Ascendance of a BookwormCAPÍTULO 157 - 156
Capítulo 157Ascendance of a Bookworm – Capítulo 156
Conservas e Sapatos
Embora o calendário dissesse que agora era primavera, tudo que isso significava era menos nevascas. O frio ainda era tão implacável que parecia tudo menos primavera lá fora. Dito isso, menos nevascas significavam que Tuuli poderia vir me visitar com mais frequência. Eu estava chegando perto de voltar para casa a cada dia e mal podia esperar.
Um dia, Tuuli trouxe um pequeno pote com ela.
— Então, Myne. Não deveríamos comer isso no inverno? O que devemos fazer com isso agora? Nós meio que deixamos onde estava, já que você não estava lá. Mamãe me pediu para perguntar o que fazer com isso.
Ela colocou o pote na mesa e o abriu. O cheiro forte de álcool imediatamente correu para o meu nariz. Dentro da jarra havia frutas colocadas embebidas em vinho. Era a jarra de conserva que eu estava deixando fermentar em casa. Soltei um guincho, tendo esquecido completamente o quão duro trabalhei para fazer as conservas de frutas no verão.
— Aaaah! Temos açúcar e mel aqui, além da geleia que fiz, então esqueci completamente dessas coisas!
— Eu sabia.
As conservas, uma mistura de várias frutas embebidas em vinho, estavam completamente prontas. Os cantos afiados da fruta se arredondaram quando começaram a derreter no vinho. Estava pronto para comer imediatamente, mas qual seria a maneira mais saborosa de comê-lo?
— Isso é difícil. Na época, eu estava pensando em fazer (sorvete) ou (pudim) com ele, mas os bolos de parue são os doces mais fáceis de fazer em casa.
Isso foi no verão, antes de descobrir que passaria o inverno todo no templo. Meu plano era levar açúcar e conservas para a casa de Lutz, para eles cozinharem. Eles compartilhariam seus ovos, leite e trabalho para minhas receitas de sorvete e pudim, que poderiam ser comidos com a fruta picada polvilhada por cima. Mas esse plano estava arruinado, agora que eu não podia ir para a casa de Lutz. Eu precisaria pensar em uma maneira simples para minha família comer em casa.
— Podemos comer isso em cima de bolos parue? — perguntou Tuuli.
— Você pode cortar as frutas em pedacinhos pequenos para comer. Acho que papai ficará feliz se você e mamãe comerem as frutas e deixarem para ele o vinho que sobrou. E se você quiser colocá-lo em algo além de bolos parue, também é bom em rabanadas! Fizemos isso juntas uma vez antes, lembra? Tem também, hum… Há também…
Conserva geralmente era comido com cuca, um pão de frutas tradicional alemão, mas nossa casa não tinha um forno onde pudéssemos assar pão.
— Myne, acalme-se. O que podemos fazer aqui para comê-lo? Não podemos usar bolos parue, certo?
— Certo.
Eu queria evitar que Ella aprendesse sobre a receita do bolo parue, se possível, o que significava que não poderíamos fazer bolos parue se quiséssemos a ajuda de um chef. Mas também não havia conserva suficiente para alimentar a todos, se envolvêssemos os órfãos e usássemos a cozinha do prédio das meninas.
— Isso é complicado. (Cuca) é um clássico, mas demora um pouco se formos fazer para comer hoje. Hmm. Talvez eu peça para Ella fazer (crepes) em vez disso?
— Você não se importa de tornar essa receita pública? — Tuuli, sabendo que minhas receitas eram valiosas tanto para o restaurante italiano quanto para vender para Freida, parecia um pouco cautelosa.
— Deve estar tudo bem. Já vi algumas coisas parecidas com (crepes), então…
Eu estava me referindo às tortas de carne tipo galette que eu tinha visto, que eram combinações simples de carne, cogumelos, queijo e assim por diante, assadas em massa de trigo-sarraceno. Eles eram vendidos como uma refeição rápida em restaurantes. No entanto, não havia sobremesas baseadas nessas galettes. Não até onde eu sabia, pelo menos. Tudo se resumia ao fato de que as pessoas da cidade baixa priorizavam ficar cheias do que comer doces saborosos.
