Ascendance of a Bookworm — Capítulo 115: CAPÍTULO 115 - 114

Ascendance of a Bookworm
Cap. 115
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Ascendance of a Bookworm

CAPÍTULO 115 - 114

Capítulo 115

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Ascendance of a Bookworm – Capítulo 114

Um lugar ainda longe daqui

— Tuuli, você tem um segundo? Quero que você cuide de um cliente para mim.

— Eu estarei lá.

Quando o assessor da capataz veio me chamar, me certifiquei de que os pontos que acabei de fazer estavam limpos, depois guardei minhas agulhas e tirei meu avental, com pressa. Verifiquei, rapidamente, para ver se meu cabelo ou roupas tinham algum fio perdido, ou sujeira neles.

Okay, perfeito! Como Myne tinha dito, meus chefes começaram a me deixar lidar com os clientes assim que comecei a me manter limpa. Não só isso, mas desde que a Sra. Corinna fez aquele acordo com Myne, ela começou a me pedir emprestada, da nossa oficina, para que ela pudesse me perguntar mais sobre como fazer enfeites de cabelo. Nossa capataz queria, desesperadamente, conexões com a Companhia Gilberta, e graças à minha ajuda nessa frente, ela começou a me deixar fazer mais trabalho, de uma só vez.

Na primavera, eu tinha sido uma das mais baixas dahuas, na oficina, mas, no verão, tudo tinha mudado. Eu estava feliz com isso, mas agora as pessoas na oficina fofocavam sobre como eu era a única que conseguia lidar com os clientes. Rita e Laura até reclamaram, na minha cara, que a capataz tinha começado a me favorecer, de repente. Elas acabaram reclamando no almoço, também, deixando-me fazendo beicinho enquanto me sentia meio desconfortável.

— Não reclame comigo, estou apenas fazendo o que Myne me disse para fazer.— Quando eu disse a Rita e Laura o que Myne me disse sobre ser educada e ficar limpa como uma representante da oficina deveria ser, seus olhos se arregalaram de surpresa.

— Por que Myne sabe de tudo isso? Ela é muito fraca para ir à floresta.— Laura era nossa vizinha e sabia o quão fraca Myne era. Mas ela era um ano mais velha que eu e mal a conhecia, já que era uma aprendiz, quando Myne conseguiu ficar forte o suficiente para ir à floresta. Ela só a conheceu de verdade quando puxou o enfeite de cabelo de Myne na cerimônia de batismo e ficou ansiosa com isso.

— Myne é muito fraca para andar muito por aí, mas ela usa a cabeça, em vez disso, e ajuda papai a trabalhar no portão. Ela lê cartas e faz coisas de matemática. Aparentemente, ela aprendeu a falar com nobres e donos de lojas ricas enquanto estava lá.

Na verdade, Myne começou a ir ao templo como uma donzela azul do santuário, mas mamãe e papai me disseram para não contar a ninguém sobre isso. Todos pensavam que ela ia ajudar o pai no portão ou visitar a Companhia Gilberta para discutir enfeites de cabelo. Ela ia para a Companhia Gilberta com Lutz às vezes, então não era completamente falso.

— Uau, ela sabe ler? Isso é muito legal.— Rita arregalou os olhos de surpresa. Ela morava no lado oposto da cidade, com o beco do artesão entre nós, então ela nunca tinha visto Myne antes. Rita ficar impressionada, apesar disso, me fez feliz.

— Uhum, Myne é incrível. Ela conheceu alguém da Companhia Gilberta, enquanto trabalhava no portão, que foi como a Sra. Corinna notou os enfeites que Myne fez. E então ela até comprou os direitos dos enfeites de cabelo. Normalmente, Myne iria ensiná-la a fazê-los, mas eu vou, em vez disso, já que ela é muito fraca para ir tão longe.

