ECO — Capítulo 30: CAPÍTULO 30 - 27.1

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Cap. 30
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CAPÍTULO 30 - 27.1

Capítulo 30

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Capítulo 27.1

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(Pov Cael)

E quando eu finalmente ia entrar no meu quarto — sem culpa, plano, só o peso honesto de uma possível transa no olhar — adivinha?

ALARME.

Um puta alarme.

Soando em cada esquina maldita do oitavo distrito. E dos outros quatorze também, porque claro, o caos tem plano de dados ilimitado.

— Ah, tava demorando…

Soltei, bufando pela alma.

Ananit virou-se pra mim com aquele sorriso… Deus me livre. Ou melhor, não me livre.

Ela tinha a expressão de quem goza ouvindo sirenes.

— Alguém resolveu atacar um dos distritos… ehr…

Deslizou um dedo pelo próprio peito, e eu juro que ouvi um saxofone ao fundo.

— Isso me excita…

— E-excita…?

— Xiii…

Sussurrou, o mesmo dedo agora selando minha boca, como se a merda da guerra fosse preliminar.

E piscou.

Aquela piscada que quebra alianças e começa impérios.

— Com certeza tem um idiota em meus aposentos querendo que eu vá ver aquele loiro azedo… só… espere até isso acabar…

— Tá…

Murmurei, sem saber se precisava de um banho frio ou de um exorcismo.

— Até logo, cachorrinho.

E puff — sumiu.

Portas batem.

Eu, encostado na parede do quarto, com um arrepio na espinha e outra coisa em pé.

— Cacete…

O trem era bom demais, viu.

Mas essa cavalona ia dar trabalho. Não mais do que o trabalho que acabou de surgir… mas ia.

Ia sim.

Fim da leitura

Capítulo 30 concluído

CAPÍTULO 30 - 27.1