— Fran, quanto tempo você levaria para preparar o creme?
— Dado o frio que está, não demora muito. Quanto você precisa?
Virei-me e vi que Fran já estava com seu díptico, pronto para fazer anotações.
A gordura no leite não processado se separava naturalmente do líquido, se mantida em algum lugar frio, então, desde que você tivesse leite, não era muito difícil fazer creme. Embora, teria que ter um pouco de cuidado, já que se transformaria em manteiga se perdesse muita água.
Uma xícara de creme e uma xícara de leite servirão.
Poderíamos ter feito galettes usando a farinha de trigo-sarraceno, na despensa da cozinha, mas eu pessoalmente preferia crepes simples de trigo.
Doces que usavam açúcar eram geralmente consumidos por nobres, e se eu fosse usar a cozinha em meus aposentos, provavelmente seria melhor tentar fazer comida nobre em vez de imitar as coisas consumidas na cidade baixa. Íamos fazer crepes com chantilly e conservas picadas.
Fran foi para a zona nobre do templo para pegar creme na grande sala de gelo que ele me garantiu estar lá, e enquanto ele estava fora, comecei a trabalhar escrevendo a receita do crepe. Ella teria que fazer os crepes totalmente, a partir das minhas instruções.
— Então, Tuuli. Há essa comida que as pessoas fazem misturando farinha de trigo-sarraceno com água e sal para fazer massa, que depois cozinham com presunto e queijo. Você sabe do que estou falando?
—Oh, buchlettes?
— Parece que é isso aí.
Agora sabendo o que eles chamam de galettes aqui, eu escrevi “cozinhe fino como um buchlette”.
Quando terminei a receita, Fran voltou com dois jarros com asas contendo leite e creme, respectivamente. Ele os colocou na cozinha antes de subir ao segundo andar, onde lhe mostrei o quadro com a receita escrita nele.
— Fran, por favor, oriente Ella a fazer isso. Diga a ela que eles são cozidos como buchlettes, eu só quero que ela cozinhe a massa, isto é, sem nada dentro dela. Isso provavelmente será suficiente para ela entender. Por favor, traga-os em um prato quando terminarem.
— Entendido.
Entreguei a receita para Fran, quando Tuuli se levantou, segurando o pote de conserva.
— Hum, Fran. Posso vê-la cozinhar? Eu ajudo se puder!
Ficou claro que Tuuli realmente queria ver uma chef profissional trabalhando, então intervim em seu nome.
— Fran, Tuuli está bem acostumada com minhas receitas e não vai atrapalhar. Tente perguntar a Ella se ela não se importaria de trabalhar com ela. Eu gostaria de ir eu mesma, mas sei que isso deixaria todo mundo nervoso demais para trabalhar direito. Vou esperar aqui enquanto você cuida de Tuuli.
Fazer doces juntas era muito feminino e parecia muito legal, se você me perguntasse. Durante todo o inverno, Ella estava cozinhando com Nicola e Monika como suas ajudantes, e mesmo durante os intervalos, elas pareciam estar se divertindo muito, enquanto conversavam. Eu gostaria de ir cozinhar com Tuuli, mas como aprendiz de donzela azul do santuário, não tive escolha a não ser me sentar.
— Meninas ricas realmente têm dificuldades, hein? — Tuuli olhou para mim com simpatia, sabendo que eu não era verdadeiramente livre, mesmo em meus próprios aposentos.
Dei a ela um aceno firme. Aqui no templo eu era a estranha com uma educação diferente, então era muito bom ter alguém que pudesse simpatizar com minha situação.
— Uhum. Todo mundo se preocupa muito com as aparências aqui.
— Aparências, como suas meias?
Tuuli e eu olhamos para os meus pés. Então fizemos contato visual e rimos. Agir como uma garota rica e nobre realmente era difícil.
