Dimensional Sovereign — Capítulo 13: CAPÍTULO 13 - 12

Dimensional Sovereign
Cap. 13
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Dimensional Sovereign

CAPÍTULO 13 - 12

Capítulo 13

1.126 palavras~5 min de leitura

Dimensional Sovereign – Capítulo 13

A Habilidade para Ganhar Dinheiro (1)

A recuperação milagrosa de sua perna! O misterioso cabelo prateado que crescia em sua cabeça! Parecia um sonho inacreditável, mas estava realmente acontecendo. Não era um sonho. Era a realidade.

Mas ele não podia simplesmente relaxar e curtir a situação. Isso não havia sido um milagre. Ontem à noite ele lutou contra monstros no mundo de Hwanmong, e morrer ali significaria morrer na realidade.

No futuro seria a mesma coisa. Se ele não vencesse no mundo de Hwanmong, então ele morreria imediatamente.

“Vitória incondicional! Se você não quer se tornar um cadáver como eu…” —O cadáver havia dito.

Ele foi derrotado.

Este era um assunto importante. Kang-jun não tinha certeza de por que o cadáver tinha a missão de lhe dar o poder de Hwanmong. Mas o cadáver havia falhado. E ele se transformou naquilo depois de perder. —Jamais serei como ele.

Ele precisava ganhar. Para fazer isso, precisava de mais força. Em outras palavras, ele tinha que aumentar seu nível.

Primeiro preciso completar a mana. —Foi declarado que a porta para Hwanmong se abriria em três dias. No entanto, nunca se sabe o que poderia acontecer, então era melhor preenchê-la o mais rápido possível. —É melhor eu comer alguma coisa antes disso.

Kang-jun pegou um pacotinho e hashis (pauzinhos) e foi para a cozinha. Ele estava caminhando quando de repente se virou e olhou para o lado. Quarto 413. O quarto de onde ratians continuavam saindo, em Hwanmong. Por que eles só saíram daquele quarto?

Foi naquele momento.

Novas palavras apareceram na frente de Kang-jun.

[Missão 3]

– Faça do quarto 413 um quartel militar depois de torná-lo seu território.

– Recompensa: Experiência

Uma missão!

Kang-jun recebeu a terceira missão, das cem que ele precisava para completar!

Transformar um território em quartel?

Naturalmente, Kang-jun estava bem ciente do que quartéis eram. Eram lugares onde os soldados descansavam. Mas qual era o propósito de transformar o quarto 413 num quartel? —Droga! Como eu vou fazer isso? —Seria fácil uma vez que ele obtivesse um contrato para o quarto 413. Só precisaria pagar por ele. Então seria território de Kang-jun.

Mas essa história de construção de quartéis era absurda. Como ele iria transformar uma pequena sala em um quartel? —Ah, será que… —Uma ideia se acendeu na mente dele. —É isso!

As missões dadas foram em conjunto com Hwanmong. Em outras palavras, o quartel não era algo que ele precisava se preocupar aqui e agora. Tudo o que Kang-jun precisaria fazer na realidade era assinar um contrato para o quarto 413! Assim, ele seria capaz de criar um quartel militar lá, ao entrar em Hwanmong. Era como o quarto 406. Para conseguir isso, o quarto 413 precisaria antes de tudo estar vazio. Se estivesse alugado ele não seria capaz de completar a missão.

Eu deveria perguntar ao gerente. —Kang-jun caminhou imediatamente para a sala do gerente do pensionato. —Ele não está aqui?

O gerente estava ausente. Ele devia estar ocupado com alguma coisa.

Melhor eu ir comer primeiro. —Ele iria procurar o gerente novamente depois. Kang-jun se dirigiu para a cozinha. Era um lugar de uso comum, onde as pessoas que viviam no pensionato poderiam usar a pia, geladeira e utensílios domésticos.

Já havia outra pessoa lá, um jovem magro com seus 20 anos de idade, com um rosto de aparência suspeita. Ele era Kim Sang-min, que trabalhava durante a noite na Lan House do 3º andar.

