Sonhos de Outro Mundo — Capítulo 13: CAPÍTULO 13 - 13 ❃ Isso não é um jogo!

Sonhos de Outro Mundo
Cap. 13
0%
Sonhos de Outro Mundo

CAPÍTULO 13 - 13 ❃ Isso não é um jogo!

Capítulo 13

1.169 palavras~5 min de leitura

Capítulo 13 ❃ Isso não é um jogo!

Sonhos de Outro Mundo

Erguendo a sua espada sob o ar, acumula magia de fogo e água em volta da lâmina, logo em seguida adiciona a magia de vento sobre a mesma, e gira o vapor gerado em uma velocidade rápida e constante, no fim cria a magia de raios. Agora em contato em uma superfície metália, acaba por fim, fixando-se sem explodir.

— Vamos, dessa vez você não pode falhar — acentua, ao temer que a magia possa explodir novamente.

Após canalizar a magia de raios o suficiente sob a lâmina, se joga por cima da besta mágica que a olha do chão, ainda com grande ira. Ao notar que sua mana está no mínimo, por causa do alto acumulo de força para a sua espada, declara.

— Já estou sem mana. Esse será meu último ataque mágico, fique onde está monstrengo, pois dessa você não escapa da morte.

O monstro taelho avança em direção a jovem, destruindo inúmeras árvores pelo caminho, com o intuito de pegá-la sob o ar, de modo a pular até a mesma. Ao ver a aproximação rápida da besta, Evangeline ergue a espada por cima da cabeça, e com a magia já pronta, balança o fio da espada descarregando o feitiço na besta mágica, e recita o nome, ao gritar.

— Centelha do céu!

Um grande feixe de luz cruza toda a floresta em uma caminho constante. O monstro que pulou em direção ao ataque, por não conseguir se esquivar a tempo, acaba atacado pelo feitiço, por fim, sendo cortado ao meio pela magia.

As árvores e o chão onde a magia passou, acabam sendo cortados ao meio. Uma grande corte sob o chão, visível em toda floresta podia se ver, um corte totalmente limpo e lizo, como se fosse feito por um ataque divino. A jovem por fim aterriza ao chão, logo em seguida cai quase desmaiando de cansaço.

Um pouco consciente, a jovem diz: — Final-mente! — Suspiro. — exclama, já fechando os seus olhos completamente, e ao desmaiar de cansaço.

Ao descansar em meio a floresta, a jovem sonha de novo, e volta novamente para a sala escura que outrora se encontrava. Olhando para seu corpo percebe que se trava do corpo antes de vir para o novo mundo.

— O meu corpo… O que é esse lugar afinal? Ta totalmente escuro e…

— Parabéns pela vitória Susan… Shirogane, porém ainda não terminou. A sua jornada ficará mais difícil a partir de agora… Cuide-se.

— Quem é você? Por que não consigo ver seu rosto? Por que nesse lugar eu volto pro meu corpo normal? E o que está por vir? Me diga! — retruca Shirogane, enchendo a entidade de perguntas.

— Em breve saberá… — declara a entidade, desaparecendo novamente em meio a escuridão.

Recobrando a consciência, como se fosse expulso do próprio sonho, acorda. Se ponto de modo a ficar sentada sob o chão, olha para sua frente e observa o monstro, partido ao meio.

‘’Estranho, não era para os corpos dos monstros desaparecerem?’’ questiona-se em meio a pensamentos.

Se levantando, agora completamente, vai em direção ao cadáver do monstro abatido. Ao olhar em volta percebe uma enorme cratera feita pelo seu último feitiço, notando o estrago que fez na floresta, a mesma diz.

— Caramba! Acredito que essa junção de 3 atributos foi forte demais, olhando bem o estrago foi enorme. — termina de dizer, apos observar o quão longe foi o seu corte de mana divergente.

— E o cadáver desse monstro? Por que ele não despawnou? Hmm… Será um tipo de trava para coletar os itens? Certo, vamos dar uma olhada… — Antes mesmo de chegar perto, sente um cheiro de podre que sai do animal, um enorme odor desagradável.

— Tsc! Já ta se decompondo? A quanto tempo eu to dormindo aqui no chão? — indaga, ao olhar o céu alaranjado, observando uma das 3 luas no horizonte. — Nossa! Já está bem tarde.

Se aproximando do local, e afastando as moscas com a mão, percebe que a joia de seu bracelete pisca intensamente. Ao para por um momento, posiciona o pulso para próximo para observar melhor, logo dizendo: — Mas o que é isso? — questiona-se, clicando de imediato sob a joia.

De repente, se ouve uma voz de uma mulher robótica em sua cabeça, que se dirige para a mesma, dizendo.

”Estranho, esse bracelete tem um sistema de leveling, e eu não havia notado até agora. Se eu não tivesse matado esse monstro, talvez eu não descobriria tão cedo.”

Ao clicar na opção “SIM”, se abre um menu de personagem.

— Nível 9 é? Parece que as habilidades que criei me baseando nas skills da minha personagem ficaram salvas aqui, e além disso subiram de nível também, mas isso é estranho esse painel não e o do Sephyra, e eu senti dor e cansaço durante o combate, além de desmaiar por falta de mana.

— Bom parece que esse mundo não é um jogo afinal, mas ainda sim tem aspectos de um. Interessante. — conclui, colocando a sua mão direita em seu queixo, ao finalizar o questionamento.

— Certo, aqui diz que tenho 100 pontos de habilidade, mas não vejo nenhuma tela para eu poder escolher uma. E esse monstro? Seria mais fácil se eu pudesse examinar ele, para ver se vale a pena.

De repente, uma voz soa em sua mente dizendo.

— Espera, que eu lembre Examinar e uma das habilidades mais OP’s do Sephyra, se eu tiver ela, poderei saber a qualidade e origem de qualquer coisa que tocar. — Já convicto o que escolherá, clica na opção “SIM”, recebendo a habilidade.

— Certo! Vamos testar essa habilidade em… —Olhando em volta, observa inúmeras árvores e rochas pela floresta, logo conclui o que examinará.

— Vamos testar nessa árvore então, assim saberei o nome dessa floresta… — declara, indo em direção a uma árvore a sua frente.

Erguendo a mão, encosta na árvore e diz: — Examinar.

Uma voz soa em sua mente dizendo: — Árvore.

— Hmm… Espera. Talvez eu tenha usado erradamente, se eu tentar de novo… EXAMINAR! — exclama, com um tom mais alto que o anterior.

— Certo. Talvez seja só uma árvore mesmo, nada de importante, se eu testar nesse monstro. — ressalva, observando o animal partido ao meio em sua frente, e logo observa algo interessante brilhando em seu torço.

Ao chegar mais perto do animal, retira uma esfera do tamanho de uma bola de tênis de cor azul-claro, com um símbolo translucido dentro.

— Isso aqui parece ser algo interessante, e provavelmente importante, então se eu usar… Examinar!

— É serio isso? Examinar!

— Mas que merda! E eu pensando que essa habilidade era útil, mas parece que é uma droga! Não tem como devolver não? — reconsidera, já se enchendo de ira.

— E essa esfera? Que merda é essa? Outra coisa inútil? Quer saber não ligo! — termina de gritar, fazendo um movimento para jogar a esfera longe.

Erguendo os braços, e já quase arremessando a esfera, acaba se desfragmentando em suas mãos com um brilho vermelho, e sumindo por completo.

De repente, se ouve novamente a voz do sistema que ressoa em mente, dizendo.

Continua…

Fim da leitura

Capítulo 13 concluído

CAPÍTULO 13 - 13 ❃ Isso não é um jogo!