Abismo das Almas — Capítulo 83: CAPÍTULO 83 - 83 — Luz

Abismo das Almas
Cap. 83
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Abismo das Almas

CAPÍTULO 83 - 83 — Luz

Capítulo 83

736 palavras~3 min de leitura

Capítulo 83 — Luz

Abismo das Almas

Abismo — Sala principal da caverna da figura nebulosa

—Figura nebulosa(sorrindo cintilantemente): tem calma Skuld, Você não acha a amizade algo incrivelmente interessante?

—Skuldyr(rangendo os dentes): Não.

—Figura nebulosa(sorrindo calmamente): Pois você deveria. (Virando-se para a tela com entusiasmo) Eles agora são melhores amigos… e isso é fascinante!

—Skuldyr(bocejando de forma lenta): WuaAhhh… E daí?

—Figura nebulosa(sorrindo brilhantemente): E daí? (Virando-se devagar para a tela e sorrindo de forma incandescente e luminosa) HiHi… E daí… (juntando os dedos) Aguarde, meu caro… aguarde.

Maftar — Arridar — Na estrutura

Cada passo que Deylan e Meiy davam se tornava mais pesado. A espada de Deylan e o cajado de Meiy estavam ambos perdendo seus brilhos e sucumbindo à escuridão.

—Deylan(percebendo a escuridão tomando conta): Por quê? Nós entramos aqui… (sentindo leves tremores na mão de Meiy) Quer voltar atrás?

—Meiy(meio ofegante, vendo a luz de seu cajado perder aos poucos o brilho): Eu… eu…

Ela tentava lutar contra seu medo, mas ele parecia mais e mais forte. Entretanto, no momento em que ela ia ceder e fechar os olhos, à sua direita ela observa uma luz esférica com as cores de uma vela.

—Meiy(com uma lágrima escorrendo ao ver a luz): Ry… Ryza?

—Deylan(observando o comportamento estranho de Meiy): O que foi? Com quem está falando? Para onde está olhando?

—Meiy(sorrindo levemente, limpando a lágrima e gritando virando-se para Deylan): Buuuuuuu!

—Deylan(dando um pulo com o susto): Ahhhh!

—Meiy(rindo e chorando): Te-he-he-he-he… aí, aí… (limpando as lágrimas e estendendo a mão para Deylan, que caiu com o susto) Devias ter visto a tua cara! Te-he-he…

—Deylan(dispensando a mão de Meiy e se levantando por conta própria): Idiota… (apanhando a espada que já havia perdido todo seu brilho) Pelo visto, vamos ter que andar às cegas. A escuridão parece gostar da luz… e não temê-la.

—Meiy(vendo o brilho de seu braço-cajado mais escuro): Como o orbe… Mas então… teremos que ficar às escuras?

—Deylan(olhando para Meiy): Eu volto a repetir… você está bem com isso?

—Meiy(em seus pensamentos, vê uma esfera pequena emitindo uma luz de vela na escuridão): Ryza… Eu manterei meus olhos abertos. (Olhando para Deylan) Sim… eu estou.

—Deylan(colocando a espada na carta novamente, olhando em frente e segurando a mão de Meiy): Pronta?

—Meiy(olhando para seu braço-cajado): Pronta. É hora de apagar as luzes.

Meiy torna seu braço-cajado ao “normal”, e então a luz se esvai. Mas desta vez, seus olhos se mantêm abertos. Ela não enxerga mais o puro breu que a escuridão deixava, mas sim uma leve e frágil luz de vela.Então, ela deu um passo à frente… e Deylan fez o mesmo.

Assim, os dois continuaram andando de mãos dadas, enfrentando a escuridão que, aos poucos, como a luz, se esvaía. E seus passos ficavam mais leves.

—Meiy(em um tom alegre): Está funcionando! Está funcionando!

—Deylan(em um tom levemente alegre): É… pois é…

Abismo — Sala principal da caverna da figura nebulosa

—Skuldyr(rangendo os dentes, prestando levemente mais atenção que antes e sorrindo de forma leve): Yg… Eu ainda odeio o tempo todo que passou sem praticamente nada… mas eu entendo a importância do nada e da calmaria que ele traz. E o que isso trouxe a eles… mesmo que eu tenha achado chato… é um pouco fascinante.

—Figura nebulosa(sorrindo de “orelha a orelha”): HiHi! Eu disse a você… isso é fascinante! (Olhando para o Mestre) O que você acha?

—Mestre(acariciando a barba): Pergunto eu a você… o que você acha que eu acho?

—Figura nebulosa(sorrindo luminosamente): HiHi… Eu acho que sei o que você acha… aliás, tenho certeza.

—Mestre(sacando sua espada e a observando): Fascinante.

Maftar — Arridar — Na estrutura

O corredor estava cada vez menos escuro. Ele começava a se iluminar fracamente por conta própria, revelando sua aparência rochosa.Deylan e Meiy continuavam a caminhar, e a escuridão à sua frente começava a se dissipar. Por fim, o corredor fez sua última revelação.

—Meiy(espantada com o que via): Uma… uma…

—Deylan(compartilhando do mesmo sentimento): Porta?

Uma velha porta de madeira estava diante deles. E, é claro, não era uma porta comum. Ela emitia um ruído… e não era de um ranger.

—Meiy(notando o ruído e o ouvindo com mais atenção): Ela está… roncando.

—Deylan(se entreolhando com Meiy): Estamos a pensar no mesmo?

—Meiy(sorrindo): Te-he-he… Vamos bater?

Deylan dá um leve sorriso, sinalizando um “sim”.Então, eles se viram, ambos levantam seus braços e, ao mesmo tempo:

Knock… Knock…Eles batem à porta.

Fim da leitura

Capítulo 83 concluído

CAPÍTULO 83 - 83 — Luz