Ascendance of a Bookworm — Capítulo 120: CAPÍTULO 120 - 119

Ascendance of a Bookworm
Cap. 120
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Ascendance of a Bookworm

CAPÍTULO 120 - 119

Capítulo 120

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Ascendance of a Bookworm – Capítulo 119

Rosina e Fespiel

Fran meentregouo Fespiel menor, feito para crianças praticarem. Mesmo assim, era surpreendentemente grande, dada a minha pequena estrutura. O Fespiel para crianças tinha muito menos cordas do que o de um adulto, provavelmente cerca da metade, o que lhe dava o alcance de um teclado de treino que eu havia tocado na escola primária.

Coloquei-o entre minhas coxas, como o Sumo Sacerdote havia feito e o apoiei no meu braço esquerdo. Era feito principalmente de madeira, em vez de qualquer coisa muito pesada, para que eu pudesse segurá-lo bem, apesar da minha fraqueza.

— Vai ficar cada vez mais pesado se você segurá-lo na diagonal. Tente mantê-lo perfeitamente na vertical.— Talvez por ser um instrumento de prática, uma das cordas era colorida. — Este é o som fundamental do instrumento,— disse o Sumo Sacerdote enquanto puxava aquela corda.

Na escala “dó-ré-mi”, foi um dó. Pulando uma corda, a próxima era ré, depois pular outra corda e era um mi. As cordas finas estavam alinhadas uma ao lado da outra, cada uma com meio-tom de distância, mas a maneira como cada uma tocava um tom único, fazia com que parecesse como tocar as cordas de um piano diretamente. Mas, ao contrário de um piano, não havia teclas pretas, o que tornava a busca por sons específicos incrivelmente difícil.

— Considere isso uma escala musical. Os sons ficam cada vez mais altos ou cada vez mais baixos de cada lado.

Eu entendi a escala musical, convertendo-a para a escala dó-ré-mi, com a qual eu estava mais familiarizada. Eu tinha sido forçada a isso. Nos meus dias de Urano, eu tinha praticado piano por cerca de três anos. Seria difícil me acostumar a tocar sem problemas, mas, provavelmente, seria capaz de tocar as músicas mais simples, que me lembrava daquela época.

— Sah ee tah. Sah ee tah.

Enquanto combinava com a linguagem deste mundo, toquei desajeitadamente a música clássica “Tulipa” e balancei a cabeça em satisfação.

— Que diabos era essa música?— murmurou o Sumo Sacerdote.

— Como você ouviu, uma música sobre flores.

Nenhuma tulipa existia aqui até onde eu sabia, mas seria bom. Não era como se o Sumo Sacerdote soubesse que todas as flores já existiram. E, com certeza, o Sumo Sacerdote caiu em pensamentos, com um dedo no queixo.

— Talvez, de todas as coisas, você tenha talento para a música?

— Não, eu não tenho! Nadinha!

Oh não, oh não, oh não, oh não. Aumentei muito as expectativas dele! Inventando uma nova música e tocando na primeira vez que encostei num instrumento? De uma perspectiva externa, esse é o tipo de coisa que Mozart faria! Não olhe para mim como se eu fosse um gênio. Por favor, não. As únicas músicas que memorizei foram os hinos da escola e algumas canções básicas de piano. Eu não tenho nenhum talento para a música, em tudo.

— Isso não é algo que você pode decidir por si mesma. Para ser honesto, eu estava preocupado que uma plebeia iria lutar para tocar qualquer coisa, mas parece que não vai demorar muito, antes de sua música ser apresentável.

Apesar de minhas negações desesperadas, o Sumo Sacerdote começou a formar planos, com a sugestão de um sorriso desonesto em seu rosto. Planos que, sem dúvida, envolviam tirar grandes partes do meu tempo de leitura.

— Hum, Sumo Sacerdote. Não tenho intenção de deixar meu tempo de leitura ser reduzido ainda mais.

— Mas a prática diária é essencial para aprender a tocar um instrumento.

