Diários de uma Apotecária — Capítulo 9.05: Volume 9 – Capítulo 05 – Capítulo 05: O Livro de Kada (Parte 3)

Diários de uma Apotecária
Cap. 9.05
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Diários de uma Apotecária

Volume 9 – Capítulo 05 – Capítulo 05: O Livro de Kada (Parte 3)

Capítulo 9.05

2.963 palavras~13 min de leitura

Maomao voltou à biblioteca e deu uma nova olhada ao redor. Será que já não vi esse desenho em algum lugar? Ela se perguntou. O padrão em dois tons nas paredes despertou algo em sua memória, mas ela não conseguia se lembrar exatamente do que era.

Yao e En'en, assim como Maomao, ignoravam as estantes e observavam as paredes e o teto.

— Se o que você disse é verdade, Maomao, não adianta verificar as estantes — disse Yao. — Ela devia ter contado a En'en sobre a conversa que tiveram, porque sua criada examinava atentamente as paredes.

— Não consigo me livrar da sensação de que essa parede parece familiar — disse Maomao. O padrão era um pouco diferente do das outras três paredes, embora também estivesse quase todo escondido pelas estantes. — Então... Um livro sobre anatomia humana. — Ela concluiu que aquele devia ser o volume desaparecido, considerando sua numeração.

Seu murmúrio foi interrompido por um estrondo. Ela olhou, surpresa, e viu Yao sentada no chão, enquanto uma das estantes havia tombado.

En'en empalideceu e correu até ela. — Lady Yao! — Sua senhorita parecia não ter se machucado. Ela se levantou, batendo a poeira das roupas.

— Parece que você está bem — disse Maomao. — Mas o que aconteceu? Como conseguiu derrubar uma estante?

Provavelmente nada havia sido danificado, os livros eram resistentes o bastante, mas a estante era pesada. Seria preciso fazer força para colocá-la de pé outra vez.

— Olhe isto — disse Yao. Ela estendeu um livro com o código 一-2-I. Era o número imediatamente anterior ao que estava faltando.

— O que tem? — perguntou Maomao.

— Veja a última página — disse Yao. Ela abriu o livro, revelando um pequeno círculo desenhado na borda da página final. Ele era dividido em duas metades: uma preta e outra branca.

— Isso é um símbolo de taiji? — perguntou Maomao.

Um símbolo de taiji: o diagrama do Supremo Último, às vezes chamado de yin-yang e, em outras ocasiões, comparado a um peixe preto e um peixe branco nadando um atrás do outro. Era uma imagem comum em práticas de adivinhação e tinha relação com a teoria dos Cinco Elementos, que, sim, possuía ligação com a medicina, embora Maomao, por ser muito mais prática, não soubesse muito sobre o assunto.

— Mas o que ele está fazendo aí? — ela perguntou, com um olhar perplexo.

— Tem outro — disse En'en. — Aqui. — Ela trouxe um livro numerado como 一-2-III. — Está desenhado na primeira página.

Maomao colocou os dois livros lado a lado e ficou pensando.

— E o livro que está faltando é justamente o que deveria ficar entre eles.

— Isso mesmo. Então tive uma ideia. — disse Yao dando uma batidinha confiante na parede. — Acho que o livro desaparecido está escondido.

— Por que você acha isso?

Maomao queria uma explicação. En'en, porém, bateu palmas, arregalando os olhos. — Claro! Senhorita Yao, a senhora é brilhante!

Nem mesmo En'en bajularia sua patroa só porque ela era adorável. O que havia de tão brilhante naquela sugestão?

— Estas paredes mostram os Oito Trigramas!

— Isso! Foi exatamente o que pensei! — disse Yao.

— Os Oito Trigramas? — Confusa, Maomao procurou na memória. Oito... triga... Não... Ah! — Você quer dizer aqueles diagramas? — Ela lembrava que tinham alguma relação com o taiji, mas infelizmente não recordava exatamente qual. Aquilo não era sua especialidade, e sua capacidade de memorizar coisas despencava quando o assunto não despertava seu interesse. Pelo menos agora entendia por que aqueles padrões lhe pareciam tão familiares.

