Ascendance of a Bookworm — Capítulo 64: CAPÍTULO 64 - 63

Ascendance of a Bookworm
Cap. 64
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Ascendance of a Bookworm

CAPÍTULO 64 - 63

Capítulo 64

3.052 palavras~13 min de leitura

Ascendance of a Bookworm – Capítulo 63

Sala de Aconselhamento do Otto

Não consegui pensar em uma boa resposta até o dia seguinte. Eu estava sentada à mesa, costurando e ainda pensando nisso, quando papai me chamou.

—Myne, se você está se sentindo bem, quer ir para o portão? A neve parou ontem à noite.

Olhei para ele com um entusiasmado —Sim! — e imediatamente comecei a me preparar para ir. Coloquei tudo na sacola e vesti várias camadas de roupa para afastar o frio.

Otto estava no portão hoje. Eu poderia contar com ele me dando uma dura verificação de realidade, se necessário, dada sua experiência como comerciante e posição como soldado. Queria perguntar-lhe se sobreviveria a um estágio com o Benno.

Naturalmente, havia um monte de neve acumulada lá fora. Passei a maior parte do inverno presa dentro de casa e raramente saía. A visão de neve acumulada a uma altura mais alta que a minha, fez meu queixo cair. A neve no beco estreito, que levava à rua principal, havia sido principalmente empurrada para o lado, mas as paredes pareciam que poderiam desmoronar a qualquer momento e isso era aterrorizante.

— Aqui está, Myne. — Papai se ajoelhou e estendeu os braços, então fui em frente e o deixei me pegar. Ele não conseguiria trabalhar a tempo se eu tivesse que atravessar essa neve andando.

Minha cabeça ficou acima da neve quando eu estava nos braços do papai. Quando uma rajada de vento frio passou, vi um campo de branco brilhante subindo e caindo na minha frente. Pensei que com tanta neve não haveria muitas pessoas andando ao longo da estrada principal, mas havia uma quantidade surpreendente delas correndo para o seu destino.

—Há muito mais pessoas nesta neve do que pensei que haveria.

—Não é sempre que a neve para assim, não é? Há muito menos pessoas quando está nevando, — disse papai, acelerando porque um pouco de neve começou a cair aqui e ali, enquanto conversávamos. —Aí vem ela de novo. Se segura, vamos correr!

—Gyaaaah! Eu vou cair!

Chegamos ao portão em pouco tempo. Após tirar a neve, fomos direto para a sala de observação noturna. Papai abriu a porta com uma batida leve e lá dentro vimos Otto na mesa, perto da fornalha, trabalhando em uma enorme pilha de papel.

—Otto, trouxe a ajudante que você queria. Afaste-se da lareira.

— Obrigado, Capitão. É bom te ver, Myne.— Ele abriu espaço na mesa e se moveu para o lado, para que eu pudesse trabalhar ao lado dele. A julgar pelo sorriso alegre em seu rosto, eu podia imaginar que ele tinha um monte de trabalho atrasado. Peguei minha lousa e caneta da minha sacola e subi na cadeira.

—Ok, Myne. Você poderia verificar se os cálculos nesta seção estão corretos para mim?

Eu não seria capaz de pedir-lhe conselhos com tanto trabalho acumulado. Olhei para a montanha de papel e preparei minha caneta de ardósia. Por um tempo, trabalhamos em silêncio com apenas os sons de Otto sacudindo a calculadora e minha caneta de ardósia nos acompanhando.

Uma batida áspera soou na porta e um jovem soldado entrou. —Oi. Tenho uma pergunta para você.

—Ouviu isso, Myne? Ele tem uma pergunta. — Otto apontou para mim, sem olhar para cima de seu trabalho.

—O quê? Eu? Espera um pouco. Pelo menos deixe-me terminar este problema…— Terminei o cálculo e carimbei o selo de confirmação nele, antes de levantar a cabeça. O jovem soldado olhou entre mim e Otto, que estava explodindo em seu trabalho em um ritmo furioso, e suspirou. Ele então pegou um pedaço de pergaminho.

—O que é isto? Uma carta de apresentação de um nobre? O comandante está aqui?

—Não, acho que ele está no turno da noite hoje.

—Nesse caso, pegue seu selo e direcione-o para a muralha interna o mais rápido possível. É provável que até mesmo um nobre normalmente bem-humorado, esteja de mau-humor agora, devido à viagem pela neve, então vá o mais rápido que puder. Se ele tiver que esperar, leve-o para uma sala de espera com uma lareira o mais rápido possível e dê-lhe uma xícara de chá quente, se puder.

—Entendido. — O jovem soldado saudou e correu para fora da sala. Devolvi a saudação e voltei ao trabalho.

—Você ficou muito boa nisso. — disse Otto sem parar seu trabalho.