— Sim, eu sei. Eu ainda não vou desistir de qualquer do meu tempo de leitura.

Entre verificar o orfanato, manter o controle sobre o Ateliê da Myne, ajudar o Sumo Sacerdote e Fran estar ocupado, eu mal tenho tempo na sala de livros, não importa quantas vezes eu venha ao templo. Meu horário de refeição era estritamente gerenciado e os livros não podiam ser emprestados devido às correntes, então eu estava lendo muito menos no templo do que eu havia previsto, inicialmente.

— Quando me juntei ao templo, você disse que meu trabalho seria oferecer mana e organizar a sala dos livros. Só estou te ajudando com sua papelada pela bondade do meu coração. Você pode abrir mão de um pouco desse tempo para abrir espaço para a minha prática de Fespiel, mas eu nunca desistirei do meu tempo de leitura por isso.

Olhamos um para o outro por um tempo, e após pesar a papelada e a música em uma escala interna, o Sumo Sacerdote parecia decidir que a música era mais importante. Ele me disse para dedicar todo o tempo até o terceiro sino para praticar o Fespiel, após chegar ao templo.

— Informe Wilma e Rosina do que foi decidido hoje. Como nota, ocasionalmente, verificarei seu progresso, então tenha isso em mente enquanto se dedica à prática. Vou descobrir imediatamente se você tentar relaxar — disse ele, voltando para seu quarto.

O Sumo Sacerdote tinha razão em não esperar o melhor de mim; não havia como eu levar a música a sério sem constante observação.

Após vê-lo partir, Fran e eu tivemos de ir ao orfanato.

— Gil, Delia. Estamos indo para o orfanato agora, então, por favor, prepare um quarto para Rosina.

— Entendido. Aquele quarto estará impecável quando você voltar.

Após chegar ao refeitório, chamamos Wilma e Rosina. Todos, provavelmente, sabiam por que estavam sendo chamadas. Os órfãos estavam olhando para mim, ansiosamente.

— Irmã Myne, você está fazendo de Wilma sua assistente? Wilma vai nos deixar?

— Estou fazendo de Wilma minha assistente, mas como diretora do orfanato, farei com que Wilma continue trabalhando aqui. O trabalho dela será cuidar de todos vocês.

— Yaaay! Sério? Ela não vai nos deixar?

As crianças, aplaudindo, foram correndo em direção a Wilma, que acabara de descer para o refeitório.

— Ela disse que você pode trabalhar no orfanato, Wilma!

As crianças puxaram as roupas e os braços de Wilma, enquanto se aglomeravam ao redor dela. Ela caminhou em nossa direção com um sorriso feliz, com crianças penduradas nela. Parecia que ela significava muito para as crianças. Fiquei muito feliz por conseguir deixá-la ficar no orfanato.

Pedi às crianças que saíssem e ficassem quietas, até que nossa conversa terminasse. As crianças se alinharam contra a parede, como uma onda batendo contra um penhasco, no entanto, olharam em nossa direção com sorrisos felizes.

— Recebi a permissão do Sumo Sacerdote para seu pedido, então vou torná-la minha assistente. Seu trabalho será manter o orfanato e desenhar. Como isso inclui cuidar das crianças pequenas, você permanecerá no orfanato.

Com isso feito, Wilma poderia continuar morando no prédio feminino do orfanato. Ela não seria levada por nenhum padre azul, nem seria forçada a oferecer flores. Os pacíficos olhos castanhos de Wilma brilharam com lágrimas felizes.

— Eu agradeço muito. Vou servi-la com tudo o que tenho, Irmã Myne.

Assim que as coisas com Wilma se acalmaram, Rosina chegou ao refeitório. Ela tinha cabelo castanho ondulado como o de Tuuli, um estilo meio preso com uma trança embutida. Seus olhos azuis brilhavam de esperança e antecipação.

— Irmã Myne, me disseram que você queria discutir algo.

