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Angel Black: Tentando Sobreviver Neste Mundo Sombrio — Capítulo 38: CAPÍTULO 38 - Side Story – Celebrating the Village’s 10th Anniversary Festival Parte 7 – Animando a Amiga

Angel Black: Tentando Sobreviver Neste Mundo Sombrio
Cap. 38
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Angel Black: Tentando Sobreviver Neste Mundo Sombrio

CAPÍTULO 38 - Side Story – Celebrating the Village’s 10th Anniversary Festival Parte 7 – Animando a Amiga

Capítulo 38

1.041 palavras~5 min de leitura

Side Story – Celebrating the Village’s 10th Anniversary Festival: Parte 7 – Animando a Amiga

Angel Black: Tentando Sobreviver Neste Mundo Sombrio

— Você o quê?

— Hehe… Eu levantei a saia da Chloe em público… E agora ela não quer mais falar comigo…

Dante e Saphir tinham se encontrado com Larry, que estava com um olho roxo.

— Bem, acho que isso explica o seu olho roxo. Mas por que você fez isso com a senpai?

— Só porque eu tirei um mosquito da cabeça dela, ela me deu um soco, é mole? E para me vingar eu levantei a saia dela em público.

— Que coisa feia de se fazer Larry! Devia estar envergonhado — exclamou Saphir.

— Foi ela que começou Saphirzinha…

— Mesmo assim, isso é muito feio!

— Hm! Tá, mas você pediu desculpa pra ela? — Dante perguntou.

— Não, ela não quer mais falar comigo.

— Ehhhh. Meio óbvio? Você levantou a saia dela em público, propositalmente.

— Por isso eu vim pedir a sua ajuda.

— Opa, não Ren! Eu não vou ajudar, isso não é problema meu, se vira, hmph! — Dante falou enquanto fazia biquinho.

— Caso me ajude eu faço o seu trabalho por um dia inteiro!

— Onde foi a última vez que você viu ela mesmo?

Aos olhos de Saphir, que estava observando a situação. Dante cedeu facilmente o pedido de Larry.

O garoto correu até o último local que a Chloe estava, e deixou Larry cuidando de Saphir enquanto isso.

— Larry, por que o Dante te chamou de Ren? — perguntou a garotinha que estava ao lado do rapaz.

— Ahn? Longa história!

Ao ir atrás da Chloe, o garoto passou em frente a uma banca que vendia maçã do amor. Ele decidiu comprar uma, pra ver se ela ficaria calma.

Depois do que aconteceu, o mínimo a se pensar é que ela está bastante irritada.

Depois de procurar muito. Dante achou a sua colega e veterana de trabalho. Ela estava sentada em cima de uma escada, fazendo uma cara emburrada. Apoiando a sua bochecha em sua mão.

— Chloe-senpai! — Dante acenou com a mão para chamar a atenção dela, e funcionou.

— Dante?!

— Cê tá bem?

— Ah! Claro! O Larry levantou a minha saia e todo mundo viu.

— Ele disse que você bateu nele.

— Foi porque ele me bateu primeiro.

— Aff! Olha só, eu não gosto de ver dois amigos brigados. Então tome aqui.

— Ahn?! Isso é…?

Dante deu a maçã do amor que tinha comprado para a garota.

— Olha só, ambos estão errados. Você por bater nele, e ele por levantar a sua saia. Quando a gente se encontra com ele. Eu quero que vocês peçam desculpa um pro outro.

— Ah… Tá bom.

“Nossa, me senti alguém superior falando desse jeito”

— Falando nisso, isto daí que eu te dei é uma maçã do amor.

— Tô sabendo, já comi já. Inclusive foi o Larry que pediu para um moço fazer isso aqui.

— Sério? Tenho que agradecer a ele por isso!

— Espera um pouco… Aquele moço falou que isso representa o amor, né? Então isso significa.

— Hã? O que disse aí?

Chloe sussurrou, então Dante não conseguiu ouvir as suas palavras.

“… Isso significa… Que o Dante me ama? Espera aí, espera aí, espera aí. Isso faz sentido, não faz? Por que ele me daria uma maçã do amor se não fosse por isso?”

A Chloe levou o significado da maçã do amor ao pé da letra. Se isso realmente funcionasse desse jeito, cada vendedor de maçã do amor amaria desconhecidos no sentido romântico, e sem exceção.

— Chloe…? Cê tá bem? Tá vermelha.

— Ahn? Não é nada não! Vamos fazer alguma coisa?

— Ah? Tá bem.

Com seus pensamentos, a Chloe ficou corada, e para disfarçar isso, ela chamou Dante para fazer algo com ela.

— Tá mas e aí? O que você quer fazer?

— Ahn! Eu não pensei muito nisso… Ah, acho que já está na hora de iniciar o concurso.

— É verdade. Você tinha anunciado o mesmo há dois dias atrás né?

— Sim! Sim! E muita gente se inscreveu para o concurso. Mas e aí Dante, trouxe o prêmio?

— O quê? Você pediu para eu trazer?

— Hã… Sim?

— Já volto, pode iniciar o concurso.

— O quê? Mas aonde você—

— Já volto!

— Mas o que, que…

Dante saiu em disparada. Chloe sem entender nada decidiu fazer o que o garoto disse: iniciar o concurso.

O garoto foi correndo rapidamente até a mansão que não era tão longe dali. Ele realmente não se lembrava de quando a Chloe pediu para o mesmo levar o kotatsu. Ele pensou que ela mesma iria levar.

Dante não queria deixar a Chloe desapontada com ele, então por isso, saiu correndo sem esclarecer nada.

Ele pegou o atalho e chegou na mansão, agora a sua única preocupação seria: como ele iria levar o kotatsu para lá?

Certamente ele poderia desmontar o mesmo, e montar novamente no festival, mas foi aí que ele viu a sua grande burrada. Ele percebeu que demoraria demais fazer isso com cada parte do kotatsu, pois não conseguiria levar tudo sozinho.

— Deu ruim! — ele exclamou em um tom irônico.

Mas já não tinha mais volta. Ele chegou na mansão, essa corrida que o garoto fez gastou boa parte da estamina do seu corpo. Se ele tentasse voltar correndo para pedir a Chloe para adiar o evento por uma hora, ele certamente não conseguiria.

Ele estava muito cansado para isso, e até suou um pouco. Tudo que ele poderia fazer, era rezar para as deusas lhe darem um milagre nesse desastre.

— Certamente a Chloe não vai gostar nada disso… Eu acho que nem o Ceifador conseguiria derrotar ela em fúria. Ai, ai!

Ele falou em um tom brincalhão, mas por dentro ele estava suando frio. O garoto queria poder fazer duas coisas que vieram a sua mente: se fazer de desentendido e falar que não tinha ouvido; e se agachar no chão e pedir mil perdões para ela.

Nessa altura do campeonato, Dante desistiu de tentar recuperar o kotatsu, e achou melhor receber a sua bronca. Mas antes de virar para trás, a chama da esperança acendeu em seu coração.

Ele viu lá um trio que o mesmo não teve muito contato. Aiko, Melli e Emi.

— Vocês são anjos?

Com a pergunta inusitada do garoto. A de cabelos verdes respondeu com um:

— Hã? O quê?

Fim da leitura

Capítulo 38 concluído

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