Ascendance of a BookwormCAPÍTULO 127 - 126
Capítulo 127Ascendance of a Bookworm – Capítulo 126
Fazendo Livros ilustrados com Impressão em Bloco de Madeira
Adicionei o texto do meu livro de fotos à arte de xilogravura que Wilma desenhou, mas escrito espelhado para fins de impressão. Lutz levaria a xilogravura para casa para ter a arte e o desenho esculpidos. A arte era bem detalhada, o que me deixou preocupada, mas Lutz deu de ombros e disse que Ralph e Sieg se certificariam de que fosse feito.
Enquanto Lutz e seus irmãos estavam esculpindo a xilogravura, solicitei uma reunião com o Sumo Sacerdote, para mostrar a ele meu texto bíblico simplificado e obter permissão para usá-lo no livro ilustrado religioso. Embora eu tivesse simplificado tanto quanto necessário para as crianças entenderem, imaginei que obter permissão para modificar a Bíblia e fazer livros ilustrados com ela seria sábio.
Ele me levou ao seu quarto secreto para conversar, como sempre fazia quando queria ouvir os detalhes precisos de qualquer coisa nova que eu estava inventando. Pensei que apenas usar a ferramenta mágica de bloqueio de som seria suficiente, mas ele disse que não poderia ter certeza se o que eu estava trazendo deveria ser mostrado aos outros, até que ele ouvisse sobre isso, sozinho, primeiro.
— Uma bíblia para crianças, hein? Isso seria útil para ensiná-los letras e gramática.
— Vou transformá-los em livros ilustrados e pretendo ensinar os órfãos a ler com eles também.
— Os órfãos? Com que objetivo?
Para ser honesta, eu não tinha um propósito particularmente nobre. Eu só queria aumentar a alfabetização ao redor do mundo, começando com aqueles ao meu redor.
— Eles terão que aprender a ler, eventualmente, se quiserem ser assistentes, e eu não gostaria que os funcionários do Ateliê da Myne não pudessem ler os livros que em breve criarão.
— Eu vejo, então você fala da perspectiva de uma comerciante?
O Sumo Sacerdote olhou sobre o meu texto bíblico modificado e murmurou ser bom o suficiente. Ele, então, olhou para mim, seus olhos ouro-claro estreitados bruscamente.
— Myne, onde exatamente você foi educada? Que treinamento você recebeu?
A pergunta dele foi tão do nada, que o sorriso no meu rosto desapareceu e eu enrijeci. Meu coração começou a bater mais rápido e meu sangue correu através de mim com velocidade doentia.
— Eu não entendo muito bem o que você quer dizer.— Eu realmente não entendi. De onde veio a pergunta dele?
O Sumo Sacerdote, mantendo os olhos focados em mim, para observar minha reação, bateu um dedo contra o papel que eu lhe tinha dado.
— Este texto é muito bem construído. Não é fácil isolar os pontos-chave da Bíblia, com o quão antiga e difícil de ler ela é, e ainda mais simplificar tudo em algo fácil para as crianças entenderem. Você mal podia reconhecer nenhuma palavra da Bíblia quando eu a li, pela primeira vez, para você. Escrever isso deveria ser muito além de suas habilidades.
O medo mexeu no meu coração. Agora que pensei nisso, nunca tinha mostrado ao Sumo Sacerdote nada que tivesse escrito antes. Eu só fiz a matemática repetitiva ao ajudá-lo com sua papelada e todas as cartas para ele, foram escritas com as instruções de Fran. A história que contei a ele deve ter batido, já que eu precisava da ajuda de Fran, para escrever cartas, e tinha apenas uma compreensão fraca de meu vocabulário, apesar de aprender a ler para ser uma comerciante.
— Você está dizendo que fiz um bom trabalho?
— Sim, extremamente. Um trabalho tão bom que eu poderia acreditar que você é uma estrangeira, que recebeu educação rigorosa em outra língua e simplesmente não sabia a língua deste país.