Meu velho realmente disse que eu devia pelo menos aprendê-los. Mas aquilo nunca pareceu tão útil quanto a teoria das ervas medicinais, então ela praticamente ignorou o assunto. Dizer que tinha alguma familiaridade com ele seria exagero; mal podia dizer que o conhecia de vista.

— Sim! Está vendo? Este padrão aqui representa um yao — explicou Yao.

— Yao? — perguntou Maomao. Obviamente não era o nome da outra garota, mas Maomao não fazia ideia do que fosse.

— Não me diga que você não sabe o que é? — Yao pareceu surpresa... mas também, talvez, um pouquinho satisfeita.

— Aposto que quem conhece isso é minoria — resmungou Maomao, sentindo uma pontada de irritação infantil. Agora ela desejava ter prestado um pouco mais de atenção ao assunto.

— Você reconhece este tipo de padrão? — perguntou Yao, passando os dedos pela parede. Havia tábuas esbranquiçadas e outras mais escuras; ela tocava apenas as pretas. Ao contrário das demais, que eram todas verticais, aquelas que Yao indicava estavam dispostas horizontalmente. — Os trigramas são formados por yao, que podem ser uma linha contínua ou duas linhas curtas. Esses padrões representam yin e yang, ou, em algumas interpretações, duro e macio.

Maomao começou a contar nos dedos. Com três conjuntos de dois tipos possíveis de yao, era possível formar oito combinações diferentes; daí surgiam os Oito Trigramas.

— Então você derrubou a estante para...

— Conseguir ver a parede inteira. E por mais um motivo. — Yao levantou uma ponta do velho tapete, revelando que havia trigramas desenhados também no chão.

— Luomen disse que o livro estava em algum lugar desta sala — lembrou Maomao. Naquela sala, mas não necessariamente nas estantes. — E o arquiteto que morava aqui adorava pequenos truques. — Foi isso que Lahan lhes contou. Havia uma boa chance de aquele cômodo esconder algum mecanismo arquitetônico. — E ainda temos os símbolos de taiji e os trigramas...

Definitivamente não era um assunto pelo qual ela tivesse interesse. E seu pai também havia dito que ela não conseguiria resolver aquele enigma sozinha.

— Então era isso que ele queria dizer. — Maomao bateu as mãos uma na outra.

— Agora tudo faz sentido! — exclamou En'en, compreendendo imediatamente.

Assim que tiveram a ideia, Maomao e En'en começaram a agir rapidamente. As duas tentaram empurrar uma das estantes.

— Ei! Fui eu quem descobriu primeiro! — reclamou Yao.

— Apenas fique quietinha, Lady Yao. Isso é perigoso. Além disso, exige bastante força.

Na verdade, acho que Yao é mais forte do que nós duas, pensou Maomao, embora tivesse juízo suficiente para não dizer isso em voz alta.

Mesmo trabalhando juntas, elas não conseguiram mover a estante. Em vez disso, retiraram todos os livros e empurraram a estante vazia para o corredor. Elas repetiram o processo uma estante após a outra. Yao ajudou retirando os livros das prateleiras, embora claramente não estivesse muito satisfeita.

Quando todas as estantes foram removidas, as paredes ficaram completamente expostas. Aquilo já era suficiente para deixar qualquer um tonto, mas, quando retiraram também o tapete, a sensação tornou-se realmente vertiginosa.

— É isso? — perguntou Maomao, olhando para o chão. Bem no centro havia uma tábua branca, localizada no meio de um trigrama que, de resto, era comum. Assim como a pintura no teto, o desenho estava dividido em nove partes.

