Gene Supremo - Super gene — Capítulo 968: Volume 10 – Capítulo 968 – Capítulo 968: A Cabaça Sugando Tudo

Gene Supremo - Super gene
Cap. 968
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Volume 10 – Capítulo 968 – Capítulo 968: A Cabaça Sugando Tudo

Capítulo 968

1.600 palavras~7 min de leitura

A mãozinha gordinha da Bao'er segurou a minicabaça e apontou para os insetos. No mesmo instante, a boca da cabaça piscou com um ponto de luz preta parecido com um buraco negro.

O espaço perto da boca da cabaça pareceu desmoronar, e tudo ao redor voou na direção desse ponto de luz parecido com um buraco negro.

Diante do olhar pasmo do Han Sen, esses insetos que cobriam o céu e a terra como uma maré foram puxados como se estivessem diante de uma bomba de sucção, jorrando para dentro da boca da minicabaça.

Ela só tinha o tamanho da palma da mão da Bao'er. Uma cabaça tão pequena não caberia nem um inseto um pouco maior.

Só que essa maré de insetos foi sugada de um jeito bizarro para dentro do buraco negro. Até mesmo aquele escorpião venenoso de duas caudas, enorme como um tanque de guerra, foi sugado direto para dentro da minicabaça.

Han Sen ficou bobo ao ver a cena. Uma grande quantidade de insetos foi sugada até não sobrar nada num piscar de olhos. Nem as Criaturas de Linhagem Sagrada conseguiram escapar, sendo todas sugadas para dentro da minicabaça.

Essa minicabaça parecia ter um espaço dimensional lá dentro, porque parecia não ter fundo não importava quantos insetos fossem sugados.

Pá!

Todos os insetos que enchiam o céu foram sugados por completo. Bao'er deu um tapinha na cabaça que estava na mão, e a cabaça sumiu não se sabe como.

Bao'er abraçou a mamadeira que estava na outra mão e olhou para Han Sen com uma expressão dengosa. — Papai, a Bao'er quer mamar.

— Agora mesmo! Você vai tomar leite agora mesmo, e vai ser do mais caro, leite orgânico puro, natural e livre de poluição! — Han Sen pegou a Bao'er no colo, tão feliz que não conseguia nem fechar a boca de tanto sorrir.

Com uma pequena ancestral como a Bao'er ali, se alguém se atrevesse a vir causar problemas no futuro, era só usar a cabaça direto no sujeito. Com certeza ia sugar tanto que nem a mãe ia reconhecer.

Levando a Bao'er de volta para o abrigo, Han Sen preparou pessoalmente uma mamadeira de leite para ela, que logo segurou a mamadeira toda feliz e começou a mamar.

— Bao'er, cadê aquela cabaça que você estava segurando na mão agora há pouco? — Han Sen abriu um sorriso grande e perguntou para a Bao'er enquanto ela tomava leite.

Bao'er inclinou a cabecinha e olhou para Han Sen sem entender, parecendo não saber do que ele estava falando.

— É aquela cabaça, aquela que faz "vup" e suga um monte de insetinhos para dentro… — Han Sen falou enquanto fazia gestos, e ainda pegou papel e caneta para desenhar o formato de uma cabacinha.

Bao'er logo fez uma cara de quem entendeu, segurou a mamadeira e disse: — Isso é da Bao'er.

Han Sen falou depressa: — O papai sabe que é da Bao'er, e o papai também sabe que a Bao'er é muito boazinha. Que tal emprestar a cabaça para o papai brincar um pouco?

— A Bao'er é muito boazinha… Toma, papai. — Bao'er bateu uma mãozinha na outra, e a minicabaça apareceu na palma da mão dela, entregando direto para Han Sen.

— Filha boazinha, o papai não te mima à toa mesmo! — Han Sen pegou a minicabaça, ficando contente demais. Ele logo simulou a técnica de fluxo de energia da Bao'er, apontou a minicabaça para o ursinho branco que estava deitado num canto tremendo de medo e gritou alto ao mesmo tempo: — Sugue!

O ursinho branco levou um susto tão grande que mijou no chão todo, ficando esparramado sem conseguir se levantar. Só que a minicabaça não teve nenhuma reação, e o buraco negro também não brilhou na boca da cabaça.

— Sugue! Sugue! Sugue! — Han Sen gritou três vezes seguidas, circulando sem parar a técnica de fluxo de energia, mas não adiantou nada. A minicabaça continuou sem nenhuma reação.

Já o ursinho branco ficou todo borrado de medo. Cada vez que Han Sen gritava, o corpo dele sofria um espasmo. Depois dos três gritos seguidos, a cabaça não funcionou, mas o ursinho branco revirou os olhos de tanto pavor e desmaiou na hora.

Foi exatamente como se dessem três tiros seguidos na hora de um fuzilamento, e a arma travasse nas três vezes. O condenado não ter morrido de susto ali mesmo já era lucro.

“Estranho, por que não funciona?” Han Sen ficou frustrado. Ele abriu um sorriso de novo e levou a cabaça para a frente dela. — Bao'er, como faz para essa cabaça guardar as coisas?

