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Posso ser Recepcionista da Guilda, Mas Vou Solar Qualquer Chefe Para Bater o Ponto! — Capítulo 79: Vol 2 – Capítulo 40 – Capítulo 40: A Vontade de Ferro

Posso ser Recepcionista da Guilda, Mas Vou Solar Qualquer Chefe Para Bater o Ponto!
Cap. 79
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Posso ser Recepcionista da Guilda, Mas Vou Solar Qualquer Chefe Para Bater o Ponto!

Vol 2 – Capítulo 40 – Capítulo 40: A Vontade de Ferro

Capítulo 79

1.249 palavras~5 min de leitura

A consciência de Jade estava desaparecendo.

Ele não sabia quanto tempo havia passado desde que Lululee começara a curar Alina, mas Alina ainda não dava sinais de desistir, e ele também não tinha notícias da desesperada maga branca desde então.

Mas Jade acreditava em Lululee. O problema era que seu corpo não aguentava mais.

"Goff!"

Ele estava cuspindo sangue novamente. Claramente, estava sofrendo a reação adversa de ter ativado repetidamente sua habilidade composta. Sangue estava escorrendo aqui e ali, e seu corpo parecia estar queimando. Depois de um certo ponto, no entanto, ele também começou a se sentir congelado até os ossos. Ele havia experimentado essa sensação algumas vezes agora — aquela era a prova da morte iminente. As coisas estavam finalmente ficando ruins.

Ah, vou desmaiar...

A mente de Jade se nublou por um instante. No momento seguinte, ele voltou a si e viu a ponta de uma flecha aparecer diante dele, como se ele tivesse avançado no tempo. Assim que Jade percebeu que havia desmaiado por um momento, uma daquelas flechas aterrorizantes que traziam a morte com apenas um toque estava a centímetros de seu rosto...

Eu tenho que ir.

Alina pensou de repente, sentindo-se flutuante, como em um sonho.

Ela sentia como se estivesse em uma situação muito ruim há apenas um momento, mas não conseguia lembrar por quê. Em vez disso, uma velha memória veio a ela. Ela tinha que ir. Mas para onde?

Ah, sim. Para o Festival Centenário.

O desejo ardente de Alina de participar do Festival Centenário havia florescido em seu segundo ano como recepcionista. Isso foi bem no meio do Período de Bônus Especial do Festival Centenário.

"Hã?! Você não sabe sobre o Festival Centenário, mocinha?" um aventureiro falante que veio ao seu balcão de atendimento perguntou com surpresa exagerada. "Está acontecendo agora!"

"Entendo. Não estou particularmente interessada."

"Você deveria tentar ir, mesmo que seja apenas para o terceiro dia! É muito bonito!"

Mas eu tenho que fazer hora extra de novo por causa de vocês...!

Amaldiçoando o aventureiro em sua mente enquanto lutava para manter seus sentimentos longe de seu rosto, Alina processava a missão rigidamente.

Todo o tempo, o aventureiro falante continuava batendo seus lábios infinitamente. "Para o grande evento do terceiro dia, há uma coisa chamada cerimônia de descanso das almas. As luzes mágicas ficam tipo, whoo no céu. É tão bonito que faz os fogos de artifício parecerem nada."

"A cerimônia de descanso das almas?"

"Sim. É um serviço para as almas dos aventureiros que partiram."

"Isso é uma coisa meio deprimente para se fazer durante um festival."

"Nós os honramos festejando durante o evento para não ser deprimente. É bonito. Iffole é famosa por isso."

"Uh-huh."

Ser famoso pelas almas das pessoas... O que os aventureiros estavam pensando? Eles realmente eram idiotas.

Mas se você morre, você morre. É só isso.

Alina se lembrou do aventureiro que morreu em uma masmorra quando ela era pequena — Shroud. Alina o amava, e amava os aventureiros também. Ela sonhava em se tornar uma aventureira um dia e partir junto com Shroud para conquistar uma masmorra.

Mas a realidade era cruel.

Um dia, Shroud foi atacado por monstros em uma masmorra, e ele saiu da vida de Alina simplesmente assim.

A partir de então, as consequências de escolher uma profissão tão instável e perigosa quanto a de aventureiro, as consequências de encher sua cabeça de sonhos e baixar a guarda, e a imensa crueldade do mundo foram gravadas no coração da jovem Alina — junto com uma solidão que nunca seria apagada.

