Super Detective in the Fictional World Novel — Capítulo 351: CAPÍTULO 351 - Fazendo por Fazer no Palácio da Festa

Super Detective in the Fictional World Novel
Cap. 351
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CAPÍTULO 351 - Fazendo por Fazer no Palácio da Festa

Capítulo 351

1.049 palavras~5 min de leitura

Luke assentiu com um sorriso e colocou uma grande bolsa de comida no carro dela: — Tudo bem. Se estiver realmente preocupada, por que não arranja um caso mais simples para mim?

Elsa pareceu considerar sério: — Isso faz sentido. Verei se há alguns casos adequados para te manter longe deste.

Luke ficou sem palavras. Um momento depois, finalmente falou: — Não precisa ter pressa. Tenho que investigar este caso por alguns dias porque é uma ordem de cima, senão o diretor não ficará feliz.

Elsa percebeu ser verdade. Assentiu e entrou no carro: — Okay. Amanhã… não chegue cedo demais.

Luke acenou em despedida e a viu ir embora.

Ele balançou a cabeça e entrou na casa após o carro de Elsa desaparecer na esquina.

Tinha que ser um grande negócio desta vez, já que Elsa não era o tipo de pessoa recuava diante de qualquer coisa.

Até descobrir a situação, não agiria além da conta.

Após ver Elsa ir embora e lembrar Selina para terminar o treinamento, também saiu no carro.

Precisava discutir o novo empreendimento comercial da empresa com Jenny.

A visita inesperada de Elsa atrasou isto, mas seu horário com Jenny foi marcado para depois do jantar, então não era tarde demais.

Quando se encontrou com Jenny, falou a ela sobre Chris e pediu para finalizar os detalhes da cooperação sobre a mina.

Após isso, tudo que Luke precisaria fazer era encontrar um advogado para analisar o contrato ou executá-lo em seu miniprograma antes de assinar.

Jenny também trouxe um mapa de navegação e como havia contatado várias empresas, mas que teve pouco progresso.

Isso estava bem para Luke. Se não conseguisse vender, apenas implementaria no software do seu celular; ele já havia criado uma versão web.

Para colocar o pé na porta antes da Keyhole Inc., Luke inventou uma tecnologia de mapa simples e prático e pediu uma patente.

Em todo caso, com as habilidades de Tony, era somente o trabalho de algumas horas de negócio por dia, e como aconteceu, Luke tinha muito mais horas que outras pessoas à noite.

Ao mesmo tempo, desde que Luke começou a fazer seus próprios celulares, Jenny perguntou por aí. Muitas empresas estavam interessadas, mas suas ofertas foram muito irracionais porque queriam comprar a patente de Luke por apenas várias centenas de milhares de dólares.

Luke riu: — Você adquiriu aquela empresa que pedi?

Jenny respondeu: — Sim, mas a tecnologia deles é muito datada e nada de tudo de valor já foi vendido. É principalmente uma casca agora.

Luke deu de ombros: — Mas foi muito barato e temos a patente pela sua tecnologia de celular.

Jenny disse: — Não poderíamos ter a adquirido tão fácil se o presidente da empresa encarregado não tivesse morrido de doença e seus filhos não estivessem desesperados para se livrar da empresa mal administrada.

Luke: — O que precisamos é apenas de uma casca. Quando tiver mais tempo, vou conseguir criar os celulares e você pode ser a CEO da empresa para vendê-los.

Jenny: — … Você pode parar de falar sobre vender celulares como se estivesse vendendo roupas com desconto na frente de um shopping?

Luke: — Okay, iniciaremos uma nova era de celulares e levando todos a um novo mundo. Que tal?

Jenny: — Mm, muito melhor.

Luke: — Hehe.

Quando terminaram com estes pequenos negócios, Luke finalmente começou a trabalhar com a Secretaria Jenny.

Era de suma importância que um CEO e sua secretaria tivesse boa e frequente comunicação entre si para que estivessem na mesma página sobre o desenvolvimento futuro da empresa.

Passando das dez do dia seguinte, Luke dirigiu para casa e chamou Selina.

Sem surpresa, Selina mastigou o bolo que Luke trouxe da loja de sobremesa e perguntou: — O que vamos fazer hoje?

Ela também ouviu o que Elsa falou ontem. Parecia um pouco cedo para irem trabalhar.

Luke dirigiu rumo a costa oeste.

— Vamos visitar o Sr. Dylan Elsworth primeiro.

Selina parou de comer o bolo e olhou para ele com surpresa: — Mas a Elsa não disse…

Luke assentiu com um sorriso: — Temos que fingir que estamos investigando o caso. Se não visitarmos publicamente este cara, como os figurões saberão que estamos fazendo o trabalho?

Selina perguntou: — Então aonde podemos encontrar este cavalheiro?

Luke: — No palácio da festa dele.

Após pegar a rodovia de Santa Monica, eles seguiram pelo oeste.

Selina perguntou suspeitosamente: — Ele não mora na Praia de Malibu, mora?

Luke caiu na gargalhada: — Até parece. Ele não é seus avós, não está na idade onde gosta da natureza.

Dez minutos depois, chegaram na mansão à beira-mar.

Luke estacionou o carro rente a rua antes de chegarem na mansão. Checou as redondezas por um momento pelas câmeras do carro, então, folheou as informações.

Ele revirou os olhos antes de sair do carro: — Vamos lá. Nosso alvo está na praia.

Selina estalou a língua enquanto admirava o céu azul, as nuvens brancas e os biquínis e shorts: — Esta é a vida dos ricos? Ainda é de manhã.

Luke riu: — E daí? Podemos almoçar na praia depois.

Selina assentiu satisfeita: — Essa é uma ideia brilhante, querido. Você deveria pensar em mais sugestões criativas como está no futuro.

— Como quiser — respondeu Luke com um sorriso.

Se aproximando da praia, não encontrou uma placa para indicar que estava numa propriedade privada: — Esta praia provavelmente não pertence ao nosso alvo. Você pode escolher um lugar para o almoço primeiro.

Na praia, mais de trinta homens e mulheres estavam brincando.

As mulheres compunham a maioria, e somente havia quatro homens. Além disso, cada homem estava acompanhado por pelo menos duas mulheres.

Selina perguntou num tom baixo: — Isto é o que acho que é?

— Dinheiro é a raiz de todo mal — Luke assentiu levemente.

Após trabalhar em tantos casos, perceberam que dinheiro poderia fazer qualquer coisa acontecer.

As garotas que sonhavam se tornar famosas da noite para o dia inundavam Los Angeles todo dia. As bem-sucedidas se tornariam exemplos para as outras garotas, enquanto as falhas eram como chuva.

Algumas iriam aos esgotos e ficariam sujas e horrendas.

Algumas retornariam aos rios e mares para encontrar seus eus verdadeiros.

E algumas prosseguiriam e empacotariam seus produtos para ser vendido.

As garotas na praia claramente estavam entre os esgotos e os produtos embalados.

Infelizmente para as garotas que caminhavam por esta metrópole, elas muito provavelmente acabariam num esgoto que ter sucesso como uma estrela.

Fim da leitura

Capítulo 351 concluído

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