— Irmã Myne, o que foi isso sobre suas meias?
Depois que Tuuli e Fran saíram para a cozinha, Delia se aproximou com os olhos arregalados e brilhantes de curiosidade. Não pude deixar de sorrir. Delia sempre escorregava quando o assunto mudava para roupas ou cabelo.
— Estávamos brincando sobre como essas meias são frias.
Minhas meias eram feitas de tecido fino e compridas o suficiente para ir até a metade das minhas coxas, presas por barbante, já que não havia borracha neste mundo. Todas as manhãs, quando me vestia no templo, primeiro tinha um cinto de pano amarrado na cintura. Então eu tinha meias puxadas pelas minhas pernas, que estavam amarradas ao cinto usando cordas longas. Era basicamente como uma simples cinta-liga.
Então colocava algo como um par de culotes, que eram finos e passavam dos meus joelhos. Cordas eram enfiadas ao redor da barra pelos meus joelhos, permitindo-me apertá-las ao redor das minhas pernas. Não era exatamente a melhor calcinha que eu poderia pedir. Era muito mais arejado lá embaixo agora do que nos meus dias de Urano. Finalmente, depois de tudo isso, colocava uma camisa.
Mas não importava o quê, minhas pernas nuas não podiam ser visíveis. Mostrar as pernas nuas era considerado vergonhoso nas classes altas, especialmente entre os nobres, então homens e mulheres sempre usavam meias sem falta. Era uma questão de higiene pessoal e cortesia, de modo que qualquer pessoa que não usasse meias, era vista como sem-vergonha.
Comecei a usar meias quando recebi as roupas de aprendiz da Companhia Gilberta, e agora, no templo, até padres e donzelas cinzentas do santuário sempre usavam meias.
— Irmã Myne, o que você quer dizer com as meias estão frias?
— Diferente daqui, as meias da cidade baixa são feitas pensando na praticidade.
Eram para o calor, não para a moda. Ninguém as usava no verão. Quando o inverno chegava, enfiávamos os pés no que eram, essencialmente, sacos tecidos de lã, que depois amarrávamos com barbante. Eles só iam até os tornozelos, o que significava que também colocamos polainas de lã para cobrir até os joelhos. Adicione camadas de calças a isso e ficava o mais quente possível.
—Mas as meias de Tuuli não estão na moda — reclamou Delia.
— Naturalmente! Mas há momentos em que se prefere o calor à moda.
— Se você está preocupada com o calor, por que você não compra botas de cano alto?
Os nobres estavam tão preocupados com a moda e a aparência, que não usavam perneiras de lã. Em vez disso, eles usavam botas forradas de pele que iam até os joelhos. Essas botas definitivamente seriam quentes.
Mas eu não tinha percebido que não podíamos usar polainas no templo, e eu já estava tão sem dinheiro que não me incomodei em pedir botas forradas de pele. Em vez disso, eu estava usando as botas curtas de couro que os aprendizes da Companhia Gilberta usavam, projetadas com a mobilidade em mente.
— Se eu fosse adulta e pudesse escondê-los sob uma saia longa…
Meias finas não faziam nada para barrar o frio quando eu estava andando pelo templo, mas quando tentei colocar perneiras, Rosina me impediu. Minhas saias só iam até os joelhos, então, qualquer polaina que eu colocasse seria completamente visível. Soltei um suspiro desapontado, e as sobrancelhas de Delia se ergueram quando ela me deu um olhar afiado.
— Poxa! Você não pode afrouxar seu visual, mesmo que ninguém possa ver!
Uau. O poder feminino de Delia realmente está fora de controle.
Eu me importava mais com o calor do que com a moda, mas estava em Roma e tinha que fazer como os romanos.
— Vou me lembrar de pedir botas mais longas para o próximo inverno. Eu não gostaria de sofrer com esse frio novamente.
— Isso seria o melhor.