Bao'er segurava a mamadeira, olhando confusa para Han Sen enquanto tomava o leite. Era óbvio que não entendia o que ele queria dizer, ficando com o rostinho cheio de dúvida.

Han Sen quebrou a cabeça e fez tudo quanto é gesto, mas a Bao'er era pequena demais e não entendia nada do que queria dizer, só olhando para ele com uma cara perdida.

— A cabaça… lá dentro… aqueles insetos… dá para soltar eles? — Vendo que a Bao'er não entendia, Han Sen começou a ter ideias com aqueles insetos lá dentro.

Tinha tantos insetos lá dentro, incluindo vários de Linhagem Sagrada. Se soltasse e matasse um por um, daria para conseguir um bom número de Pontos de Gene Sagrado, e mais ainda de Pontos de Gene Mutante.

Só que a Bao'er continuou sem entender. Han Sen deu uns tapinhas na cabaça que estava na mão e balançou na frente dela. — Os insetos lá de dentro… insetos…

Bao'er fez uma cara de quem entendeu, riu toda feliz e estendeu a mão para pegar a cabaça.

Han Sen ficou todo animado na hora, achando que a Bao'er tinha entendido. Mas quem diria que a mãozinha gordinha dela daria um tapinha na cabaça e ela sumiria sem deixar rastro no mesmo instante.

“Alguém me salve! Existe algum curso que ensine idioma de bebê?” Han Sen cobriu a testa com uma mão, sentindo-se impotente, e ficou muito tempo deprimido sem conseguir falar nada.

Já que não conseguia se comunicar com a Bao'er, Han Sen virou o olhar para o ursinho branco esparramado no chão, preparando-se para abater a criatura desprezível e sem-vergonha para comer a carne.

Todavia, assim que chegou perto dele, o ursinho branco desmaiado se levantou na mesma hora e começou a bater a cabeça no chão sem parar para Han Sen. Ele estava fingindo de morto agora há pouco.

— Pedir misericórdia agora? Tarde demais! — Quando Han Sen ia agir, a Bao'er bateu palmas toda animada, parecendo ter achado graça desse jeito covarde do ursinho branco.

Vendo que a Bao'er estava feliz, o ursinho branco virou o olhar na hora. Parou de bater a cabeça para Han Sen, virou-se para a bebê e começou a dar cambalhotas, plantar bananeira com uma mão só e até fez uma acrobacia de pular de ponta-cabeça apoiado na língua. Isso fez a Bao'er dar gargalhadas, batendo as mãozinhas sem parar, parecendo estar muito feliz.

“A inteligência dele é muito alta.” Han Sen ficou surpreso.

O ursinho branco se esforçou mais ainda ao ver que a Bao'er estava tão feliz. Ele até rastejou todo animado para perto dela e colocou a língua para fora, querendo lamber o pezinho dela para agradar.

Mas quem diria que Bao'er o acharia sujo demais e não deixaria nem encostar nela. Ela deu um tapa, e a cara gorda do ursinho branco se contorceu toda. O seu corpo girou incontáveis trezentos e sessenta graus pelo ar até se chocar com violência contra a parede do palácio, ficando pregado nela por alguns instantes antes de deslizar e cair no chão, com os quatro membros tremendo sem parar.

— Pfft! — Han Sen quase riu alto. A criatura queria puxar o saco da Bao'er para continuar viva, mas provavelmente ia sofrer muito daqui para a frente.

Han Sen decidiu não matar por enquanto. O sangue do ursinho branco conseguia atrair insetos, então planejou criá-lo primeiro para servir de brinquedo para a Bao'er no dia a dia e, quando não tivesse nada para fazer, tirar um pouco de sangue para usar como armadilha lá fora, atraindo os insetos para caírem na rede sozinhos.

Assim, o ursinho branco conseguiu salvar a própria pele, mas também foi o começo do destino miserável dele.

Han Sen mandou o ursinho branco se lavar bem para fazer companhia e brincar com a Bao'er, evitando que ela ficasse entediada e saísse correndo por aí.

Depois disso, de tempos em tempos, Han Sen ouvia gritos miseráveis do urso vindo de dentro do abrigo, às vezes acompanhados por estrondos altos.

Quando Huang e o pessoal da ala leste ouviam esses gritos horríveis, ficavam com uma expressão meio estranha no rosto, achando até que Han Sen tinha algum fetiche esquisito e gostava de torturar ursos ou algo do tipo.

No fim do dia, o ursinho branco estava cheio de feridas, quase sem forças nem para se mexer. Ele achou que, por estar gravemente ferido, ia conseguir descansar um pouco, mas logo descobriu que era ingênuo demais.

Quando chegava a noite, os ferimentos no corpo dele eram curados pelo Han Sen com a luz sagrada, e no dia seguinte ele tinha que continuar fazendo companhia para a Bao'er brincar.

Além de ter que agradar a Bao'er e ser espancado por ela, Han Sen ainda tirava um tubo de sangue dele de vez em quando. Isso fez o ursinho branco começar a duvidar da própria existência, sentindo que o seu futuro era completamente sombrio.

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Fim da leitura

Capítulo 968 concluído

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