Sistema de Supercomputador Biológico Novel — Capítulo 347: CAPÍTULO 347 - A Perseguição 20

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Cap. 347
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CAPÍTULO 347 - A Perseguição 20

Capítulo 347

1.521 palavras~7 min de leitura

Enquanto a equipe de soldados altamente qualificados de Caiden corria pelas ruas da cidade na escuridão, a lua estava alta no céu noturno. A urgência em seus passos refletia a gravidade da situação: salvar a filha de Caiden e seus amigos.

— Alguma atualização sobre a localização dos amigos de Amber? — Caiden perguntou, sua voz cheia de preocupação.

— Ainda não, senhor — um de seus homens respondeu. — Mas nós os encontraremos em breve — acrescentou.

O olhar de Caiden estava fixo à frente, seu maxilar travado com determinação. — Lembrem-se, nossa prioridade é encontrar Amber. Ela É a prioridade.

— Sim, senhor. Não se preocupe!

Os soldados assentiram em concordância, seus olhos varrendo as ruas movimentadas enquanto se dirigiam ao local onde Caiden havia dito para sua filha ir. Eles sabiam do perigo que ela corria e do peso da responsabilidade que repousava sobre seus ombros.

— Senhor, o que quer que façamos com os homens perseguindo os estudantes? — outro soldado perguntou, sua voz calma e composta como o homem treinado que era.

O olhar de Caiden se voltou para seus homens. Sua expressão mudou de uma mistura de amor paternal e ansiedade para uma cruel e perversa.

— Agimos rapidamente, neutralizando quaisquer ameaças e garantindo a segurança de Amber e dos outros. Não quero nenhum dos perseguidores vivo — ele respondeu, sua voz autoritária, mas imbuída do instinto protetor de um pai.

Enquanto ziguezagueavam pela cidade, os soldados mantinham um ritmo rápido e determinado. Cada passo os aproximava de seu objetivo, impulsionados pela urgência de sua missão. O pulso da cidade pulsava ao seu redor enquanto avançavam, seu foco inabalável.

Enquanto o esquadrão seguia em frente, seus sentidos sintonizados com a tarefa em mãos, o rádio de um soldado crepitou, sinalizando uma chamada recebida. O soldado respondeu rapidamente, suas sobrancelhas se franzindo enquanto ouvia atentamente a mensagem urgente.

— Senhor, localizamos uma das crianças — o soldado relatou, sua voz com uma mistura de alívio e preocupação. — É uma jovem com o poder de criar vinhas espinhosas. De acordo com nossas informações, deve ser Martha Elisabeth Cook. Ela não está longe daqui, mas está sendo perseguida. O que quer que façamos?

Os olhos de Caiden se estreitaram e sua mente processou rapidamente as novas informações. — Protejam-na. Matem quem a está perseguindo — ele ordenou, sua voz firme e inabalável. — Estou enviando o Soldado Reynolds para extrair a criança. Movam-se rápido, mas sejam cautelosos — acrescentou.

O Soldado Reynolds, um militar experiente com reputação de operações de resgate rápidas e eficazes, se adiantou, reconhecendo suas ordens com um aceno de cabeça.

— Reynolds, não me faça esperar — disse Caiden, sua voz transmitindo uma sensação de confiança no soldado capaz.

O homem se preparou, verificando seu equipamento e confirmando a localização com o soldado que recebeu a chamada. Com um aceno de cabeça determinado, ele partiu em direção à localização de Martha.

À medida que Reynolds se aproximava do prédio, a cautela se tornou sua aliada. Ele examinou os arredores, garantindo que não houvesse perigos ocultos à espreita. A cada passo, ele podia sentir o peso da responsabilidade em seus ombros, sabendo que a segurança de uma criança dependia de suas ações rápidas e calculadas.

Mais tarde, quando o homem chegou ao local, ele rapidamente avistou a garota enquanto ela fugia de um homem e usava seu poder para desacelerá-lo.

Reynolds se moveu com precisão deliberada. Não demorou muito para ele matar o cara que a estava perseguindo. Martha ouviu a comoção ao se virar para olhar o que estava acontecendo, apenas para ver o bandido com a cabeça decepada, jorrando sangue de seu pescoço cortado.

Reynolds se virou para olhar Martha e, ao localizá-la com medo estampado em seu rosto, Reynolds se aproximou com um sorriso tranquilizador. — Não se preocupe, garota. Estamos aqui para levá-la para um lugar seguro. O Senhor Joyce me enviou — disse ele, sua voz gentil, mas cheia de convicção.

Os olhos de Martha estavam arregalados com uma mistura de terror e esperança, e ela estendeu cautelosamente uma mão trêmula em direção a Reynolds. — Acabou tudo? — ela sussurrou, sua voz mal acima de um suspiro.

Reynolds assentiu. Sua voz era suave e calmante. — Absolutamente. Eu te peguei agora — ele assegurou, suas palavras reconfortantes e protetoras.

Com um movimento rápido e praticado, Reynolds pegou Martha em seus braços, seu pequeno corpo preso com segurança contra seu peito. Ele se moveu rapidamente, manobrando pelas ruas da cidade, seus sentidos aguçados e seu foco inflexível.