— Irmã Myne, — interrompeu Rosina, tendo encontrado uma pausa em seu trabalho — Você deve pedir alguns sapatos novos em breve. Você não tem um único par de sapatos chiques e elegantes que uma mulher adequada deveria estar usando. Acredito que seria sábio para você pedir ao Mestre Benno para convocar um sapateiro.
Ela me aconselhou que, com a Oração da Primavera chegando, eu poderia me encontrar em apuros se eu tivesse apenas um par de sapatos simples.
— Ainda há tempo suficiente para eles terminarem antes da Oração da Primavera, se você os encomendar em breve.
— Rosina, me conte sobre coisas como essa mais cedo para que eu tenha tempo para me preparar.
— Sim, serei mais proativa a partir de agora. Eu simplesmente não estava totalmente ciente de tudo o que você não sabe, Irmã Myne.
Rosina nunca tinha sequer considerado que eu poderia realmente ter apenas um par de sapatos. Ela presumiu que eu sempre parecia estar usando os mesmos sapatos porque eu tinha vários pares, e apenas, quando comecei a viver no templo durante o inverno, ela percebeu a verdade chocante.
Havia dois tipos de sapatos usados na cidade baixa: os sapatos de madeira de estilo holandês, que as pessoas pobres usavam, e os sapatos de couro, usados pelos ricos. Aqueles que nem sequer tinham sapatos de madeira enrolavam panos em volta dos pés ou apenas caminhavam descalços, o que não era particularmente raro.
Eu sempre usei sapatos de madeira, até receber minhas roupas de aprendiz da Companhia Gilberta, e nunca me ocorreu que eu precisasse comprar sapatos novos antes de ter usado os existentes. Meu novo ambiente mudou minha perspectiva sobre sapatos, embora eu tivesse vários pares para diferentes ocasiões em meus dias de Urano.
Abri meu díptico e escrevi “Pedir ao Benno para encomendar sapatos” nele.
—Então, Irmã Myne! Que tipo de couro você vai usar? Couro de cavalo? Couro de porco? Oh, que tal pedir um par de sapatos de pano também, só por precaução? — Os olhos de Delia estavam brilhando. Ela realmente era rápida em morder quando a moda estava envolvida.
Mas, infelizmente para ela, eu não tinha absolutamente nenhum conhecimento de moda. Não havia como eu tomar decisões conscientes sobre quais sapatos comprar quando eu não sabia quais modelos eram populares ou quais materiais eram mais comumente usados, ou qualquer coisa assim. Meu plano era deixar Rosina escolher e aprender com seu exemplo.
— Vou confiar o modelo dos meus sapatos a Rosina. Por favor, encomende aqueles de que mais preciso num futuro próximo. Se eu pedisse meus próprios sapatos, acabaria pedindo outros como os que já tenho.
— Entendido. Você pode contar comigo.
Rosina começou a explicar quais tipos de sapatos deveriam ser usados em quais tipos de situações e, em pouco tempo, Fran e Tuuli saíram da cozinha com pratos. Um tinha acabado de bater creme chantilly, enquanto o outro tinha as conservas picadas.
— Delia, por favor, prepare o chá.
— Entendido.
A pedido de Fran, Delia foi para a cozinha. Tuuli e Fran então alinharam os talheres antes de voltar para lá também, retornando com um prato contendo dois crepes frescos e redondos. Um para mim, um para Tuuli.
— Peço desculpas pela espera, Irmã Myne.
Fran colocou o prato na minha frente. Os crepes eram exatamente como os que eu me lembrava. Um cheiro doce fez cócegas no meu nariz e me fez sorrir.
— Eu ajudei a cortar isso! — Tuuli disse, orgulhosamente apontando para o prato de conservas. Ela então me disse o quão habilidosa Ella era e quão duro seus ajudantes haviam trabalhado.
— Fran, minhas desculpas, mas você poderia trazer um pouco de mel também? Além disso, por favor, peça a Ella para vir aqui, se possível.
— Com que propósito?
— Eu gostaria de mostrar a ela como fazer esses doces corretamente. No futuro, ela os fará do começo ao fim na cozinha.