Ele olhou para mim com o olhar aguçado que daria a um espião.
Apertei meus lábios. O Sumo Sacerdote foi incrível por derivar tanto de uma única história, ou fui muito estúpida para ter percebido o quão anormal eram minhas habilidades de escrita, para a minha suposta idade?
Talvez, os dois. Soltei um suspiro lento, enquanto minha mente corria para pensar em uma resposta. Ao contrário de Lutz, eu não podia confiar no Sumo Sacerdote o suficiente para contar tudo a ele. Ele parecia pensar um pouco diferente dos outros padres azuis aqui, mas isso era porque ele pensava e agia sob a perspectiva de um nobre e não a perspectiva de um padre. Eu nem podia imaginar o que alguém com poder político significativo faria com alguém como eu.
— Sumo Sacerdote, eu nasci e cresci nesta cidade. Eu nunca saí, exceto para ir coletar na floresta. É a primeira vez que ouço dizer que outros países existem.
Myne realmente não tinha deixado esta cidade. Em sua juventude, era raro ela até mesmo sair de casa. Era óbvio que ela nunca teve qualquer oportunidade de ser educada. Mas minha garantia não satisfez as dúvidas do Sumo Sacerdote, e ele continuou a me olhar.
— A investigação que conduzi certamente não revelou nada suspeito. E ainda assim, simplesmente não faz sentido.
Minha relação com o Sumo Sacerdote tinha sido bastante positiva, até agora. Se ele suspeitasse de mim, eu não teria aliados de veste azul dentro do templo. Foi graças apenas à influência do Sumo Sacerdote que eu poderia existir aqui, sem encontrar outros padres azuis. Se ele se voltasse contra mim, agora, eu não teria nenhum ponto de apoio, e eu ainda não sabia o que era certo e errado, quando se tratava da cultura do templo.
Isso seria um problema. Um grande problema. Eu tinha que contar algo ao Sumo Sacerdote, mas mentiras não me levariam a lugar nenhum. Eu não tinha uma boa memória, como ele. Se eu tentasse contar mentiras, esqueceria o que havia dito antes do fim da semana. Um buraco se formaria imediatamente em qualquer teia de falsidades que eu tentasse criar. Tinha que enganá-lo sem mentir.
— Já me fizeram uma pergunta semelhante no passado, sobre minhas receitas. Eles me perguntaram como eu as aprendi.
— E? Como você respondeu?
Com o Sumo Sacerdote nivelando seu olhar penetrante para mim, respondi.
— Dentro de um sonho. Eu disse a eles que aprendi as receitas em um lugar de sonho, para o qual nunca mais posso voltar. Acreditaria em mim, se eu lhe desse a mesma resposta?
Eu não sabia como o Sumo Sacerdote reagiria a isso, mas não tinha resposta melhor para dar. Continuei olhando nos olhos dele e cerrei o punho, a boca fechada com força.
Respondi às perguntas dele e não menti. Meu corpo estava quente, enquanto o suor escorria pelas minhas costas, mas senti um frio no ar enquanto nos encarávamos sem parar. Sinceramente, não sei quanto tempo ficamos sentados, em silêncio.
Eventualmente, o Sumo Sacerdote falou com um suspiro.
— Eu não poderia explicar de outra maneira.
Suas sobrancelhas ainda estavam franzidas, mas parecia que seu olhar estava um pouco menos afiado do que antes. Eu esperava que seus olhos se afiassem ainda mais e que ele dissesse algo como “pare de brincar” ou “dê uma resposta real.” Se isso acontecesse, eu teria dobrado e dito a ele que não menti, mas não tinha nenhuma resposta preparada para a direção que ele tomou.
— Embora pareça comicamente irrealista, explicaria muitos dos mistérios que a cercam. Minha previsão de que você foi educada em outro lugar também seria provada correta. Sem mencionar que você é horrivelmente ruim em mentir e seus pensamentos estão sempre escritos em seu rosto. Nenhum nobre no mundo seria enganado por você ou seria incapaz de ler suas emoções.
