Pacto com a Súcubo — Capítulo 138: CAPÍTULO 138 - 137 Os Licores e o Mel

Pacto com a Súcubo
Cap. 138
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Pacto com a Súcubo

CAPÍTULO 138 - 137 Os Licores e o Mel

Capítulo 138

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Capítulo 137: Os Licores e o Mel

Pacto com a Súcubo

Lua passou a língua por seu sorvete, saboreando-o. Dessa vez a bola tinha uma coloração verde, levemente fosca, com pedacinhos marrons misturados à massa. Era o polêmico sabor de chocomenta.

— Quantos mais sorvetes vai tomar? — Clara ergueu uma sobrancelha. Em seus dedos, uma taça de vinho.

A elemental gargalhou.

— E quantas mais taças de vinho você vai beber?

— Muitas.

— Muitos.

— E teu cérebro não congela?

— O problema seria se ele descongelasse.

Clara bufou.

— E ainda chocomenta? Esse sorvete não tem gosto de pasta de dente?

— Retire! Retire o que disse agora!

Clara bebeu um gole de vinho. Elegante como uma dama.

— Ah, falar mal dos gostos alheios é tão revigorante!

Nessa hora, ouviram um som que era uma mistura de um gemido com um grito. Era uma voz feminina, em total êxtase de prazer.

Lua riu.

— A freirinha está se divertindo!

A súcubo deu de ombros.

— Pelo menos alguém…

— Ei, você tá tentando matar aquele garoto?

— Como assim?

— Quatro garotas em sequência? Isso não é meio demais?

— O Renato aguenta.

— A terceira garota é uma demi-humana, Clara! Sabe que eles são malucos, não sabe? Sabe o que aconteceu com o último humano que tentou transar com uma demi-humana? E ela ainda tá levando aqueles… brinquedos. E a última é você! A súcubo mais pervertida e esquisitona de toda a história! Pobre Renato! Vai morrer!

— Se morrer, morre feliz.

Novamente sozinho em seu quarto, Renato estava deitado, olhando para o teto. Sentia-se completamente esgotado. Apesar disso, estava mais motivado do que nunca!

Era como se estivesse no meio de uma luta difícil, e ele não desistia de suas lutas, não importava o quão difícil fosse. Iria até o fim.

Entretanto, assim que Lírica entrou no quarto, usando uma roupa negra de couro bem colada no corpo, e segurando um chicote, ele pensou duas vezes sobre a regra de não desistir.

A demi-humana tinha um brilho assustador nos olhos. Sua cauda balançava alegremente atrás dela.

Ela movimentou o chicote, fazendo-o estalar no ar.

Renato se afastou instintivamente.

— Não sei se eu gosto dessa ideia não!

— Calma, Renato! A gente vai se divertir muito!

Ela estalou mais uma vez aquele chicote. Aquilo nem tinha chegado perto dele ainda, mas só de imaginar a situação, sentiu suas costas arderem. “Chicotada psicológica” pensou, quase achando engraçada a situação.

Ela começou a se aproximar lentamente, faceira, com um olhar lascivo.

— E o que acha disso, hein?

Ela puxou da cintura um par de algemas.

— Estranho! Estranho!

Renato estava levemente assustado.

Lírica fez beicinho, chateada.

— Ah, esses brinquedinhos são tão legais. E o que acha desse?

O terceiro objeto que ela mostrou foi o mais assustador de todos. Tinha o formato cilíndrico, uns vinte centímetros de comprimento e a espessura de um pepino, e também apresentava algumas ondulações na superfície, provavelmente com o intuito de tornar o objeto mais estimulante.

— Não! Não! — gritou Renato. — Tá maluca, mulher? Mantenha isso longe de mim! O chicote e as algemas até que é negociável, mas isso aí não! Nem pensar! Sai fora!

Chateada, Lírica baixou os ombros e olhou para baixo, mas seu desânimo foi cortado por uma onda súbita de euforia. Ela sorriu, maliciosa, e pulou sobre Renato, pressionando-o contra a cama.

— Já que não usaremos os brinquedos, então faremos como os antigos!

As unhas afiadas dela, feito garras de felino, arranharam as costas nuas de Renato. Afundaram em sua carne.