Eu sabia que Fran não gostaria de levar um chef para o segundo andar, mas não queria que Ella pensasse que o processo de fazer um crepe acabaria quando você cozinhasse a massa.
— Eu posso ensinar a ela os passos finais, Irmã Myne, então acredito que você só precisa me mostrar o que fazer, a seguir.
— Então observe com cuidado, Fran.
Enquanto os olhos de todos estavam em mim, peguei o creme com uma colher e passei em um sexto da metade mais próxima do crepe em forma de leque. Em seguida, juntei um pouco de conserva picada para polvilhar por cima.
— Espalhe o creme pela metade mais próxima do crepe de modo que ele forme um triângulo. É melhor que a camada de creme seja um pouco fina. Em seguida, polvilhe a conserva em cima do creme, quanto mais, melhor, aqui. Conserva pode ser trocada por qualquer fruta que esteja na estação, então não é absolutamente necessária.
Despejei um pouco de mel em cima da conserva, enquanto explicava, depois dobrei o crepe antes de enrolá-lo.
— Fazer isso permite que você coma o crepe com as mãos. Se você quiser usar talheres, como um nobre, então você pode simplesmente continuar dobrando-o sem enrolá-lo. Então, você só tem que decorá-lo com creme, fruta e mel para terminá-lo.
Desenrolei o crepe em cima do prato e adicionei um pouco de creme ao lado dele, junto a um pouco de conservas e mel para decoração.
Fran piscou de surpresa várias vezes ao ver o crepe completo.
— Isso certamente seria apresentável aos nobres.
— Uau, é tão fofo! Aposto que o sabor será ótimo, Myne! — Tuuli, repleta de emoção, começou a preparar o crepe em seu prato.
Delia estava observando, cheia de curiosidade, mas ela teve que esperar até que terminássemos de comer. Era triste que eu não pudesse comer com meus assistentes, mas era uma regra estrita que eu não tinha nenhum direito a veto.
— Tudo pronto! — Tuuli anunciou, parecendo muito satisfeita enquanto olhava para o prato. Ela fez um bom trabalho, considerando que não tinha experiência em decorar pratos assim.
— Ó poderoso Rei e Rainha dos céus intermináveis que nos agraciam com milhares e milhares de vidas para consumir, ó poderosos Cinco Eternos que governam o reino mortal, ofereço graças e orações a você e participo da refeição tão graciosamente fornecida.
Cortei um bocado da parte do crepe sem qualquer creme e o enfiei na minha boca. O crepe era macio, levemente doce e levemente crocante nas bordas. Então, cortei uma parte com creme. O creme em si, acompanhado pela massa um tanto elástica do crepe, não era tão doce, mas o mel que derramei sobre ele adicionou a quantidade certa de doçura, indescritível.
Após apreciar o sabor por um tempo, finalmente experimentei com a conserva. No segundo em que mordi a fruta derretida, minha boca estava cheia do sabor acentuado do álcool e de uma doçura intensa.
— O que você acha, Tuuli?
— Tem um gosto delicioso, Myne! — Tuuli me deu um sorriso completo, creme pontilhando sua boca.
— Tuuli, sua boca está coberta de creme.
— Isso é porque eles são difíceis de comer.
Era preciso um pouco de destreza para comer adequadamente crepes usando talheres. Eu sorri ao ver a batalha de Tuuli com o crepe, terminando com creme na boca, pensando em como o sabor da comida parece muito melhor quando você pode comê-la com outra pessoa.
— Isso é perfeito. Quero comer (creme de caramelo) da próxima vez. Talvez possamos fazer isso na próxima vez que você me visitar, Tuuli?
— Doces novos? Eba! Mal posso esperar!
Com todo o meu coração, eu esperava ir para casa o mais rápido possível, para que eu pudesse compartilhar esses doces saborosos e essa felicidade indescritível com toda a minha família, novamente.
Comentários do capítulo 157
Converse sobre este capítulo. Marque spoilers para proteger outros leitores.