— Ahhh.
Pressionei minhas bochechas para que ele não fosse mais capaz de ler minhas emoções, e ele começou a bater um dedo contra sua têmpora.
— Mas é exatamente por isso que isso é tão preocupante. Vou precisar de tempo para pensar sobre este assunto. Você pode ir, por enquanto.
Ele devolveu o papel que dei a ele e deixei a sala secreta, sozinha. Senti seu olhar afiado, como adagas, nas minhas costas, ao longo do caminho.
No dia seguinte, eu fiquei em casa, ao invés de ir ao templo, e fui fazer compras com Benno e os outros, para obter as ferramentas que eu precisava, para impressão em xilogravura. Isso era algo que eu tinha que fazer. Eu não estava apenas evitando o templo, já que seria estranho ver o Sumo Sacerdote lá. Absolutamente não.
— Então, o que diabos você precisa comprar, afinal?
— Eu gostaria de pincéis e (rolos) de pintura, para pintar a xilogravura.
— Huh? Qual foi a segunda?
Lutz e Benno piscaram, em confusão. Eu tentei explicar como usaria um rolo, em termos tão simples quanto possível.
— Hummm, você pega um cilindro, tipo tubo, e coloca uma alça nele, para que você possa, tipo, girá-lo.
— Não estou entendendo.
Ambos suspiraram pesadamente, nenhum dos dois entendeu minha explicação. Se Lutz não sabia, apesar de sua exposição a ferramentas de construção, eles provavelmente não existiam na cidade.
— De qualquer forma, vamos tentar verificar uma loja.
Benno me levou para a loja de material de arte que a oficina de arte tinha lhe falado. Eles aparentemente vendiam cumbucas (na forma de tábuas) e pilões lá. Olhei para ver se eles tinham pincéis ou rolos, mas nem mesmo o lojista entendeu quando tentei explicar o que era um rolo. Eles tinham pincéis largos, mas infelizmente não tinham rolos.
— Bem, é isso. O que você vai fazer sem essa coisa de rolo, Myne?
— Vou ver o que posso fazer com pincéis. Se isso não funcionar, terei que pedir um rolo na ferraria.
— No entanto, não sei se eles entenderão o que você está falando.
Benno bufou uma risada, mas eu tinha certeza de que Johann entenderia minha explicação se eu desse medições precisas com desenhos correspondentes. Eu acreditava nele.
Voltei para casa com Lutz após terminar as compras. A brisa fria do outono soprou sobre nós, enquanto caminhávamos de mãos dadas.
— Mal posso esperar pelo amanhã— disse ele enquanto caminhávamos, casualmente, para casa, sem nos importarmos com o mundo. Ele completou:
— Eu não mencionei isso, para que você não ficasse animada antes de irmos às compras, mas meus irmãos terminaram aquela xilogravura que você queria. Trarei para você assim que voltarmos.
— Viva!
Assim que chegamos em casa, esperei no meu quarto, cheia de emoção, até Lutz trazer a xilogravura esculpida para mim. Ele entregou e eu pude dizer de uma olhada rápida que havia mais do que algumas partes erradas.
— A propósito, Myne. Eles queriam que eu te dissesse que foi verdadeiramente difícil fazer isso. Há apenas muitos detalhes minúsculos.
— Eu meio que posso dizer isso só de olhar para ela.
Lutz passou a mensagem com clara relutância. Havia várias partes onde os cortes eram muito profundos ou as linhas muito desarticuladas, provavelmente deles cortando com muita força e deixando o impulso tirar o melhor deles. Não ajudou que eles não estivessem acostumados a esculpir xilogravuras, mas a arte de Wilma, sendo tão detalhada, era definitivamente um fator aqui. Se os funcionários de uma oficina de carpintaria como Ralph e Sieg não gostassem de fazer isso, eu poderia imaginar que não seria fácil fazer xilogravuras para um livro de ilustrado.
— Talvez eu peça à oficina de Ingo para as fazer. Se essa xilogravura funcionar como eu quero.