Rosina tinha o rosto maduro e bonito de um adulto. Seu cabelo luxuoso combinava com seu comportamento gracioso, fazendo-a parecer exatamente como uma jovem digna de uma família rica. Pela maneira como Wilma e Rosina se comportaram, eu podia imaginar como sua ex-mestra, uma amante das artes, provavelmente se comportava.

O Sumo Sacerdote, provavelmente, quer que eu me comporte como Rosina. Eu sabia disso, mas pessoas diferentes eram adequadas para coisas diferentes. Eu teria que ser treinada até que cada movimento que fizesse fosse bonito, enquanto era comparada as minhas assistentes bem-educadas? O pensamento me fez dar um suspiro pesado.

— Rosina, gostaria de fazer de você minha assistente.

Rosina cobriu a boca em descrença, as bochechas corando um vermelho rosado. Abaixei os olhos. Se eu fizesse o que ela fez, as pessoas ririam de mim.

— O Sumo Sacerdote está tentando me educar e sugeriu que eu a fizesse minha assistente. Seu trabalho será me ensinar a tocar o Fespiel até o terceiro sino, então faça o que quer que meus outros assistentes estejam fazendo. O que acha?

— Certamente, não tenho nenhuma objeção. O Fespiel é o instrumento com que mais pratiquei.

Com o fim da conversa, saí do orfanato, com uma Rosina feliz a reboque, enquanto Wilma e as crianças nos acompanhavam. Ela não tinha posses no orfanato. Os órfãos possuíam apenas seus corpos e simplesmente se mudavam para seu novo quarto, onde seu mestre preparava o que precisavam.

Após retornar aos meus aposentos e reunir meus assistentes no primeiro andar, Fran conduziu as apresentações entre todos. Parecia que um mestre não estava destinado a ver comunhões entre seus assistentes portanto, esperei no segundo andar. Fran me disse para não espiar, mesmo que eu ficasse curiosa.

Sem mais nada para fazer, comecei a folhear uma partitura que o Sumo Sacerdote havia deixado para trás. Aprender a tocar essa música era minha primeira tarefa. Não era muito longa, mas aprender a tocar uma música que você não conhecia não era fácil.

Eventualmente, ouvi Gil dizer “Vou verificar se o ateliê está limpo e trancado”, seguido pelo som de alguém saindo. As apresentações no primeiro andar aparentemente terminaram, e eu podia ouvir os outros subindo as escadas para levar Rosina para o quarto.

— Oh, meus Deuses! Um Fespiel. Irmã Myne, se importa se eu tocar uma vez? — A voz de Rosina pingou de emoção depois que ela viu os dois Fespiels descansando um ao lado do outro.

— Nossa, Rosina! Os instrumentos não vão fugir. Você deve se acomodar em seu quarto primeiro.

— Entendo o quão emocional pode ser finalmente encontrar o que você estava procurando, mas Delia está certa.— eu disse. — Por favor, acomode-se em seu quarto primeiro. Não deve demorar muito, pois não há muito lá.

Eu queria dar permissão a Rosina para tocar, já que ela se parecia comigo após encontrar a sala dos livros, mas não podia deixá-la tocar, enquanto Delia estava lá para ajudá-la a se instalar. Rosina entrou em seu quarto enquanto olhava melancolicamente para os Fespiels.

— Irmã Myne, posso tocar o Fespiel?

Rosina rapidamente terminou de arrumar o quarto, então desta vez eu assenti. Seus olhos azuis brilhavam alegremente enquanto ela pegava o Fespiel na mão. Suas delicadas pontas dos dedos acariciaram as cordas, puxando uma delas. Um som agudo reverberou pela sala e Rosina fechou os olhos, absorvendo alegremente a sensação da única nota se espalhando pelo ar.

