Sistema de Supercomputador Biológico Novel — Capítulo 516: CAPÍTULO 516 - O Homem Encapuzado 3

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Cap. 516
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CAPÍTULO 516 - O Homem Encapuzado 3

Capítulo 516

1.239 palavras~5 min de leitura

Erik parou diante do homem mascarado, o peito subindo e descendo em um ritmo constante. Em contrapartida, o homem bufava pesadamente, apoiado em uma parede. Suor escorria de sua testa, encharcando o tecido de seu manto enquanto descia. Ele olhou cautelosamente para Erik, seus olhos se arregalando em surpresa e descrença.

— Tudo isso era realmente necessário? — Erik começou, sua voz firme, mas severa. — Você só me fez perder tempo.

— Agora, me diga... — ele acrescentou. — Onde está o refém?

O homem encapuzado balançou a cabeça, um sorriso insano brincando em seus lábios, incrédulo com o que acabara de acontecer. — Seu aberração da natureza. Não deveria estar por aí na patente π? Você é um maldito novato! Seu poder... Simplesmente não é normal.

— Eu já disse aos atendentes várias vezes que recebi treinamento particular — ele respondeu, com uma nota de irritação em sua voz. — Mas eles simplesmente não dão ouvidos.

O homem gaguejou, — Ma...mas... — tentando encontrar as palavras apropriadas para expressar sua confusão. Ele parecia completamente perplexo, como se o conhecimento do poder de Erik estivesse surgindo lentamente em sua mente. — Treinamento particular ou não, é simplesmente impossível você ser mais forte que eu. Eu sou uma patente Ômicron, pelo amor de Deus. Sua derrota foi tão fácil; você deve estar pelo menos no nível ν.

Ele parou por um segundo e respirou fundo, reunindo seus pensamentos antes de continuar. Quando finalmente falou, havia uma corrente de surpresa difícil de ignorar no tom de sua voz, que ecoou pelo beco vazio enquanto ele continuava: — E, para completar, você tem apenas dezessete anos! — ele exclamou, sua voz ecoando no beco silencioso.

O comentário do homem encapuzado rapidamente se espalhou pela transmissão ao vivo.

— Ele tem apenas dezessete anos?

Os espectadores não podiam acreditar no que estavam vendo e ouvindo e não conseguiam desviar o olhar da tela enquanto viam o jovem mercenário que havia demonstrado tal proeza surpreendente.

— Tanta força... e com apenas dezessete anos. Ele é realmente um gênio! — Alguém comentou com seus amigos. As palavras do homem instantaneamente geraram uma discussão acalorada entre os espectadores.

— Ele deve ter treinado desde criança — outro sugeriu, impressionado com as habilidades de Erik.

A idade que ele dizia ter começou a ser um tópico de especulação, o que, por sua vez, alimentou discussões sobre seu passado, sua rotina de treinamento e o futuro potencial que poderia estar reservado para ele. O público estava fascinado pela habilidade de Erik, e o fato de ele ainda ser um adolescente adicionou uma camada adicional de mistério ao seu personagem. As guildas o queriam cada vez mais.

— Ser tão forte em uma idade tão jovem, é inédito! — Muitas pessoas expressaram sua admiração e se maravilharam com a força e habilidade de Erik, que estavam muito além de seus anos.

O tópico de discussão estava repleto de conjecturas e expressões de admiração, com novos comentários surgindo a cada segundo. Um bom número deles se referiu a Erik como um prodígio devido à sua pouca idade e à habilidade excepcional que ele demonstrou, o que causou uma onda de entusiasmo.

Os comentaristas continuaram a falar sobre Erik, e a pura incredulidade que podia ser ouvida em suas vozes era evidência da marca que ele havia deixado. O fato de sua idade ter sido mencionada pareceu aumentar a sensação de admiração que já estava presente entre os espectadores, solidificando ainda mais a crença de que Erik Kay não era meramente um nome para ficar de olho, mas sim um verdadeiro prodígio em formação que eles tinham que colocar as mãos.

