Gene Supremo - Super gene — Capítulo 932: Volume 10 – Capítulo 932 – Capítulo 932: Quando Nos Encontrarmos de Novo, Eu Pago a Bebida

Gene Supremo - Super gene
Cap. 932
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Volume 10 – Capítulo 932 – Capítulo 932: Quando Nos Encontrarmos de Novo, Eu Pago a Bebida

Capítulo 932

1.445 palavras~6 min de leitura

Han Sen ficou animado ao ouvir isso. Como já fazia muitos dias que não chegavam perto da área periférica da floresta, a carne de criaturas no estoque havia acabado há muito tempo. Finalmente encontraram uma chance de reabastecer.

Ele chamou Qu Lanxi e Chu Ming, e os três saíram apressados do abrigo. Queriam caçar algumas criaturas para garantir carne, afinal, ninguém sabia quanto tempo levaria para o abrigo chegar na periferia da floresta de novo.

Não sabiam exatamente em qual direção da Floresta de Espinhos estavam, mas os espinheiros ao redor já tinham diminuído drasticamente. Era preciso andar vários metros para encontrar um arbusto pequeno de espinhos. De longe, estendia-se uma vasta pradaria.

Han Sen e os outros encontraram Insetos de Casca de Ferro e tinham acabado de matar apenas alguns quando viram um grupo de pessoas se aproximando de repente. Olhando com atenção, eram humanos!

— Humanos… tem humanos aqui… — Chu Ming quase pulou de tanta alegria.

Qu Lanxi e Han Sen também ficaram agradavelmente surpresos. Encontrar pessoas no Terceiro Santuário de Deus era algo raro, o que lhes deu uma sensação extra de familiaridade.

Os três se aproximaram para buscar informações e descobriram que havia um Abrigo Aristocrata humano por ali. Ficaram radiantes na mesma hora. Seguindo as orientações do grupo, caminharam por uns dez a quinze quilômetros, então avistaram um Abrigo Aristocrata na pradaria, com vários humanos entrando e saindo pelo portão.

— Finalmente… finalmente voltamos pro território da nossa gente… — Chu Ming chorou lágrimas de emoção.

Embora Han Sen e Qu Lanxi não fossem tão exagerados, também ficaram extremamente felizes.

Ao entrarem no abrigo, informaram-se sobre a situação da região. Aquele lugar era excelente para humanos morarem. Embora houvesse abrigos espirituais nas redondezas, o mais forte era apenas da Classe Aristocrata, e esse abrigo humano contava com especialistas suficientes para bater de frente com eles. Em termos de segurança, basicamente não precisavam se preocupar.

Os humanos mais capacitados da região praticamente se reuniam todos ali.

— Agora finalmente podemos nos estabelecer em paz. Não vamos mais precisar viver naqueles dias de puro terror. — Chu Ming falou empolgado.

Contudo, Han Sen pensou muito nisso. — Se vocês gostaram daqui, então fiquem. Eu ainda vou voltar.

— Por quê? Por que você quer voltar para aquele lugar amaldiçoado? A gente pode acabar morrendo lá a qualquer momento. Até caçar criaturas é difícil por lá! — Chu Ming arregalou os olhos para ele.

— Eu gosto desse tipo de aventura. — Han Sen não tinha como explicar.

Ele precisava daquele abrigo subterrâneo para cultivar as suas plantas de gene e também para entrar na Base Espiritual. Essas coisas eram muito importantes para ele, muito mais do que um ambiente seguro e estável.

Além disso, embora as chances de caçar criaturas comuns e primitivas fossem menores na Floresta de Espinhos, teria muito mais oportunidades de entrar em contato com criaturas de alto nível, sem falar nas várias plantas de gene selvagens que cresciam por lá. Para Han Sen, tudo aquilo também representava tesouros e recursos valiosos.

Sem contar que ter uma área segura como o abrigo subterrâneo num lugar inóspito daqueles era obviamente algo raríssimo e precioso, logo, não abriria mão disso.

— Mas não dá pra se aventurar por aqui também? — Chu Ming perguntou confuso.

Han Sen queria muito se explicar, mas havia coisas que não podia dizer, de modo que não sabia bem como se justificar no momento.

— Chu Ming, o San Mu tem os planos dele, não force a barra. Podemos não ficar no mesmo lugar, mas ainda somos amigos, e isso já basta. — Qu Lanxi interrompeu Chu Ming antes que ele continuasse.

Han Sen olhou para ela com gratidão. — Nós já passamos por situações de vida ou morte juntos. Não há nada mais valioso do que isso.

Embora Chu Ming ainda quisesse muito que Han Sen ficasse, sem entender por que diabos ele fazia questão de voltar para aquele buraco que não era lugar pra gente morar, apenas resmungou um pouco e não insistiu mais na ideia.