"Eu não acho que fazer algo assim deixará os mortos felizes." Antes que percebesse, essas palavras haviam saído de seus lábios.

Para começar, as almas que eles estavam honrando já haviam feito a longa jornada para o céu por vontade própria. Isso não mudaria se as pessoas deixadas para trás fizessem uma festa para honrá-los ou chorassem por eles. Eles não estavam voltando. Os falecidos também não gostariam que suas mortes fossem usadas como pretexto plausível para um evento que atraísse clientes. Se fosse Alina, ela definitivamente ficaria com raiva.

"..." O aventureiro piscou em choque por um momento com o comentário frio de Alina, mas quando a viu processar sua missão desapaixonadamente, ele sorriu de lado. "Bem, sim, claro. Esse tipo de coisa é feita para nos satisfazer, os sobreviventes."

"...Entendo."

Isso era ainda mais estúpido. Envolver-se nessa conversa fiada era uma perda de tempo. Ela queria se livrar dele logo e terminar o trabalho que tinha acumulado.

"Muito obrigada pela conversa maravilhosa", disse ela. "A próxima pessoa está esperando, então..."

"Ahh, desculpe!"

Depois de expulsar o aventureiro persistente com um comentário padrão, Alina voltou a lutar contra os aventureiros que vinham surgindo novamente.

"...Estou cansada..."

Mais tarde naquela noite no escritório após o expediente, Alina estava deitada de bruços em sua mesa sozinha.

Ela podia ouvir vagamente o burburinho da celebração. Lá fora, o terceiro dia do Festival Centenário estava a todo vapor, e luzes tão brilhantes quanto o dia brilhavam pela janela.

Havia uma montanha de documentos que ela tinha que organizar, mas ela não tinha mais motivação para fazer hora extra, e estava completamente exausta. Alina ainda não estava acostumada com o trabalho no balcão de atendimento e com aventureiros falantes, então sentia pressão para evitar cometer erros. Apenas o turno do dia já havia usado toda a sua força.

"...A cerimônia de descanso das almas, hein?"

Sem motivo particular, ela se viu olhando um folheto do Festival Centenário.

Acontece que a cerimônia que o aventureiro havia mencionado era o evento principal da noite do terceiro dia. As pessoas colocavam bolas de luz mágica em frascos especiais feitos usando a tecnologia dos antigos e as reuniam em uma instalação especial na praça. Então à meia-noite em ponto, os frascos se derretiam, e as luzes mágicas subiam ao céu todas de uma vez.

Alina olhou para o relógio e viu que era quase meia-noite.

"..."

Ela estava apenas um pouco curiosa. Além disso, estava exausta de tanta hora extra. Como se estivesse sendo sugada, Alina foi até a janela, abriu as cortinas e virou seu rosto cansado para o céu.

"——!"

Naquele momento, sua respiração ficou presa.

Centenas de luzes estavam flutuando para cima. Muito mais orbes do que ela jamais poderia imaginar estavam sendo liberados, espalhando-se lentamente por todos os lados enquanto subiam para o céu. Inúmeras luzes apareceram entre os edifícios. Com o passar do tempo, os orbs brilhantes encheram todo o céu noturno para eventualmente se tornarem um teto de luz que balançava na escuridão.

"Bem, sim, claro. Esse tipo de coisa é feita para nos satisfazer, os sobreviventes."

Mesmo sabendo que era inútil intelectualmente — seu cérebro concluiu que a cerimônia era tola, arbitrária e sem sentido — seu coração tremeu por alguma razão. A visão era tão bonita que ela esqueceu de respirar.

Ela queria que a alma de Shroud se juntasse àquelas — foi o que ela sentiu.

Mesmo que fosse uma coisa tola, arbitrária e egoísta de se fazer.

Ela queria honrá-lo — sua alma. Para ninguém além de si mesma.

Ela queria aceitar a trágica realidade de que ele havia partido.

Eu tenho que ir.

De repente, tudo voltou para Alina.

Isso mesmo, eu tenho que ir. Para que eu não perca alguém querido novamente.

Porque a batalha contra os deuses sombrios ainda não havia terminado.

Traduzido por Moonlight Valley

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Fim da leitura

Capítulo 79 concluído

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