Decidi não mencionar que Myne era pior que eu em fazer os enfeites de cabelo. Se todos soubessem que ela era ruim em costurar além de estar doente, Myne nunca seria capaz de se casar. Como irmã mais velha, era meu trabalho impedir que isso acontecesse.

— Hum. Você tem tanta sorte, Tuuli. Você tem que ir para a casa da Sra. Corinna, graças a ela, certo? Eu gostaria de ter uma irmã mais nova como Myne também, talvez a capataz me favorecesse, em vez disso,— disse Laura com um suspiro de inveja.

Mas, há algumas semanas, você estava dizendo que deve ser uma dor enorme cuidar de uma irmãzinha doente. Me senti um pouco irritada com a opinião de Laura, mudando assim do nada, quando percebi algo e bati palmas. Se todos seguissem o conselho de Myne, eu não seria a única a lidar com os clientes.

— Quando fui à casa da Sra. Corinna, tipo, ela estava fazendo um vestido super bonito. Perguntei como fazer desenhos maravilhosos para nobres e Myne me disse o que eu precisava fazer.

— O quê? O que Myne disse?— As duas, agora sabendo que o conselho de Myne era incrível, inclinaram-se para a frente e olharam para mim, com antecipação brilhando em seus olhos.

— Ela disse que eu deveria ir para o norte da cidade nos meus dias de folga e ver o que as pessoas estavam vestindo, para que eu pudesse perceber quais modelos eram populares entre as pessoas ricas. Ela disse que eu não saberei o que é bom se eu não olhar para as coisas boas. Então, eu estava pensando em ir para o norte no meu dia de folga, amanhã. Querem vir comigo?

— Sim!

— Eu também!

Rita e Laura aceitaram meu convite imediatamente. Suspirei de alívio. Eu as convidei por uma simples razão. Ao contrário de Myne e Lutz, que iam frequentemente para o norte, visitar a Companhia Gilberta, eu ainda estava tão nervosa que nunca tive coragem de ir mais para o norte do que a praça central. Pensei que talvez ter duas amigas ao meu lado, tornaria as coisas mais fáceis.

Quando chegou o dia seguinte, terminei o café da manhã rapidamente, peguei as roupas que havia lavado e coloquei para secar na noite passada. Eram as roupas de verão que usei na casa de Corinna. Só de usá-las para ir ao norte uma vez antes, me deu um pouco de coragem.

— Tchau, Myne. Vou para o norte.

— Espero que você aprenda muito lá. Boa sorte, Tuuli. — Myne se despediu. Eu honestamente gostaria que ela viesse comigo, mas ela não queria, já que Rita e Laura estariam lá. Ela disse que elas não andariam no ritmo dela e ela seria apenas um peso morto, ficando para trás e desmaiando.

Saí de casa e desci os degraus, correndo até a praça, onde encontrei Laura andando pelo poço.

— Bom dia, Tuuli. Bora! Rita provavelmente já está esperando por nós.

Laura e eu atravessamos os becos estreitos a caminho do beco do artesão. Encontramos Rita em pouco tempo.

— Laura, Tuuli. Bom dia.

— Bom dia, Rita! Eu estava tão animada que nem consegui dormir ontem à noite! — disse Laura, pulando, em direção a Rita, com entusiasmo. Começamos a caminhar para o norte e quase imediatamente passamos por algumas crianças que conhecíamos indo para a floresta.

— Oh? São Tuuli e Laura. Saindo para algum lugar para se divertir? Talvez o mercado?

— Não, ah. Estamos estudando. Vocês vão todos para a floresta, certo? Boa sorte.

Nos despedimos e seguimos as pessoas que se dirigiam do beco do artesão até seus locais de trabalho. Ao longo do caminho, falamos exclusivamente sobre costura e moda.

— Ei, Tuuli. Fale sobre a vez em que você foi à casa da Sra. Corinna.

