Abismo das Almas — Capítulo 51: CAPÍTULO 51 - 51 — Sorria bastante

Abismo das Almas
Cap. 51
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Abismo das Almas

CAPÍTULO 51 - 51 — Sorria bastante

Capítulo 51

880 palavras~4 min de leitura

Capítulo 51 — Sorria bastante

Abismo das Almas

Abismo–Caverna da figura nebulosaNa sala onde Deylan e Meiy se encontram.

Deylan sentia um frágil sentimento estranho e desconhecido que o fazia indagar.

—Deylan (???):Quer conversar?

—Meiy (se acalmando e estranhando a pergunta):Conversar? Por quê?

—Deylan (com o sentimento se esvaindo lentamente):Ah… ahh eu não, eu não sei (em seus pensamentos): Isso foi estranho. O que foi isso? O que era isso?

—Meiy (deitando a cabeça para perto do ombro com uma expressão de estranheza):Han… Como assim?

—Deylan (com uma leve sensação de vapor de água quente na cabeça e com uma dor fraca):Argh, eu disse que não sei.

—Meiy (indiferente):Ok.

Sala onde a figura nebulosa se encontrava.

Skuldyr e o mestre entravam no local.

—Mestre (entrando, acariciando sua barba):São guerreiros fortes. Espero que não se percam em seus abismos.

—Skuldyr (entrando com a foice posicionada em seu ombro esquerdo):Não achei eles fracos fisicamente também, porém a mente é a mente. Espero também que eles não se percam.

—Figura nebulosa (virando-se lentamente com a cadeira, entrelaçando os dedos):Vocês voltaram, hihi. Como correu o treino?

—Mestre (fazendo um gesto com sua espada para remover o sangue):Correu bem.

—Skuldyr (lambendo o sangue que respingava da lâmina de sua foice):Lindamente, huhu.

—Figura nebulosa (sorrindo macabramente e luminosamente, virando-se para a tela):Hihi, assim vejo.

O mestre fica em posição de meditação e levita, direcionando-se para perto da figura nebulosa para observar também. Já Skuldyr bate com a parte de baixo de sua foice no chão e faz surgir uma espécie de trono de sepulturas direcionada para a tela também.

—Skuldyr (abrindo um buraco negro, devolvendo a ele sua foice e sentando-se):E então, o que você está fazendo com esses dois aí?

—Figura nebulosa (sorrindo alegremente):Um experimento.

—Skuldyr (rangendo os dentes):Com qual objetivo?

—Figura nebulosa (sorrindo brilhantemente):Emoções.

—Skuldyr (mudando a cor e a visão de seus olhos para uma cor roxa, observando Deylan e Meiy):Emoções? Entendo.

—Mestre (acariciando sua barba):Algum progresso?

—Figura nebulosa (sorrindo alegremente):Sim, um pequeno passo para eles, e um grande passo para mim.

—Vílk (observando no espelho que o general criou para observar o campo de treinamento):Tem candidatos treinando, hehe (fazendo um gesto de despedida): Ráy e general, eu vou nessa, hehe.

—Ráy (sério):Veja se não arruma nenhum problema, Vílk.

—Vílk (de costas, levantando o polegar para cima):Não se preocupe. (Sussurrando para si): Não farei nada fora do normal.

Vílk sai da taverna e pula da colina, voando usando sua aura em direção ao campo de treinamento.

Uma criança em uma cidade ali por perto.

—Criança (sorrindo, pegando na mão de sua mãe e apontando ao céu):Olha mãe, é o Vílk.

Vílk observa e faz um gesto de cumprimento.

—Criança (sorrindo intensamente):Ele me viu, mãe. Ele acenou para mim. Meus amigos não vão acreditar quando eu contar (olhando nos olhos de sua mãe): Será que um dia poderei voar como ele, mãe?

A mãe da criança o agarra e o carrega ao alto.

—Mãe da criança (girando e sorrindo com ela):Claro, filho, você vai voar até as estrelas. (O deixando no chão e se agachando para mais próximo da criança): Mas você tem que treinar, comer, estudar e sorrir bastante para isso, Ayndař.

—Ayndař (sorrindo de orelha a orelha):Sim, mãe.

Vílk chega ao campo de treinamento, admirando todos os candidatos.

—Um dos candidatos (surpreso):Mas é o? É o Vílk.

—Outro candidato (também surpreso):É ele mesmo.

Os candidatos rodeavam Vílk.

—Vílk (sorrindo timidamente):Hehe, sou eu mesmo. (Flutuando): E então, o que vocês estão fazendo? (Com a mão na nuca, dando um sorriso): Hehe, que pergunta idiota. Como vai o vosso treinamento?

—Um líder de uma das equipes (aproximando-se):Bom, um rapaz de uma equipe…

—Vílk (estranhando):E…quipe?

—Líder de uma das equipes (sorrindo):Bom, eh… esse rapaz teve a ideia de desafiar a cópia do general Rodric para um duelo de equipes, pois nenhum de nós duraria mais um segundo naquele teste de resistência.

—Vílk (flutuando, olhando em volta e vendo a cópia do general, surpreso):A cópia do general Devic? (Com a mão na testa): Bom, parece que vocês estão com problemas, hehe. Querem ajuda com o treino?

Os candidatos alegram-se.

—Líder de uma das equipes (feliz com a mão no peito):Seria uma honra. Acho que todos achariam isso incrível.

—Vílk (sorrindo):Hehe. (Aterrissando) Mas onde está o rapaz?

—Líder de uma das equipes (em um tom de lamento):Ele e a equipe dele foram à sala médica, pois dois de seus membros acabaram brigando.

—Vílk (sorrindo):Hehe, acontece nas melhores equipes. Espero que se recuperem logo para se juntarem. Mas até lá (sacando uma de suas espadas e se posicionando, sorrindo): Vamos nos concentrar em nosso treino, hehe.

Abismo

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Morkitur

em uma floresta enevoada, habita uma enorme e grotesca criatura de forma amorfa, com um corpo feito de uma substância viscosa e cinzenta. Ela possui um rosto assustador com olhos vermelhos brilhantes e um largo sorriso de dentes afiados, todos também brilhando em vermelho. É comum essa criatura ser vista observando as almas que vagam pelo abismo, mas para que fim? Diversão talvez, não se sabe.

O territorio no qual ela habita possui uma areia cinza perto a um rio de líquido vermelho que se assemelha a sangue. Ao redor, pedras grandes e árvores negras com galhos retorcidos, também há símbolos estranhos e misteriosos esculpidos nessas pedras, também brilhando em vermelho.

Fim da leitura

Capítulo 51 concluído

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