— Isso representa o Sistema Primordial! — disse Yao, com os olhos brilhando. Mais uma vez, elas estavam entrando em um vocabulário que Maomao desconhecia. Ela quase perguntou o que aquilo significava, mas percebeu que isso apenas atrasaria as coisas, então decidiu fingir que entendia.

— Sim, claro. O Sistema Primordial. Então, onde está o livro?

Yao permaneceu em silêncio. Aparentemente, ela também só tinha chegado até ali.

[Kessel: kkkkkkkkkkkkk! Eu não me aguento com esse jeito dela!]

Foi Luomen quem lhes deu aquela tarefa, o que significava que existia uma resposta escondida em algum lugar. Maomao olhou para os dois livros com os símbolos de taiji. Ambos tratavam da anatomia humana: um detalhava as mãos, e o outro, os pés.

— Yao — disse Maomao. — Cada um dos trigramas tem um significado específico?

— Muitos. Eles são associados a direções, animais e até relações familiares.

— Eles também podem estar relacionados a partes do corpo humano?

— Sim! Sim, podem! — disse Yao, virando-se imediatamente para os livros.

— Tirando o volume desaparecido, existem oito livros com o código 一-2 — disse Maomao. O segundo volume estava faltando, mas todos os demais, do primeiro e do terceiro ao nono, continuavam nas estantes. Os números estavam divididos da mesma forma que os desenhos do chão e do teto.

— Já temos livros sobre as mãos e os pés — disse Yao. — Então os outros devem tratar da cabeça, da boca, dos olhos, das coxas, das orelhas e do estômago. Seis volumes.

— Eu já os trouxe — disse En'en, sempre rápida em compreender. Elas abriram os livros e confirmaram que Yao estava absolutamente certa.

— Pela teoria do taiji, não está faltando nada — disse Yao. E, no entanto, faltava um número. Será que o livro não se referia a uma parte específica do corpo?

Maomao ficou bem no meio da sala, onde não havia nenhum trigrama. Por intuição, ela olhou para cima.

— Alguém pintou muitos animais lá em cima — disse ela.

— Dá para reconhecer todos, se olhar bem. Estou vendo um cavalo, um cachorro, um faisão e... aquele ali parece um dragão? Você acha que isso está certo? — disse Yao.

— Realmente parece uma escolha um pouco arriscada — respondeu Maomao. O dragão representava a Família Imperial, e usá-lo sem autorização podia trazer sérios problemas.

— Sabe de uma coisa? Até as pinturas do teto têm relação com os trigramas — disse Yao.

Maomao estreitou os olhos. As pinturas estavam desbotadas pelo tempo, mas ainda podiam ser vistas. — Bem no centro do teto, vejo um cavalo e duas ovelhas. Isso significa alguma coisa para você, Yao? — O cavalo estava pintado acima das ovelhas.

— O trigrama associado ao cavalo chama-se qian — respondeu Yao. — No Sistema Primordial, sua direção é o sul, sua relação familiar é o pai, sua parte do corpo é a cabeça, seu elemento é o metal e seu número é um.

— Número? Certo... E quanto vale uma ovelha?

— A ovelha pode representar dois ou oito, mas, no Sistema Primordial, ela representa dois.

— Então temos um um... e dois dois.

Maomao olhou para os livros. Por coincidência, ou talvez não, o volume desaparecido tinha justamente o número 一-2-II. Um, dois, dois.

Será que Luomen tentou não tornar o desafio difícil demais? Afinal, bastava conhecer os Oito Trigramas para resolvê-lo, mesmo sem prestar atenção aos livros. Por outro lado, sem esse conhecimento, o enigma seria praticamente impossível. Maomao voltou a olhar para o chão, onde o padrão de tábuas brancas e pretas era muito mais complexo do que o do teto.

— Yao? — ela disse.

— Sim?

— Quais são os trigramas que representam o um e o dois?

Yao caminhou até dois pontos do piso.

— O um é este, formado por três linhas contínuas. O dois é este aqui: a linha de cima é interrompida, enquanto as duas de baixo são contínuas.