— Sim. Fazer o trabalho, oficialmente, através de uma oficina seria inteligente. Esta tarefa é muito difícil para um trabalho paralelo.
Lutz assentiu com a minha sugestão, mas ainda me senti triste. Contratar Ingo significava que o custo básico de fazer o livro seria significativamente maior.
— Então, como você vai usar o pincel?— Os pensamentos de Lutz já haviam se movido em direção à impressão. Ele tirou o pincel que compramos da minha bolsa e mexeu nas cerdas. Peguei o baren que fiz mais cedo e trouxe alguns pedaços de papel rasgados para explicar como a impressão em xilogravura funcionava.
— Primeiro, espalhamos o papel de sucata e colocamos a xilogravura em cima dele. Então cobrimos com tinta. Vamos usar a ponta do pincel para esfregar a tinta e garantir que se espalhe igualmente.
Dei instruções a Lutz enquanto esfregava o pincel nu contra a xilogravura. Ele observou cuidadosamente enquanto anotava as instruções no díptico.
— Aqui é onde gostaríamos de um rolo. Poderia espalhar a tinta igualmente, apenas rolando em cima dela, mas não adianta chorar por aquilo que não temos. Assim que a tinta se espalhar, coloque o papel por cima, coloque uma camada de papel de sucata em cima disso e esfregue o (baren) sobre ela enquanto pressiona para baixo, para obter a tinta no papel. Mantenha a força firme e não exagere nem seja gentil em nenhum lugar.
Rolei meu baren caseiro sobre o papel de forma circular, e Lutz murmurou surpreso sobre como aquela coisa estranha que ele me viu fazendo era realmente útil para algo.
— Então você gentilmente retira o papel e espera que ele seque. Concluído!
— Tudo bem, eu entendo como funciona. Vamos tentar amanhã, certo?
Fui ao templo com apreensão, mas o Sumo Sacerdote não disse nada em particular quando nos vimos. Ele apenas listou, sem expressão, suas instruções normais como se nada tivesse acontecido. Foi um enorme alívio quando consegui terminar meu trabalho, sem que ele dissesse mais nada. Okaaay, esse é o maior obstáculo liberado. Em frente para a xilogravura.
— Agora, então, se você me der licença.— Saí do quarto do Sumo Sacerdote com o coração cheio de música e a mente cheia de xilogravuras. O Sumo Sacerdote estava usando seu olhar afiado em minhas costas, mas não vamos pensar nisso agora.
— Irmã Myne, você parece excepcionalmente satisfeita. — observou Fran.
— Claro,— respondi, já zumbindo um pouco. — Terminei de ajudar o Sumo Sacerdote e agora posso fazer livros ilustrados na oficina.
Quando o almoço acabou e eu estava a caminho do Ateliê da Myne, estava tão animada que provavelmente não era saudável para mim.
— Eu cheguei. Vamos começar a imprimir imediatamente. Agora, Lutz. Acredito que você sabe o que fazer.
Quando cheguei à oficina, Lutz tinha mais ou menos terminado de se preparar para a impressão. Papel de sucata estava espalhado em cima de uma mesa, e a xilogravura em cima disso. Crianças curiosas estavam cercando a mesa.
— Irmã Myne, o que estamos fazendo aqui?
— Ahaha. Você verá em breve.
Fui até a mesa e a multidão de crianças se separou, para me dar um ponto de observação. Lá estava eu, enquanto Lutz fazia seu trabalho. Ele colocou a tinta no pincel e pintou a parte esculpida da xilogravura de preto, o que fez as crianças gritarem de emoção.
— Uau, é tudo preto! Não consigo mais ver a ilustração!
Lutz ergueu uma sobrancelha com sua excitação, mas continuou seu trabalho constante sem parar. Ele gentilmente colocou um pedaço de papel de volrin na xilogravura de tinta e esfregou o baren contra ela, como eu havia demonstrado ontem.
— Uau, isso parece divertido! Eu quero tentar.