Qu Lanxi não disse nada por um bom tempo. Foi só quando os dois ficaram sozinhos que ela falou em voz baixa: — Você é Han Sen, o noivo da Ji Yanran, não é?

— Você já sabia? — Han Sen forçou um sorriso. Ele também sabia que esse nome falso não enganaria as pessoas por muito tempo.

Qu Lanxi franziu os lábios e sorriu, dizendo: — Na Aliança, não existem tantos Transcendentes excepcionais com o sobrenome Han. E sendo tão jovem, temo que só exista você. Esse seu nome falso "San Mu" não engana nem criança de três anos.

Han Sen abriu as mãos, impotente. — Não foi minha intenção esconder isso de vocês de propósito. É que tenho muitos inimigos, então pensei em usar um nome falso. Só que depois percebi que seria quase impossível alguém me reconhecer naquele fim de mundo, então não me esforcei muito, não mudei nem o sobrenome.

Qu Lanxi estendeu a mão para ele. — Espero que tenhamos a chance de nos ver de novo. Quando isso acontecer, eu te pago uma bebida.

— Você não era do tipo que não bebia nem mesmo uma gota de álcool? — Han Sen apertou a mão dela, um pouco surpreso.

— Num lugar como este, se tivermos a chance de nos reencontrarmos, um destino assim vale a pena abrir uma exceção para encher a cara. — Qu Lanxi olhou para Han Sen e disse com muita seriedade: — Portanto, não ouse morrer. Estarei esperando para bebermos juntos.

— Pode deixar, já estou ansioso por esse dia. — Han Sen sorriu.

Antes de partir, Han Sen secretamente deixou as Almas de Besta do Caranguejo de Árvore e do Inseto de Casca de Ferro, além daquele Fruto de Cobre Dourado com Chu Ming, para que eles tivessem um pouco mais de facilidade para se desenvolver por lá.

Ele não deu diretamente para Qu Lanxi porque conhecia o temperamento dela: suave por fora, mas orgulhosa e firme por dentro. Mesmo se entregasse, ela definitivamente não aceitaria. Sendo assim, então era melhor deixar Chu Ming entregar a ela no futuro.

Han Sen saiu do Abrigo Aristocrata humano sem deixar que Qu Lanxi e Chu Ming o acompanhassem até o portão. Ele simplesmente detestava esse tipo de despedida.

Não era porque ficava triste, mas porque a situação o deixava desconfortável. Às vezes, Han Sen sentia que era um pouco frio demais. Basicamente não sentia muita tristeza em despedidas. Pelo contrário, a exploração do desconhecido era o que mais o empolgava.

No caminho de volta, caçou alguns Insetos de Casca de Ferro. Quando retornou ao abrigo subterrâneo, já era noite.

— Realmente, ficar sozinho dá um pouco de solidão. — Han Sen invocou o Meowth e o Rosnador Dourado. Enquanto assava a carne dos insetos, ficava conversando com eles.

O Meowth e o Rosnador Dourado também soltavam alguns miados e rugidos de vez em quando em resposta. Talvez por causa das Gotas de Água Vital que Han Sen usava para alimentá-los, eles pareciam ter ganhado muito mais senciência e inteligência do que antes.

— Como eu imaginava, não ter ninguém por perto às vezes é um tédio total. Está na hora de trazer a Zero para cá… — Han Sen murmurou para si mesmo.

Ele não tinha chamado a Zero antes porque Qu Lanxi e Chu Ming estavam ali. Se eles vissem uma garotinha aparecendo do nada dentro do abrigo, com certeza ficariam super desconfiados, e Han Sen não queria que os outros soubessem da existência dela.

Agora que não havia mais ninguém no abrigo, Han Sen planejava trazê-la. O único problema era que não sabia se a Zero conseguiria se teletransportar diretamente para onde ele estava, assim como fazia no Primeiro e no Segundo Santuário de Deus.

— Amanhã eu trago a Zero e faço um teste para descobrir. — Han Sen levou a mão ao bolso, tirou o relógio misterioso e ficou olhando mais uma vez para a foto lá dentro.

Ele já tinha perguntado à sua mãe, mas nem ela sabia quem era o homem da foto. Havia muitas fotos do seu pai quando criança, mas ele nunca tinha visto esse cara antes, e a Família Han também não tinha nenhum parente parecido com ele.

"Quem raios é esse homem? Foi ele quem matou aquelas criaturas cujos esqueletos estão no abrigo subterrâneo? Se foi ele, que ligação um especialista desse nível teria com a nossa família?" Toda vez que Han Sen pensava nisso, ficava com dor de cabeça. A morte acidental do seu pai parecia cada vez mais envolta em uma névoa de mistérios. Obviamente, não foi apenas um simples acidente.

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Fim da leitura

Capítulo 932 concluído

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