Elas queriam ouvir sobre as roupas e coisas que Corinna me mostrou, então pensei naquele dia e tentei descrever o que me disseram. Mas Corinna usou tantas palavras que eu não sabia, que era, naturalmente, impossível para mim, lembrar todos os detalhes. Isso me lembrou de como Myne sempre escrevia coisas em seu bloco de anotações e olhava quando se esquecia de algo. Talvez eu precise aprender a ler também.

Havia muitos carrinhos subindo e descendo a rua do beco do artesão, mas não havia carruagens. A maioria das pessoas aqui usava o mesmo tipo de roupa que estávamos acostumadas a ver. Eles usavam roupas remendadas, compradas de lojas usadas. Mas quando nos aproximamos da praça central, a costura melhorou, a roupa ficou mais colorida e a quantidade de pano usada aumentou. Quando começamos a ver as pessoas usando acessórios, a praça estava bem na nossa frente.

Entramos na praça, enquanto conversávamos, animadas, entre nós. Havia uma tonelada de pessoas indo da praça para o porto na parte ocidental da cidade, então a moda era indescritivelmente variada. Não só as roupas eram mais elegantes, mas também havia carruagens na rua, em vez de apenas vagões.

Rita, cuja casa ficava no extremo sudoeste da cidade, arregalou os olhos, após entrar na praça central. — Eu geralmente não venho à praça, já que posso, simplesmente, ir, pelos becos, até o mercado. Não sabia que havia tantas pessoas diferentes aqui. E agora que eu olho. Há um monte de roupas azuis. Talvez porque seja a cor divina do verão?— disse ela, levando-me a concentrar minha atenção nas roupas, na praça central. Como ela disse, parecia haver muitas roupas azuis. Olhei para a multidão enquanto pensava no que Corinna havia me ensinado, quando, de repente, meus olhos caíram na saia de uma mulher.

— Wow! Essa saia parece incrível. Apenas algumas pregas fazem com que pareça tão chique.

— A roupa de batismo de Myne também era incrível, não era?

— Myne apenas juntou o pano extra, já que ela é mais baixa que eu. Mas eles são a mesma coisa, uhum. Acho que o que importa para parecer chique é usar pano extra.— Não pude deixar de sorrir com o ponto de Laura. Era verdade que as roupas de batismo de Myne eram super fofas e elegantes, graças a como mamãe e eu as alteramos. Mas graças a isso, nos envolvemos em muitos problemas. Naquele dia aprendi uma lição importante: fofura nem sempre significa melhor.

Havia a Guilda dos Comerciantes e outras guildas menores perto da praça central, então havia muitas pessoas se movendo de muitas classes sociais diferentes. Mas, se prestasse atenção, poderia dizer de que classe social alguém era pelas roupas que usava. Quando fui à loja de segunda mão, para escolher as roupas de Myne, aprendi a combinar roupas com tom de pele e cor de cabelo, além de como se poderia mostrar sua classe social pela maneira como se vestiam. Lutz e eu escolhemos vestidos que ficariam bem em Myne, mas ela havia escolhido inteiramente outras roupas. Lembrei-me disso e apontei para uma mulher que passava com uma blusa, saia e espartilho.

— Olha, olha. Aquela garota não está usando apenas um vestido. Se você tem dinheiro extra, você comprar três peças de roupa separadas, certo? Uma blusa, uma saia e um espartilho. Você pode mudar completamente a sensação de uma roupa trocando uma parte, ou como, trocando a bainha da blusa, ou trocando o laço de uma manga.

— Isso é verdade! Tuuli, você é inteligente.

Bem. Não sou eu que sou inteligente.

— Só mais um pouco e estaremos no norte da cidade.

Chegamos ao extremo norte da praça sem nenhum problema, mas tudo o que passava lá era a terra de pessoas ricas. Dar o primeiro passo para dentro foi assustador. Nos reunimos na saída norte e olhei minhas roupas. Laura e Rita notaram isso e, de repente, ficaram em silêncio, suas expressões nublando enquanto olhavam, nervosamente, por cima de suas próprias roupas.