Rosina sentou-se em uma cadeira e preparou o Fespiel. Seus dedos esbeltos foram um pouco endurecidos pelo trabalho que ela tinha feito no orfanato, mas eles, no entanto, começaram a, gentilmente, acariciar a corda, com um toque suave, tocando um som terrivelmente fraco, mas bonito. Apesar de tocar o mesmo instrumento, a música soava totalmente diferente do que o Sumo Sacerdote tinha tocado, talvez devido às suas personalidades diferentes, ou talvez devido às diferentes canções. A música que ela cantou, com uma voz aguçada, não era uma que eu conhecia, como esperado, mas seus olhos marejados e sorriso feliz deixaram claro que ela estava transbordando com a alegria de tocar música novamente.

— Foi uma performance espetacular, Rosina.

— Estou honrada. Estou tão feliz que vou tocar de novo. Vou servi-la com todo o meu coração, Irmã Myne.

E assim, eu tinha duas novas assistentes, ao custo da prática diária de Fespiel sendo adicionada à minha agenda.

No dia seguinte, fui ao portão com o papai. Lutz estava indo para o templo, à nossa frente, para pegar os órfãos, e planejamos ir para a floresta após nos encontrarmos com eles no portão.

— É um menino? É uma garota? O que você quer, papai? — Ultimamente, minhas conversas com o papai sempre acabavam sendo sobre o bebê. Fiz o mesmo com Tuuli, por isso, ela não falava muito comigo, sempre me dizendo para ir falar com o papai.

— Decisão difícil. Se for um menino, terei um aliado na casa, mas, se for uma menina, ela vai ser bonita.

— Eu acho que qualquer um vai ser bonito! Vou fazer um monte de livros de ilustrações para ler para ele!

— Você está certa, você está certa.

Pouco depois de chegar ao portão, Lutz chegou com as crianças do orfanato, em reboque.

— Lutz, cuide bem da Myne.

— Eu sei, eu sei. Hoje, esse cara vai carregá-la.— Lutz apontou para um menino, especialmente alto, entre os órfãos. Eu seria um incômodo se eu andasse no meu ritmo normal, então depois que o garoto alto se agachou e me deixou ficar nas costas dele, estávamos fora.

— Esta é a primeira vez que você está indo para a floresta com a gente, hein? — Disse Gil com emoção. Concordei com a cabeça. Eu não tinha ido para a floresta após me tornar uma donzela do santuário. Seria um fardo muito grande para Lutz, que já tinha que cuidar de todos os órfãos. Eu finalmente poderia ir desta vez, já que eles estavam trazendo alguém forte o suficiente para me carregar facilmente, e, porque todos estavam acostumados com a floresta, agora.

— Vamos juntar taus e colher mais madeira. Precisamos de madeira para o inverno e dinheiro para comida.

Os preparativos de inverno eram uma grande coisa apenas para uma família de quatro pessoas, então quem sabia quanto custariam por um orfanato inteiro. Eles poderiam compensar um pouco com bênçãos divinas, mas eu não sabia de quanto deles eles precisariam. Foi só recentemente que eles começaram a recolher lenha na floresta, e colocando de lado galhos finos, troncos grossos precisavam de alguns anos para secar antes que pudessem ser usados como lenha. Este ano estaríamos, em grande parte, comprando a lenha.

— Cara, será ótimo se ficarmos em um quarto quente durante todo o inverno, sem morrer de fome. Mas o rio vai congelar no inverno, certo? Não seremos capazes de fazer papel ou ir para a floresta. O que faremos, então?

Gil fez beicinho, irritado. As crianças passaram a vida inteira presas no orfanato. Ultimamente, eles começaram a ir à floresta fazer papel, mas, uma vez que o inverno chegasse, eles ficariam presos no orfanato, mais uma vez.

— Vamos precisar pensar no trabalho manual de inverno que vocês podem fazer no orfanato.

Nosso contrato com a Corinna deixou Tuuli e mamãe fazerem enfeites de cabelo para o trabalho delas, mas não mencionou nada sobre as crianças do orfanato. Eu precisaria pensar em um trabalho diferente para eles.