— Bata em mim! Bata forte! — pediu Lírica.

Ela o puxou para si, e ambos giraram no ar, subindo, e bateram no teto. Em seguida, caíram no chão. Renato estava por baixo, e bateu as costas.

— Mostre seu amor por mim e me machuque! Eu não sou de porcelana! Não vou quebrar!

Foi a primeira vez que Renato viu esse lado da demi-humana. Ela tinha se transformado totalmente. Estava mais animalesca. Suas presas pareciam maiores. E ela agia de forma descontrolada. Grunhia, rosnava, passava as unhas na pele de Renato. Mordiscava seu pescoço. Cheirava-o como um animal cheirando uma refeição deliciosa.

— Ah, então é isso o que você quer, não é? — disse Renato, já cansado de ser a presa.

Ele, usando as duas mãos, deu um tapa generoso em cada uma das metades do bumbum dela. Foi forte, a ponto do estalo reverberar pelo quarto.

A demi-humana tomou um susto. Sua cauda se eriçou e ficou reta, e ela rosnou como um gato assustado.

Renato, aproveitando-se do vacilo dela, abocanhou seu pescoço, mordiscando a pele, aninhou o rosto no cangote, sentindo o gosto e o aroma. Era um cheiro gostoso de mulher. O corpo dela era aconchegante e quentinho. Enlouqueceu o garoto.

— Sim! É isso o que eu quero! — respondeu ela, e mordiscou o pescoço dele.

Ambos faziam o mesmo. Pareciam dois vampiros, um saboreando o pescoço do outro.

Ela tocou sua testa na testa dele, e sorriu.

— Nossas mentes se alinharam.

Se atracaram de um jeito violento, e giraram no ar mais uma vez, e colidiram contra a parede, derrubando a mesinha de cabeceira no chão.

Lírica meteu a mão dentro do short do rapaz.

Segurou aquela coisa que, nesse momento, já estava rígida feito uma espada de aço.

Ela pressionou, apertou, acariciou a cabeça. Fez movimentos de cima para baixo.

Renato deixou um gemido baixo escapar de seus lábios.

Ela moveu suas orelhas, inclinando-as para ouvi-lo melhor.

— Seu coração… ele tá batendo forte — disse ela, enquanto massageava o mastro latejante.

Ela tirou a mão de dentro do short do garoto e levou os dedos à sua própria boca, e os lambeu.

— Eu quero que você vá com força! Não precisa sentir pena!

Renato a apertou contra seu corpo.

As mãos dele deslizando sobre a pele macia de Lírica.

— Então agora sou eu quem mando! — respondeu ele.

Logo em seguida, ele esticou os braços dela e, sem que ela percebesse, ele passou as algemas nos pulsos dela.

— Agora você é minha prisioneira. Vai me obedecer!

— Sim! Sou sua prisioneira, mestre! Tudo o que me mandar fazer, eu faço!

— Não precisa mais disso! — disse ele, rasgando as roupas da demi-humana

A visão do corpo desnudo de Lírica, de curvas sinuosas e eróticas, enlouqueceu o garoto ainda mais.

Primeiro, ele quis sentir a maciez daqueles seios grandes. Apertou-os em suas mãos, tanto que era como se eles transbordassem através de seus dedos.

A sensação daquele toque chegou ao seu cérebro como um turbilhão.

Renato provou o sabor daquelas auréolas peroladas, passando a língua sobre elas, com pinceladas suaves.

Lírica se contorceu e, instintivamente, tentou se afastar, mas Renato a segurou.

— Já disse que você é minha prisioneira! Deve obediência.

— S-sim… mestre.

Ele lambeu o corpo dela, saboreando cada pedacinho de pele.

Dos seios, desceu para a barriga esbelta, provou suas coxas, e se moveu para o que estava na vizinhança.

Ele estava louco para conhecer os sabores do mel e dos licores que ela tinha para oferecer. E, tal qual um beija-flor, provou seu néctar.

— V-você está… — surrou ela.

— Shhh! — Ele interrompeu suas palavras, levando os dedos à boca dela. Os acariciou. — Você tem lindos lábios. Não os desperdice com palavras agora.

Fim da leitura

Capítulo 138 concluído

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