— Eu também, eu também!
Lutz colocou o baren de lado, tirou as falhas e pegou no canto do papel. Enquanto todos observavam com entusiasmo, ele gentilmente tirou o papel. A tinta estava presa ao papel, ligeiramente enrolada, como eu pensei que seria, formando uma impressão de xilogravura bem-sucedida.
— Uau, é um desenho! O bloco era todo preto, mas há linhas brancas na imagem!
As crianças sorriram e conversaram, com entusiasmo, sobre como um bloco preto fez arte detalhada no papel. Após instruí-los a retornar a balançar as polpas nas suketas, olhei para a imagem impressa com Lutz.
— Como está, Myne?
— Não é perfeito.
Apesar do quão animada eu estava, por ter impresso uma foto, me senti em conflito. Definitivamente tinha mais profundidade artística do que a xilogravura que fiz na aula de arte na escola primária. Pedir aos irmãos de Lutz que a fizessem em vez de tentar fazê-la eu mesmo tinha sido a decisão certa. — É bom como uma xilogravura, mas eu não acho que isso seja bom o suficiente para um livro ilustrado.
— Sim, eu sei. As linhas não são impossíveis de ler nem nada, mas letras brancas em preto não são as melhores, eu acho?
Doeu um pouco ler letras brancas em texto preto, e eu estraguei a escrita espelhada em alguns pontos. A culpa foi minha, mas como a xilogravura tinha a arte e o texto, precisaríamos fazer um novo do zero para consertá-lo. Sem mencionar que a arte era tão escura que, na verdade, era meio assustadora além de todos os erros. Os irmãos de Lutz não estarem acostumados a esculpir arte detalhada não ajudou, mas, independentemente disso, seria difícil vender um livro de ilustrações com arte dessa qualidade.
— Talvez eu deva usar um carimbo para as letras? Tipo, ter um carimbo feito com todo o texto nele?
— Fazer a xilogravura já dá muito trabalho para valer a pena. Um carimbo com todo o texto nele está fora de questão. Seria muito mais difícil esculpir ao redor das letras para fazê-las se destacar do que apenas esculpir as próprias letras.
— Isso é verdade. Talvez eu precise repensar isso. A própria impressão em bloco de madeira pode não ser boa para livros ilustrados. A arte ser tão cheia de preto fica um pouco assustador, também.
Coloquei o papel impresso em cima de uma prateleira e Lutz começou a limpar. Não havia sentido em imprimir mais quando todos eles acabariam tão defeituosos.
Acho que gravar placas de cobre seria melhor para imprimir a arte de Wilma, mas não acho que seria fácil conseguir agentes corrosivos como ácido nítrico para gravar placas de cobre, e encontrar alternativas por conta própria seria um grande aborrecimento. Sem mencionar que, eu não queria nada tão perigoso usado em uma oficina onde crianças andavam.
Mas o que fazer, então? Neste ponto, falhar não me deprimia muito, mas, neste caso, eu falhei após fazer Wilma desenhar a arte e os irmãos de Lutz esculpirem a xilogravura. Seria difícil dizer a eles que não deu certo e pedir a ajuda deles no futuro sem garantias de que eu teria sucesso.
— O que está em sua mente?
Lutz terminou de limpar e voltou.
— Estou pensando que talvez eu devesse desistir de adicionar arte à bíblia para crianças. Ainda será um livro se tiver palavras, então.
— Não faz diferença para mim, mas uh, você pode chamá-lo de livro ilustrado se não tiver ilustrações?
— Não. Seria apenas um livro normal, não um livro ilustrado.
— Você não estava animada para dar seu primeiro livro de ilustrações para seu irmão ou irmã? Algo sobre ser seu primeiro presente para ele como irmã mais velha?
— Oh! Você está certo! Não posso fazer concessões aqui! Preciso fazer um livro ilustrado incrível, não importa o que aconteça!
Não posso desistir por um ou dois fracassos. Preciso deixar a impressão em xilogravura e pensar em algo novo.
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