Kang-jun agitou um copo de ramyun e disse.

— Sang-min, se estiver fervendo água, então por favor, ferva um pouco mais.

Sang-min perguntou, confuso.

— Eu te conheço por acaso? — Ele estava olhando para Kang-jun como se ele fosse um estranho. Parecia que estava incomodado.

— O que foi? Pra quê essa cara? Não é nada demais, só estou pedindo para você ferver água a mais.

— Por que você está falando comigo como se me conhecesse? — Sang-min estava contrariado com aquela simples conversa. Kang-jun ficou indignado.

— Como assim? E eu não te conheço, por acaso? Sou eu, Lee Kang-jun.

Sang-min o encarou com uma expressão confusa. Então seus olhos se arregalaram.

— Kang-jun meu velho? É mesmo você?

— Claro que sim. Você tá dormindo ainda? Como é que não me reconheceu?

— Desde quando você tem tanto cabelo?

— Que que tem o cabelo?

— Não me diga que é uma peruca?

— Peruca?

— Veja bem, eu não te reconheci por causa dessa peruca na sua cabeça. Parece uma pessoa completamente diferente.

Peruca na cabeça dele?Ah, é verdade!A reação de Sang-min finalmente fez sentido. Kang-jun não era mais o mesmo de ontem. Ele era manco, sempre com um chapéu cobrindo sua cabeça calva. No entanto, agora sua perna estava firme e ele tinha cabelos prateados, então era natural que Sang-min não o reconhecesse.

— Sensacional! Nem parece uma peruca. Pensei que você fosse alguma celebridade, sei lá. Onde você comprou a peruca?

— Por quê? Você vai querer uma igual? — Kang-jun sorriu. Sang-min assentiu com uma expressão invejosa.

— É. Quanto você pagou por ela?

— Um bilhão.

— Para de graça. Um bilhão em uma peruca? E onde você conseguiria todo esse dinheiro?

Kang-jun morava de aluguel em um quarto que custava 250 mil won por mês, e por isso era ridículo imaginar que ele iria comprar uma peruca por um bilhão de won.

— Então não acredite, ora. Enfim, estou com fome, ferve logo essa água.

— Beleza.

Kang-jun não se preocupou em dizer que não era uma peruca. As pessoas pensariam que ele estava louco se lhes dissesse que seu corpo foi reconstruído com o poder de Hwanmong. Mesmo ele não acreditaria se ouvisse essas palavras. Seria mais sábio manter o poder para si mesmo. Kang-jun não tinha intenção de sair se gabando por aí.

— Kang-jun, o macarrão está pronto.

— OK. Então eu vou pegar o tempero. — Kang-jun abriu a geladeira e pegou o kimchi rotulado com o número 406. Era uma geladeira de uso comunitário, então todos precisavam etiquetar seus potinhos.

— Quê?! O tempero sumiu.

— Então pegue o meu.

— Qual é o número do quarto?

— Quarto 412.

Quarto 412? Ele ficava bem ao lado do quarto 413. Kang-jun virou e olhou para Sang-min.

— Por acaso o quarto 413 está vazio agora? — Já que ele morava no quarto ao lado, e como o pensionato não tinha paredes grossas, qualquer ruído como um ronco ou até mesmo mudar de roupa podia ser ouvido.

— Qua-quarto 413? — Gaguejou Sang-min, estático. Kang-jun assentiu.

— Sim. Eu estava querendo saber se ele está vazio agora.

— Você quer ir para aquele quarto? Sem chance. Nunca vá para lá.

— Por quê?

Sang-min hesitou antes de contar a Kang-jun, quase sussurrando — Há um fantasma naquele quarto.

— Oi? Um fantasma?

— Na verdade, até o gerente tem medo de entrar lá.

Um sorriso quase imperceptível se formou no rosto de Kang-jun.

— Então está vazio?

— Provavelmente.

Fim da leitura

Capítulo 13 concluído

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