— E-Ei, Tuuli. Vamos mesmo para o norte?

— Você já esteve na oficina da Sra. Corinna antes, então você está bem lá, certo?— Laura me empurrou para frente, mas eu simplesmente plantei meus pés no chão sem dar um passo. A oficina de Corinna não ficava muito longe da praça e ela sempre enviava alguém para me guiar.

— Está tudo bem irmos para o norte?— perguntou Rita, nervosamente, agarrando minha mão.

— Hummm. E se continuarmos olhando as roupas na praça? Ainda não dei uma boa olhada.

— Concordo. Ainda há muito a aprender aqui.

Nós três caminhamos ao redor da fonte da praça, de mãos dadas e prestando atenção nas roupas de todos. Circulamos cerca de cinco vezes, enquanto observávamos os transeuntes. Mas tínhamos percorrido todo esse caminho para ir para o norte e não era tão fácil parar de pensar nisso. No meio de uma rotação, todas nós, subconscientemente, desaceleramos, quando nos aproximamos da saída norte.

— Tuuli, por que você tem andado pela fonte assim?

— Lutz?! Espere, por que você está aqui?

— Estou levando um recado para a Guilda dos Comerciantes. Você estava aqui quando eu cheguei e aqui quando terminei, então fiquei curioso,— disse Lutz, enquanto apontava para a Guilda dos Comerciantes e nos olhava estranhamente. Agora que ele mencionou isso, estávamos realmente parecendo suspeitas. Alguém que conhecíamos nos viu andando em círculos, ao redor da praça central, sem sair para o norte.

Ah, não. Isso é muito embaraçoso. Como devo explicar isso ao Lutz? Embalei minha cabeça e tremi de vergonha, mas Laura apenas riu do tapa no ombro de Lutz.

— A verdade é que Tuuli nos pediu para ir para o norte da cidade, com ela, para olhar as roupas das pessoas ricas, mas ela ficou muito nervosa para sair da praça. E. Espere. Lutz, você está usando roupas muito bonitas. De onde elas vieram?— Parecia que Laura ainda não sabia que Lutz havia sido contratado pela Companhia Gilberta. Ela olhou para o uniforme de aprendiz dele, da cabeça aos pés, inclinando a cabeça em confusão.

— Este é o uniforme de aprendiz da Companhia Gilberta. Tenho que voltar ao trabalho, mas você pode vir comigo à loja, se quiser.

— O quê? Sério?! — Tínhamos encontrado um guia inesperado e fiquei muito feliz. Com Lutz assumindo a liderança, finalmente conseguimos deixar a praça e ir para o norte. Como apenas pessoas ricas moravam aqui, havia muito mais carruagens que vagões e tudo parecia diferente do sul da cidade, onde morávamos. Havia muitos prédios altos e finos no sul, mas aqui, todos os prédios eram maiores e, uma vez que você chegava aos terceiros andares, de madeira, eles começavam a ser pintados com cores bonitas.

— Tuuli, você não esteve aqui algumas vezes?

— Eu já, mas vir aqui ainda me deixa nervosa. Ainda não estou pronta para vir sozinha.

Lutz balançou a cabeça com exasperação, mas ainda nos levou até a frente da Companhia Gilberta. Ele, então, correu para dentro, dizendo ter que voltar ao trabalho.

— Lutz realmente é um aprendiz adulto aqui, hein.— Laura olhou para a Companhia Gilberta com a boca aberta. Myne e Lutz sempre entravam como se não fosse nada, mas, para nós, era como uma fortaleza inexpugnável. Mesmo se quiséssemos entrar, o guarda na porta provavelmente nos afastaria.