☰ e ☱, então. Maomao encarou a parede com tanta intensidade que parecia prestes a abrir um buraco nela.

— O que você está fazendo? — perguntou Yao.

— Tentando ver se existe uma sequência de um, dois e dois. — Isso fazia sua cabeça doer; todas as combinações pareciam tão parecidas. O pior de tudo era que, ao menor descuido, ela perdia o ponto onde estava e precisava recomeçar do início.

— Eu vou procurar do lado oposto — disse Yao.

— E eu vou torcer por vocês! Vou preparar um lanche. — En'en aproveitou a oportunidade para escapar. Maomao quis correr atrás dela, mas não ousou tirar os olhos da parede. Gostaria de poder marcar os trigramas conforme verificava, mas não podia simplesmente sair escrevendo na parede. A dor de cabeça só piorava.

Maomao não disse nada.

Yao não disse nada.

En'en também não disse nada, porque estava preparando o chá.

[Kessel: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk]

Com tantos trigramas, era de se esperar que houvesse uma sequência de um, dois e dois em algum lugar... mas não parecia haver. Maomao encontrava repetidamente um e depois dois, mas nunca aquele segundo dois tão difícil de achar.

Tem que estar por aqui em algum lugar! Ela pensou. E, exatamente naquele instante, ela esbarrou em Yao.

— Você encontrou?

— Não. Não está aqui — respondeu Maomao.

— Como isso é possível?

— Será que deixamos passar? — Maomao piscou várias vezes e voltou a olhar para as paredes. Ela teria que conferir tudo outra vez para ver se haviam deixado algo escapar, mas realmente não queria fazer isso.

— Quem quer chá? — perguntou En'en, entrando com um tilintar de xícaras e utensílios.

— Eu!

— Sim, por favor!

Yao e Maomao responderam ao mesmo tempo.

Como todos os móveis tinham sido levados para o corredor, elas desenrolaram um tapete no chão para tomar o chá.

— Ithto ethtá uma delíthia! — disse Yao, muito satisfeita. Mas, quando terminassem, precisariam examinar as paredes outra vez. Se ainda assim não encontrassem o que procuravam, teriam que admitir que o palpite de Maomao estava errado. — É frustrante como um e dois aparecem tantas vezes, mas aí o último número é diferente.

— Pois é. A gente nunca encontra esse último dois. Só precisava aparecer uma vez! — disse Maomao.

— Exatamente. Mas uma única linha diferente transforma em outro número. Como aqui... se esse yin fosse um yang.

Yang era uma linha longa contínua; yin eram duas linhas curtas.

— Se o yin fosse yang...? — murmurou Maomao, olhando para os trigramas no chão.

Se pegasse a linha yang superior de ☰ e a transformasse em yin, ela se tornava ☱.

Ela se levantou e voltou a olhar para a parede. Era bem por aqui…

[Noelle: Sim gente, não é só vocês que estão confusos, eu também não curto exatas kkkk ]

Ela encontrou uma sequência de um, dois e um. Não achava que aquele padrão se repetisse em outro lugar. Aproximou-se do terceiro símbolo, o ☰, e tocou na linha superior. Ela sentiu alguma coisa sob os dedos. Pressionou com firmeza o centro da linha. Ela cedeu, afundando para dentro.

De yang para yin!

Ouviu-se um estalo mecânico e algo saltou para fora da parede: uma gaveta.

— Só pode estar brincando... — disse Yao, arregalando os olhos.

— Isso foi inesperado — comentou En'en, encarando a gaveta.

Maomao puxou-a para fora e encontrou um livro dentro.

一-2-II.

A encadernação do livro desaparecido era muito menos refinada do que a dos outros volumes das estantes; a espessura das páginas também não era completamente uniforme.

— Isso é pergaminho de pele de carneiro? — perguntou En'en.

— Pelo toque, eu diria que sim — respondeu Maomao. A pele de carneiro durava muito mais do que o papel rudimentar.

