrindo com um cobertor):Sei lá, menina. (bocejando): Que frio, que sono.

Um nevoeiro espesso e fracamente visível se fez presente no local, trazendo consigo uma temperatura baixa e uma sonolência que se fez sentir apenas em Deylan.

Deylan decide apagar a luz do local pressionando um interruptor, trazendo a escuridão ao local.

—Meiy (sendo inundada por um medo avassalador e sem sentido e trazendo um peso à sua consciência):Ahhhhhhhhhhhhhhh!

—Deylan (acordando com o grito e acendendo as luzes):Quê isso, menina? (notando a respiração trêmula e ofegante de Meiy): O que será que ela tem?

—Meiy (tremendo de medo):Ah, a luz, por favor, a mantenha acesa.

Deylan era atingido por um estranho e desconhecido sentimento.

—Deylan (???):Quer conversar?

Sala principal da caverna da figura nebulosa.

—Figura nebulosa (sorrindo estranhamente, todo encharcado):Hihihihihihihihihihiiii. Finalmente temos progresso. Hihi.

Abaixo da sala principal — Prisão

No local onde se encontrava a barulhenta porta.

Mais alguns vultos se aproximavam da porta.

—Porta (com seus olhos fixos nos vultos):Para onde vocês vão?

Os vultos respondem“para a sala do relatório”.

Todos colocam cadernos na boca da porta, que os mastiga e engole, fecha seus olhos e boca e se abre. Os vultos a atravessam, se originando em um gigantesco e amedrontador castelo feito de uma pedra escura. O castelo emanava uma aura escura ao seu redor, junto de uma grande opressão.

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Os vultos se encontravam todos diante da entrada do castelo, perante seu portão, que lentamente, junto de um estrondoso som que estremece toda a prisão, se abre.

Fim da leitura

Capítulo 46 concluído

CAPÍTULO 46 - 46 — barulheira