Enquanto isso acontecia, o esquadrão continuou procurando por Amber; eles estavam quase lá. As ruas da cidade testemunharam seu compromisso inabalável enquanto avançavam, guiados pela luz da esperança e pelo vínculo inabalável de sua unidade.

Finalmente, eles chegaram ao local de seu encontro. Caiden estava no local designado, seu olhar varrendo a área enquanto ele esperava ansiosamente a chegada de Amber. Os minutos pareceram uma eternidade enquanto ele procurava por qualquer sinal de sua filha, seu coração cheio de preocupação, mas um brilho assassino também brilhava em seus olhos.

Então, como se emergisse das sombras, Amber apareceu no horizonte, sua figura iluminada pelo brilho fraco dos postes de luz. Ela estava correndo sem parar, já que sua vida dependia disso.

— Senhor, há um avistamento à frente! — Um soldado gritou, apontando para uma praça lotada onde uma figura familiar estava no meio da multidão.

O coração de Caiden perdeu uma batida, sua respiração presa em sua garganta quando ele vislumbrou a silhueta inconfundível de sua filha. — Movam-se! — ele ordenou, sua voz cheia de raiva e apreensão.

Os soldados avançaram, seu ritmo acelerando enquanto se aproximavam da praça. Com um foco inabalável e calma estampada em seus rostos, eles permaneceram vigilantes, cautelosos com quaisquer ameaças potenciais que pudessem surgir.

Ao chegarem à praça, os olhos de Caiden se fixaram em Amber, seu coração inchando de alívio. — Amber! — ele gritou, sua voz carregando uma mistura de urgência e preocupação paternal.

A respiração de Caiden ficou presa em sua garganta enquanto ele observava sua filha correr, seus olhos fixos em sua forma. Amber se virou, seu rosto iluminando-se com surpresa e alívio ao reconhecer seu pai. — Pai! — ela exclamou.

Caiden correu em direção a ela, envolvendo-a em um abraço apertado, o alívio o inundando. — Graças aos céus você está segura — ele murmurou, sua voz embargada pela emoção.

O tempo pareceu parar enquanto seus olhares finalmente se encontravam, uma enxurrada de emoções em cascata por seus seres. Ele viu o cansaço estampado em seu rosto, os traços de medo e incerteza permanecendo em seus olhos.

Mas quando os olhos de Amber se encontraram com os de seu pai, um brilho de reconhecimento brilhou dentro dela. Um vislumbre de esperança substituiu as sombras da dúvida. O peso de sua separação pareceu se dissipar, mesmo que por um breve momento.

O reencontro deles foi uma sinfonia de emoções não ditas. Antes cheios de exaustão, os olhos de Amber agora pareciam brilhar com força renovada e determinação. Um leve sorriso puxou os cantos de seus lábios, incorporando a resiliência diante da adversidade.

Caiden não pôde evitar sentir seus próprios olhos marejarem com uma mistura de alívio e orgulho. Seu coração se encheu de profunda alegria ao abraçar sua filha com força.

O corpo de Amber relaxou contra o de seu pai, encontrando consolo e segurança em sua presença forte e protetora. Foi um momento de santuário em meio ao caos que os cercava, um breve alívio dos desafios que ela havia suportado. Foi naquele momento que o bandido seguindo a jovem virou a esquina.

— Senhor, hostis se aproximando. Temos permissão para matar?

Caiden olhou para o homem com raiva desenfreada. — Livrem-se dele — disse ele, e seus homens se moveram em uníssono, e o homem morreu logo depois.

A voz de Caiden quebrou o silêncio entre ele e sua filha. — Amber, você está segura agora — ele sussurrou, suas palavras carregando um senso de amor inabalável. — Vamos superar isso juntos.

A garota assentiu, sua mente cheia de um renovado senso de esperança. — Eu sabia que você viria, pai — ela murmurou, sua voz tingida de gratidão.

Enquanto estavam ali, pai e filha presos em um abraço, sua conexão forjada mais forte do que nunca, o mundo ao seu redor pareceu desaparecer. Alguns dos soldados mantinham um perímetro vigilante ao seu redor, olhos varrendo a área em busca de ameaças potenciais. O reencontro foi um breve alívio, um momento de consolo em meio ao caos de sua missão.

— Senhor, comunicação chegou; encontramos algumas das outras crianças. Quatro estão sendo seguidas. Não há vestígios de Erik Romano.

— Merda… Resgatem todos; eu vou cuidar da minha filha sozinho.

— Senhor, um veículo está vindo aqui para levar sua filha para casa — disse outro soldado, sua voz cheia de urgência.

Caiden assentiu, seu aperto em Amber apertando por um momento antes de soltá-la. — Precisamos colocá-la em segurança — disse ele, sua voz cheia de determinação. — Nossa missão está longe de terminar.

Com Amber em segurança nos braços de seu pai, os soldados seguiram caminhos separados para resgatar as outras crianças. Seu ritmo acelerou e seu foco foi resoluto enquanto navegavam pelas ruas que estavam à frente.

— Onde está Erik, pai? — Amber perguntou. Havia preocupação claramente estampada em sua voz.

— Nós o encontraremos; não se preocupe, querida.

Fim da leitura

Capítulo 347 concluído

CAPÍTULO 347 - A Perseguição 20