—É quase sempre a mesma coisa todas às vezes, então…— Respondi, enquanto movia minha caneta de ardósia também. O trabalho no portão era basicamente burocracia, em poucas palavras. Uma vez que você memorizasse o manual, poderia lidar com praticamente qualquer coisa, salvo exceções extremas.

Fiquei um pouco cansada após fazer os cálculos por um tempo. Recolhi os documentos que havia preenchido e estiquei as costas. Otto deve ter chegado a um ponto de parada também, já que ele fez o mesmo.

—Sim, isso é trabalho suficiente para ficar cansado. Quer fazer uma pausa?

Otto me trouxe chá quente. Tomei um gole e comecei a contar a Otto sobre meus problemas de trabalho.

“…E então mamãe disse isso para Lutz: ‘Mas você vai tentar continuar cuidando da Myne mesmo depois de se tornar aprendiz, certo? Aprendizes não sobrevivem tão facilmente assim. Você ficará tão distraído com ela, que seu trabalho sofrerá. — Eu disse, para o qual Otto assentiu como se fosse óbvio.

—Digo… sim. Um aprendiz que já é metade tão competente quanto um adulto, tentando ajudar outro aprendiz, acabará se atrapalhando. Se Lutz realmente quer se tornar um comerciante, não consigo vê-lo ajudando você.

—…eu sabia. — Como estava, não éramos aprendizes e não estávamos trabalhando na loja. Estávamos apenas trazendo produtos para vender, e isso deu ao Lutz mais que suficiente para ficar perto de mim e ficar de olho na minha saúde. Mas, uma vez que nos tornássemos aprendizes e tivéssemos trabalho a fazer, ele não teria esse tipo de margem. Eu não queria colocar mais peso nas costas dele e potencialmente quebrá-lo.

Comecei a me preocupar com o que fazer e Otto olhou para mim com os olhos quietos. —Ei, Myne. Você realmente pretende se tornar uma comerciante?

—Esse é o plano por enquanto. Sei muitas coisas que poderiam ser bons produtos para vender, então…—Era preciso pertencer à Guilda dos Comerciantes para vender coisas, logo, eu estava praticamente preso à vida mercantil em certo grau.

—Tudo bem, mas você não deve se juntar à Companhia Gilberta.

— Por que não? — Benno tinha mais ou menos confirmado que me tomaria como sua aprendiza. Eu estava me sentindo desconfortável em trabalhar lá, mas não sabia o porquê de Otto me falar isso.

—Essa loja está crescendo rapidamente. Todos trabalham duro todos os dias. Acho que você não tem energia para acompanhar o ritmo deles. — explicou Otto com um encolher de ombros. Seu raciocínio se alinhava exatamente com o que Benno havia insinuado anteriormente, que era a fonte de todo o meu desconforto em primeiro lugar.

—…Benno realmente disse algo assim para mim mais cedo. Ele perguntou se eu era saudável o suficiente para fazer qualquer trabalho.

—Existem alguns trabalhos que envolvem apenas sentar e fazer contas ou verificar a papelada, mas o trabalho de um comerciante está sempre em um limite de tempo apertado. Seria difícil confiar em uma criança que desmaia com a brisa, para empregos importantes como esses.

Eu sabia que Benno estava focado em ganhar o máximo de lucro possível com minhas ideias e não queria deixar outra loja colocar as mãos em mim. Mas quando se tratava de realmente trabalhar em sua loja, minha resistência e força estavam em falta. Eu não acho que ele gostaria de contratar um empregado tão insalubre que estariam constantemente faltando ao trabalho em intervalos aleatórios. Se eu estivesse no lugar de Benno, também não ia querer um empregado assim.

—Eu tenho alguns pensamentos que normalmente seriam muito duros para contar a uma criança, mas posso dizê-los de qualquer maneira se você quiser. — Otto me olhou com calma, esperando minha reação. Consultei Otto especificamente porque queria uma visão dura e objetiva que meus amigos e familiares mais próximos não poderiam me dar.

Cerrei meu punho sob a mesa, para me preparar para o que ele pudesse dizer e lentamente assenti. —Por favor.

—A principal razão, pela qual eu acho que você não deveria entrar na loja, é o efeito que você teria sobre os outros trabalhadores. Não demoraria muito para o delicado equilíbrio das relações humanas desmoronar completamente. Pense nisso. Um novo aprendiz que acabou de entrar na loja está constantemente tirando dias de folga, obtendo todo o trabalho fácil e, basicamente, se divertindo mais que qualquer outra pessoa.

Apesar dos meus problemas de saúde, outros não se divertiriam com o favoritismo mostrado amim e dentro de semanas, haveria problemas fervendo abaixo da superfície. Eu estava tão focada em garantir o emprego de Lutz, que não havia considerado o que aconteceria depois que me tornasse uma aprendiza.