Com as mãos trêmulas, Maomao virou as páginas. O texto não havia sido escrito com pincel, mas com uma pena de estilo ocidental. Muito pouco estava na escrita de Li. Em vez disso, predominavam os caracteres finos e fluidos do Ocidente, com anotações ocasionais em linês.

Então isso é da época em que ele estudava lá. Seu pai viveu e estudou no Ocidente quando era jovem, experiência que lhe proporcionou grande parte de seu extraordinário conhecimento médico.

Maomao murmurava para si mesma enquanto decifrava o texto estrangeiro. Havia muitas palavras que ela não entendia, mas conseguiria avançar se lesse com calma. Então o sangue sumiu de seu rosto. Ela tinha encontrado exatamente o que esperava.

— Maomao... — disse En'en, com um olhar apreensivo.

— O que foi? O que está escrito aí? — perguntou Yao, a única que não conseguia ler as letras ocidentais. Maomao permaneceu imóvel. — O que houve? — Yao estendeu a mão e virou a página.

Ali estava aquilo que Maomao e En'en tanto temiam.

— O que é isso? — perguntou Yao. Havia um desenho meticulosamente elaborado de um corpo humano. Isso, por si só, não era um problema. Mas a figura mostrava a pessoa sem a pele, revelando em detalhes toda a musculatura por baixo. Yao prendeu a respiração e desviou os olhos, enjoada. A imagem era realista demais para ter sido desenhada apenas com a imaginação. O artista certamente teve um modelo diante de si.

Ainda receosa, Maomao virou a página seguinte. Nela havia um estômago humano aberto em corte, com os órgãos internos retratados em detalhes.

Meu velho usou os conhecimentos médicos que adquiriu no Ocidente para abrir o ventre da Imperatriz Viúva. Foi assim que trouxe seu filho ao mundo. Normalmente, quando mãe e filho corriam risco de vida, um médico tentava salvar pelo menos o bebê. Mas Luomen conseguiu salvar os dois. Não era algo que apenas conhecimento pudesse realizar. Ele devia ter feito aquilo antes. Quem sabia quantas pessoas já tinha aberto? Quantos corpos já tinha dissecado para aprender?

Agora Maomao finalmente entendia por que o velho sempre tentava mantê-la longe de cadáveres. Por que ele a criou como apotecária, e não como médica.

Isso explicava tudo.

Maomao fechou o livro abominável. Ela não condenava Luomen pelo que havia feito. Se alguém quisesse praticar medicina, precisava conhecer o corpo humano. Até a própria Maomao fazia experimentos em uma pessoa real: nela mesma. Mas a maioria das pessoas? Reagiria exatamente como Yao.

Ela mantinha as mãos sobre a boca, encarando o terrível livro com repulsa. Maomao não sabia como era no Ocidente… Mas uma pessoa comum em Li jamais conseguiria aceitar o conteúdo daquele livro. Havia a fé. Havia os tabus. Aquilo violava ambos.

Maomao olhou para a contracapa, onde havia letras finas formando a palavra:

b r u x a r i a

Ela não sabia o que aquilo significava. Mas entendia por que Luomen tinha escondido o livro. Se alguém descobrisse sua existência, ele seria queimado. Não podia ser permitido que ele existisse.

Aceitar o Livro de Kada era a condição para receber os ensinamentos de Luomen. Elas teriam que aceitar o que haviam encontrado ali. Teriam que estar dispostas a conviver com aquilo.

Se algum livro podia realmente ser chamado de Livro de Kada, era aquele.

[Kessel: Insano! Que capítulo foda! Adorei! Estou verdadeiramente empolgado com os próximos capítulos! Até segunda que vem!!!]

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Atenciosamente,

Scan Moonlight Valley

Fim da leitura

Capítulo 9.05 concluído

Volume 9 – Capítulo 05 – Capítulo 05: O Livro de Kada (Parte 3)