Erik estava praguejando silenciosamente para si mesmo o tempo todo. Ele sabia que a conversa deles seria transmitida ao vivo para muitos espectadores em suas casas. Sua idade se tornou um tópico de conversa entre aqueles na plataforma naquele momento. No entanto, ele abruptamente redirecionou a atenção para o indivíduo vestindo o capuz, uma carranca se formando em sua testa.

— Você é qualificado para fazer este trabalho? — Erik estalou, criticando-o pelo deslize. — Você deveria saber que não se deve divulgar informações pessoais durante um evento ao vivo.

O homem encapuzado bufou, a irritação brilhando em seus olhos. — Esse não é o ponto — ele retrucou, elevando sua voz acima da agitação persistente da arena. — Você trapaceou durante a avaliação de luta. Você não pode me dominar tão facilmente se não estiver em um nível muito mais alto do que eu! Isso significa que você se conteve durante a avaliação, o que significa que todo o exame é inútil, já que todos serão mais fracos que você. O teste foi feito exatamente para isso: testar você! Pode me dizer qual é o sentido se tudo isso será uma brisa para você?

Erik zombou da acusação, cruzando os braços defensivamente. — Eu não trapaceei — ele rebateu, sua voz firme e inabalável. — E aqueles robôs se saíram muito melhor do que você, honestamente.

O indivíduo vestindo o capuz parecia furioso, como evidenciado por um моментальное arregalar de seus olhos. Erik continuou, prestando muita atenção às palavras que escolhia. — O problema não é com a minha força. É com a sua previsibilidade. Você foi óbvio demais com seus ataques. Eu podia vê-los de longe; você deveria voltar para o treinamento e aprender o básico novamente, porque não sou eu que sou forte demais; você é fraco demais!

As palavras de Erik fizeram o homem de capuz se irritar, e você podia ver uma onda de raiva passar por suas feições. Ele cuspiu as palavras em um tom acalorado: — Como você se atreve?! — Erik manteve a calma diante de sua explosão explosiva, não mostrando nenhum sinal de vacilar.

— Pau que bate em Chico, bate em Francisco — disse Erik, sua voz carregada de um tom de desafio. — Você revelou minha idade. Estou apenas oferecendo minha avaliação de suas habilidades de luta em troca.

O homem de capuz silenciou com isso, seu olhar permanecendo fixo em Erik. O jovem mercenário não vacilou diante de seu escrutínio e manteve contato visual com ele. Eles não estavam mais em uma cidade fictícia ou no meio de um conflito encenado. Aquilo era pessoal e tão real quanto o sol.

— Chega dessa bobagem, agora — disse Erik, seu tom leve, quase brincalhão. — Apenas me diga onde está o refém e vamos acabar com essa farsa.

A postura do homem transmitia uma sensação de relutância, refletida na carranca em seus lábios. Ele exalou profundamente enquanto erguia os olhos por um momento e, em seguida, voltou sua atenção para Erik.

Sua relutância inicial agora deu lugar a uma atitude mais aceitável. — Tudo bem — disse ele, seu tom comunicando sua aceitação da situação. Ele respirou fundo antes de recitar a frase memorizada, suas palavras carregando um certo ritmo: — Eu realmente não sei muito; Eu só sei que a pessoa que você está procurando foi vista pela última vez no lugar que eles chamam de 'Casa de Jasmim' na periferia leste da cidade. É um prédio cheio de flores exóticas à venda. Agora pare de perder tempo e vá fazer o seu trabalho.

O sorriso de Erik estava permanentemente fixo em seu rosto mascarado, mas seus olhos se estreitaram enquanto ele se concentrava nas palavras que o homem falou no capuz.

Durante esse tempo, o homem encapuzado observou à distância enquanto a tensão entre eles diminuía a cada segundo que passava. Ele havia cumprido seus deveres nesta performance ensaiada, fornecendo a Erik as informações que ele era obrigado a lhe dar. Cabia a Erik localizar o refém neste ponto.

Fim da leitura

Capítulo 516 concluído

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