—Sem contar que… Você não acha que haverá problemas com seu salário também?

—Bwuh? Meu salário? — Eu nunca tinha pensado no meu salário, então soltei um “bwuh” pateta de surpresa após ele mencionar. Otto suspirou quando me viu inclinar a cabeça em confusão.

—Você está trazendo tanto lucro para a loja, que Benno nunca poderia contratá-la com o mesmo salário que um aprendiz normal.

—Pensei que meu salário e minha porcentagem dos lucros seriam separados.

Concordamos, contratualmente, em não receber lucros baseados em porcentagem no papel, para garantir nossos empregos futuros, mas eu pretendia receber uma parte dos produtos que introduziria no futuro. Longe de mim, entregar todas as minhas informações de graça.

—Mesmo que ele pagasse você separadamente por isso, posso facilmente ver seu salário, como uma nova aprendiz, superando o de um funcionário veterano, com décadas de serviço leal. Honestamente, isso não vai acabar bem.

— Gaaaaah… — Poucas coisas poderiam distorcer os relacionamentos humanos tão facilmente quanto o dinheiro. Otto estava completamente correto. E se as coisas começassem a quebrar lá, a própria loja deixaria de funcionar. Em última análise, todos os funcionários eram importantes para a operação contínua da loja.

— Você tem razão. Não importa o que eu pense, as coisas seriam melhores se eu não trabalhasse na loja. — Tudo o que Otto disse estava certo e não me deixou espaço para discussões. Senti agora que juntar-me à loja de Benno como uma aprendiza, apenas criaria muito mais problemas que resolveria.

—E você sabe, há outra coisa que me preocupa aqui. — Neste ponto, ele tinha afundado em mim com tanta força, que eu estava pronta para qualquer coisa. Balancei a cabeça para ele continuar. Ele se inclinou a frente, baixou a voz e continuou lentamente. —Então, afinal, você está doente com a Consumação, certo?

—Você sabia, Sr. Otto? — Arregalei meus olhos de surpresa e Otto balançou a cabeça.

—Não, eu não sabia, mas Benno mencionou isso como uma possibilidade. Só confirmei quando Corinna me perguntou se eu conhecia uma doença chamada Consumação.

—Sra. Corinna?

—Ela estava falando sobre como viu Benno agindo em pânico, o que é raro para ele. Aparentemente, alguém com a Consumação desabou em sua loja e quase morreu. Por dias depois disso, o capitão mal pensava no trabalho, era difícil olhar para ele. Junte dois mais dois e posso adivinhar que você é a única que poderia ter desmaiado devido à Consumação.

Parecia que a rede de informações de Otto era maior que eu imaginava. Embora muitas pessoas provavelmente tinham me visto desmaiando na loja de Benno e sendo carregada para a casa do mestre da guilda.

—O capitão parece pensar que você está melhor agora, mas, de acordo com Benno, a Consumação é incurável, certo?

O mestre da guilda havia me vendido uma ferramenta mágica para drenar um pouco do calor da Consumação de mim, mas o calor estaria se acumulando novamente. Freida disse que eu tinha um ano antes de transbordar novamente. Silenciosamente balancei a cabeça.

—Você disse ao seu pai que é incurável?

—Não, ainda não. Seria difícil dizer à minha família, quando eles estão tão felizes que estou melhor agora…

No momento, eu realmente não queria falar sobre o preço das ferramentas mágicas e o limite de tempo da minha vida. Eu estava evitando falar sobre a Consumação, toda vez que a conversa se movia nessa direção. Embora, também fosse verdade que era difícil entrar em muitos detalhes quando só eu sabia que o calor dentro de mim, estava crescendo por conta própria e que eu morreria quando houvesse muito disso para conter.

Otto balançou a cabeça lentamente com uma expressão firme no rosto. — Você deveria dizer a ele. O capitão acha que você está curada e que vai ficar bem trabalhando, quando tiver idade suficiente. Você deve colocar todos na mesma página e ter uma conversa séria sobre o seu futuro. Se você apenas improvisar, estará tornando as coisas mais difíceis para muitas pessoas de muitas maneiras diferentes.

Eu realmente estava improvisando tudo o que fazia e tornando a vida mais difícil para todos ao meu redor, então não tive escolha a não ser levar o conselho de Otto a sério.

—O fato é que, você precisa de ferramentas mágicas para sobreviver. Você deve ir trabalhar para o mestre da guilda se quiser negociar com nobres para termos melhores. A Companhia Gilberta é grande, mas ainda relativamente nova. Não importa o quanto Benno trabalhe, a história e a tradição têm peso. Ele não será capaz de mudar o estado das coisas tão facilmente.

—Isso é verdade, mas…— Vacilei e Otto levantou uma sobrancelha.

—Há alguma razão para você ter que trabalhar na loja do Benno?