Por algum tempo, ficamos em frente à Companhia Gilberta, observando as pessoas que passavam. Havia mais pessoas vestindo roupas com babados que antes, e, no mínimo, não vimos ninguém usando roupas remendadas. Comparado com o que tínhamos visto na praça, os desenhos eram muito mais consistentes e regulares. Isso provavelmente refletia as “tendências” de que Myne e Corinna estavam falando.

— Posso dizer que as roupas que as pessoas ricas usam são incríveis, mas acho que não posso fazê-las sozinha. Não tenho o pano para praticar e nem sei como começar a fazê-las,— disse Rita com um encolher de ombros.

Laura assentiu em concordância. — Essas não são as roupas que nossos clientes querem, com certeza. Parece que estão fora do nosso alcance, muito longe do que podemos fazer. Talvez, para estudar, devêssemos apenas ficar na praça.

Eu havia trabalhado lado a lado com Rita e Laura, por um longo tempo, então, suas opiniões sendo totalmente diferentes das minhas, me chocaram. Eu queria ficar aqui e ver roupas de pessoas mais ricas. Eu queria praticá-las, eu mesma, como eu tinha feito com a roupa de batismo de Myne, mesmo que isso significasse fazer roupas minúsculas, para bonecas. E queria melhorar com todos e me mudar para um ateliê melhor quando nossa próxima renovação de dahua chegasse. Mas ambas desistiram imediatamente, achando que era demais para elas. Percebi que, em algum momento, nossos objetivos e formas de pensar haviam mudado. Não compartilhávamos mais os mesmos sonhos e isso me deixou perdida.

— Querem ir para casa por hoje?— Perguntei, já que elas pareciam muito desconfortáveis. Elas assentiram e começamos nossa jornada de volta à praça. Mas minhas pernas e coração pareciam pesados. Caminhei, enquanto olhava para meus pés, reclamando por dentro.

Por que já estamos indo para casa? Viemos até aqui! Ainda não vi o suficiente. As duas acham que essas roupas são demais para nós, mas acho que não. Eu não quero pensar nisso.

Após caminhar um pouco, parei e me virei. Eu podia ver clientes entrando na Companhia Gilberta. Eles provavelmente estavam lá por Corinna, já que suas roupas se pareciam muito com os exemplos que eu tinha visto em seu quarto. Tão bonito. Eu quero olhar mais para eles.

Pensamentos dos vestidos para nobres que eu tinha visto na casa de Corinna passaram pela minha mente. Era exatamente por estar fora do meu alcance, que eu queria estudar e praticar mais. Eu queria me tornar boa o suficiente para participar do ateliê de Corinna. Lutz e Myne conseguiram ser aceitos pela Companhia Gilberta, então, talvez se eu trabalhasse duro, pudesse ser aceita também.

Acho que estou pensando assim por causa da Myne. Myne sempre trabalhou, desesperadamente, para conseguir o que queria e sempre conseguiu. Especialmente, desde que ela tinha Lutz, que andou por sua própria estrada na vida, mesmo depois que seus pais o rejeitaram. Eu não queria me contentar com nada menos. Eu não queria pensar que algo era impossível para mim, ou fora do meu alcance. Eu queria avançar no meu próprio caminho.

— O que há de errado, Tuuli?— As duas pararam de andar e se viraram. Olhei para cima e acenei para elas com um sorriso.

— Desculpe. Vocês podem ir para casa sem mim. Agora que estou aqui, quero aprender até ficar satisfeita.

A Companhia Gilberta ainda era um sonho distante para mim, mas eu não desistiria. No mínimo, eu precisava trabalhar duro até que eu pudesse escolher roupas melhores que Myne. Eu teria vergonha de mim mesma como costureira, se não pudesse nem derrotá-la quando se tratava de roupas.

Me virei e voltei para a Companhia Gilberta, depois me levantei e observei as roupas das pessoas passando.

Eu não vou perder para Myne. Porque, vamos lá. Sou a irmã mais velha dela!

Fim da leitura

Capítulo 115 concluído

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