Ascendance of a Bookworm — Capítulo 118: CAPÍTULO 118 - 117

Ascendance of a Bookworm
Cap. 118
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Ascendance of a Bookworm

CAPÍTULO 118 - 117

Capítulo 118

928 palavras~4 min de leitura

Ascendance of a Bookworm – Capítulo 117

Prólogo

Effa ouviu Karla, o tempo todo, enquanto lavava pratos. Tanto por sua tagarelice quanto por ela ganhar peso, ela percebeu que Karla estava aliviada por Lutz finalmente voltar para casa. Ela ficou desconcertantemente quieta enquanto Lutz estava fora.

— Sem mencionar que nunca vi meu marido falar tanto assim antes. Ainda é difícil para mim, acreditar!

Karla, enquanto escondia que eles haviam sido convocados para o templo, falou longamente sobre o quanto seu marido, normalmente quieto, Deid, se importava com o filho. Parecia que eles finalmente entenderam muito bem o quão duro Lutz estava trabalhando, depois que foram para a Guilda dos Comerciantes e o viram fazer seu trabalho.

— Claro, ele disse que estava aprendendo suas letras com Myne, mas nunca pensei que ele saberia ler papelada tão confusa e maliciosa.

Karla deu uma risada exagerada, mas ficou claro que ela estava feliz em ver o crescimento de seu filho. Ela basicamente começou a se gabar sem parar.

Effa empalideceu de terror quando Myne lhe disse que a família de Lutz havia sido convocada pelo Sumo Sacerdote, para uma discussão, lembrando-se de sua própria experiência no templo, mas parecia que tudo tinha corrido perfeitamente bem para eles. Isso era um alívio.

— A propósito, como você está, Effa? Você parece meio doente, muitas vezes, mas acho que está se acalmando agora?

— Acho que está na hora de contar às crianças sobre isso — disse Effa, com um sorriso enquanto esfregava o estômago. Sua terrível doença matinal havia começado a se acalmar, o que significava que ela provavelmente havia sobrevivido ao momento mais perigoso para abortos espontâneos. Effa começou a arrumar os pratos limpos, sentindo-se feliz.

— Sim, Effa. Myne foi de grande ajuda para nós, desta vez. Agradeça a ela por mim, tá?

Effa assentiu para Karla e voltou para casa. Myne estava esperando, bem na porta, provavelmente tendo ouvido seus passos. Ela disse que ajudaria a guardar os pratos, depois ficou em uma cadeira para chegar às prateleiras e alinhou os pratos limpos, um por um. Myne não conseguia tirar água do poço, nem lavar a louça. Effa sabia que ela estava apenas tentando ajudar onde podia, mas quando Myne se esforçava demais, ela acabava desmaiando. Ser um pouco mais contida seria o ideal.

— Mãe, você já está se sentindo melhor? Tem certeza de que está bem?— Myne perguntou após guardar todos os pratos.

— Myne. Você vê, eu tenho um bebê na minha barriga. Você vai ser uma irmã mais velha.

— Quê?! Queeeee?!— Myne ficou tão surpresa que quase caiu da cadeira. Effa sorriu enquanto a segurava firme. Esperar até que ela terminasse com os pratos tinha sido a decisão certa.

Myne desceu da cadeira e olhou para a barriga de Effa, com curiosidade. Ainda não era grande o suficiente para ser visível. Por um segundo, ela pensou que Myne não acreditava nela, mas, então, ela agarrou sua cabeça e começou a dizer coisas insondáveis novamente.

— Nãooooooo! Mal me lembro de algo dos livros de gravidez que li, já que achava que nada disso importaria para mim! Aaaah! Qual era a técnica de respiração mesmo? Acho que devemos ficar quietos quando o (enjoo matinal) chegar, garantir que você tenha o suficiente para comer e incentivar exercícios consistentes?! Eu acho.

O que deu nela? Myne estava embalando a cabeça como se estivesse extremamente ansiosa com isso. Talvez ela estivesse nervosa por ter um novo irmão. Effa começou a se perguntar se deveria consolar Myne, quando Tuuli, que estava se preparando para o trabalho, entrou correndo na cozinha, com um grito animado.

— Sério?! Wooow! Vou costurar algumas roupas e fraldas para o bebê!

Effa sorriu para Tuuli, que imediatamente pensou em coisas que poderia fazer para ajudar o bebê. Myne começou a murmurar quase competitivamente sobre o que poderia fazer pelo bebê também. Effa não esperava que Myne pudesse fazer nada, então apenas celebrar o bebê seria suficiente para ela. Mas isso não seria suficiente para Myne, então após pensar um pouco, sua cabeça disparou com um sorriso radiante.

— Vou fazer um (Livro ilustrado) para o bebê!

— Um o quê? Não sei o que é isso. — Effa e Tuuli se entreolharam, cabeças inclinadas em confusão.

— É um livro com ilustrações! Vou fazer um livro para ajudar as crianças a ler!

— Ahahaha, isso é exatamente algo esperado de você, Myne.— Os olhos de Tuuli se arregalaram com a explicação de Myne, então ela começou a rir. Myne sempre pensava em livros, mas no final, Effa ficou feliz por não se opor a ter um novo irmão.

— Trabalhar duro para o bebê significa que você será uma boa irmã mais velha também, Myne.

— Vou encher aquele bebê de toneladas de amor. Tuuli vai usar suas habilidades de costura para fazer roupas e outras coisas, então vou colocar tudo o que eu tenho para fazer brinquedos educativos. Trabalharei duro pelo bebê. Definitivamente, definitivamente, serei uma boa irmã mais velha!

Ah, não. Ela está ficando muito animada. Em pouco tempo, a empolgação de Myne passou de fofa para aterrorizante. Este foi, sem dúvida, o início de um rompante insondável. Effa sabia disso, no fundo de toda a sua experiência passada, com os frenesis de Myne. Tuuli provavelmente sentiu o mesmo.

— Você vai ficar com febre com toda essa excitação, Myne. Tente se acalmar um pouco.

— Uhum. Vai ser muito difícil para a mamãe, Myne, então você precisa cuidar melhor de si mesma.

— Eu sei disso. Eu vou.— Então, Myne disse, mas sua expressão deixou claro que ela não faria isso. Sua cabeça estava, sem dúvida, já cheia desses (livros ilustrados).

Fim da leitura

Capítulo 118 concluído

CAPÍTULO 118 - 117