—Não, é só que… Eu realmente não gosto muito do mestre da guilda. É difícil para mim, lidar com o quão intenso ele é — Ser intenso era definitivamente uma característica importante para um comerciante, mas eu não conseguia gostar de alguém que mentiu sobre o preço das ferramentas mágicas que salvaram minha vida, na tentativa de me forçar a ficar do lado dele. Agradeci o que ele fez por mim, mas não queria ficar perto dele.

—Benno não é do mesmo jeito?

—Mmm, Benno é intenso também, ele é ganancioso e também engana as pessoas, mas posso dizer que ele está apenas percebendo meus defeitos e tentando me ajudar a crescer como pessoa.

—Oh? — Otto sorriu com um sorriso desagradável e engoli em seco. Seria seguro presumir que tudo o que eu disse aqui, vazaria direto para Benno.

—Além disso, ainda não decidi se quero viver o resto da minha vida como escrava de um nobre.

Eu tinha finalmente chegado a considerar minha família aqui, como minha verdadeira família. Eu estava finalmente acostumada a viver neste mundo e estava ansiosa para passar a vida com todos aqui. Foi difícil para mim considerar entregar minha vida para um nobre que poderia muito bem me tratar mal. Se eu tivesse que escolher entre definhar com minha família ou ser escravizada por um nobre, bem, no momento, preferiria escolher o primeiro.

—Bem, nesse caso, você tem que decidir sobre seu futuro antes de poder fazer qualquer outra coisa. Se você não quiser se juntar à Companhia Gilberta para suas conexões com nobres, você deve pensar em se juntar a outra loja. Para ser honesto, se você pensar em produtos e Lutz os fizer, talvez nem precise se juntar a uma loja, se você mantiver seus direitos e participações nos lucros. — disse Otto.

Dei um grande aceno de cabeça. Até agora, eu estava me concentrando em entrar em uma loja com Lutz e trabalhar com ele, mas como Otto disse, eu não tinha que entrar em uma loja, considerando o que eu era capaz de fazer.

Dei outro aceno de cabeça, menor desta vez, e Otto sorriu tão calorosamente que acabou parecendo suspeito. — Tenho uma ideia. Por que você não age como uma escritora profissional, escrevendo cartas e lidando com a papelada em nome dos outros, mantendo suas contribuições de negócios para apenas pensar em novos produtos? Você pode vender coisas para Benno e ajudar aqui quando você estiver se sentindo bem para isso, assim como você tem sido. Acho que isso será o melhor para a sua saúde.

Otto estava certo em que viver como tenho vivido, seria melhor para manter a minha saúde, mas… seu sorriso era tão suspeito que eu queria discordar.

—Bem, em qualquer caso, fale sobre isso com sua família. Por enquanto, já descansamos o suficiente. Vamos voltar ao trabalho. — Otto limpou nossos copos e peguei minha lousa para voltar a verificar as contas na papelada.

Falar com a minha família, hein? Sinto que papai vai enlouquecer se souber que só tenho um ano de vida.

—Vamos para casa, Myne.

—Bem, lá está ele. Obrigado por sua ajuda hoje. Te devo minha vida, Myne.— Quando o turno do papai terminou e ele veio me pegar, fiz tanta matemática que me senti tonta. Números apareceram na minha cabeça quando fechei os olhos. Mas Otto parecia bem, apesar de usar a calculadora constantemente, então, talvez fosse impossível para eu fazer um trabalho que envolvesse muita matemática constante.

—Pai, você não vai sentir frio? — Papai estava me carregando para casa ao longo da estrada, um tanto nevada, com seu casaco sobre mim. Eu estava quente graças ao casaco, mas ele estava abrindo tanto que eu podia imaginar o frio que ele estava sentindo.

Mas ele apenas balançou a cabeça com um sorriso. —Não estou com frio com você tão perto de mim. Nunca me senti tão quente na minha vida.

Papai amava muito a família. Éramos tudo para ele. Como ele reagiria quando eu lhe contasse sobre a minha Consumação? Seu sorriso fez meu coração congelar. Eu estava com medo, mas não podia evitar o assunto por mais tempo.

—Algo errado, Myne? Você está cabisbaixa. Otto gritou com você?

—Não. Ele nunca faria isso. Tenho algo para falar com você, pai. É sobre minha doença — eu disse, e só isso o fez congelar no lugar. Seu sorriso endureceu em uma linha fina e ele olhou para mim com a expressão mais séria que eu já tinha visto nele.

Ele baixou os olhos por um momento, depois acelerou o ritmo como se estivesse fugindo de algo. —Vamos falar sobre isso assim que chegarmos em casa. Não quero deixar de fora Tuuli e sua mãe. — Papai me abraçou com mais força, de forma protetora, como se tivesse um mau pressentimento sobre isso e quisesse me manter segura.

Fim da leitura

Capítulo 64 concluído

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