Após chegar à floresta, fiquei presa, esperando no ponto de encontro, como sempre. Matei o tempo pegando galhos próximos e comendo frutas maduras, até que todos terminassem de coletar e voltassem. Eles encontraram quatro taus. Um grande número deles foi reunido durante o festival das estrelas e as frutas inchadas e cheias de água estourariam facilmente, se fossem pisadas por um animal, então não sobraram muitos.

Peguei os taus que me entregaram e derramei mana. Até agora, eu estava acostumada a vê-los se transformando diante dos meus olhos. Todas as crianças apertaram suas facas e lâminas, preparadas para a batalha.

— Tudo bem, eu escolho você! Coisa de árvore elástica! — Joguei a tau e ela começou a crescer, disparando sementes por toda parte. Esse era o fim do meu trabalho. Me afastei e esperei que todos cuidassem do resto.

Sentei-me em uma grande rocha e comecei a pensar no trabalho manual de inverno, enquanto me sentia sutilmente impressionada com o quanto as crianças estavam acostumadas a cortar madeira agora. Primeiro, pensei no que fiz no ano passado. Eu tinha certeza de que estava ocupada fazendo enfeites de cabelo e ensinando Lutz.

Ah! Estudar pode ser uma boa ideia. Por que não usar todo esse tempo, trancados, para ensinar as crianças a ler? Eu poderia preparar lousas e recursos de aprendizagem, em seguida, transformar uma sala do orfanato em uma sala de aula para aprender a ler, escrever e fazer matemática. Eles teriam que aprender tudo isso de qualquer maneira, uma vez que se tornassem assistentes, então começar mais cedo seria bom. Mesmo que alguns deles não se tornassem assistentes, não faria mal saber. O Ateliê da Myne um dia faria livros, e primeiro, eu levantaria a alfabetização de meus trabalhadores.

Nesse caso, talvez os livros ilustrados que eu estava fazendo Wilma desenhar, seriam melhores como bíblias infantis. Se eu mudasse a linguagem da Bíblia para ser mais simples para as crianças lerem e entenderem, as crianças do orfanato, definitivamente, aprenderiam mais rápido do que aprenderiam com histórias normais. E se eu fosse fazer livros ilustrados para ensinar, eu realmente queria criar um sistema para produção em massa. Desenhar a arte individualmente para cada livro seria um pesadelo.

Imprimindo, hum? Pressionar letras seria difícil sem a força do braço de um adulto, então talvez eu deva usar mimeógrafos para as crianças? Johann, da ferraria, poderia fazer as canetas para os mimeógrafos sem problemas, mas eu precisaria pensar em como fazer o estêncil. Mesmo fazer papel de cera seria uma tarefa difícil, uma vez que o tempo de preparação de inverno era a época mais movimentada do ano para oficinas de cera. Eles não teriam tempo para brincar com meus experimentos. Mas se eu fosse com prensas de letras ou mimeógrafos, eu não seria capaz de terminar de fazer as ferramentas que eu precisava, do zero, antes do inverno chegar.

E se eu apenas fizer xilogravuras, então? Se eu fizer Wilma desenhar arte em uma madeira, em seguida, ter uma oficina de carpintaria esculpindo essa arte, como um relevo, seria muito fácil de produzir livros ilustrados em massa. Eu deveria fazer meu primeiro livro didático ter arte simplista. Posso desenvolver impressão mimeográfica para impressão mais complexa com o passar do tempo. Mas o papel estêncil tem que vir primeiro, antes de tudo isso, e fazer papel é o trabalho do Ateliê da Myne.

— Tudo bem, vamos lá!

Me levantei e soquei o ar, animada por finalmente fazer livros, apenas para ver Lutz me encarando com os olhos estreitos, enquanto terminava de colocar madeira de trombe em uma cesta.

— Myne, não se esqueça de relatar e discutir seus planos antes de decidir sobre eles.

Não me olhe assim, eu planejava falar com Benno amanhã. Eu juro!

Fim da leitura

Capítulo 120 concluído

CAPÍTULO 120 - 119